Dos autores do blog
Caros leitores, quantas vezes após um longo período de “abstenção” a uma dada rapariga que exerce um poderosíssimo efeito sobre nós, não vos aconteceu que elas voltem a dar-vos atenção e que a vontade de voltarmos a tentar protagonizar um caso com ela vos tome conta da mente? Pois bem, é precisamente sobre essas recaídas, que recairá a minha reflexão.
Assim, começo por vos colocar uma dada situação, em que um rapaz está há pouco mais de duas semanas a conseguir manter-se independente, sem dar qualquer sinal de vida à rapariga que durante tanto tempo ele tentou “conquistar”, mas que ela se limitava a gerir a distância a que ele rastejava. Passadas estas duas semanas começa a cimentar-se na cabeça do rapaz que está finalmente liberto das “mágicas” daquela rapariga que durante tanto tempo fez dele “gato-sapato”, começa a pensar que realmente seria capaz de lhe resistir, até que, surge no canto inferior direito do ecrã do seu computador uma pequena mensagem, em que a pessoa que chama por ele é a “tal rapariga”. Nesse momento, tudo aquilo que ele havia dado como certo, a sua independência, a sua capacidade para lhe resistir é posta em causa, começa a apoderar-se dele um desejo de ser querido com ela, no entanto reside na capacidade de lhe resistir, de dizer “não”, que se encontra a resposta à pergunta “estarei realmente livre?”. E é neste momento, uma questão de segundos, que temos de ser capazes de ser frios, de lhe mostrar que não lhes pertencemos e que se nos querem terão de ser elas a “suar”, a lutar por nós, sem nunca pensarmos no facto de “se eu tivesse sido querido com ela…” nunca poderemos pensar assim, ou então nunca nos livraremos das tais “mágicas”.
Finalizando, caros leitores, pretendi neste texto deixar-vos uma mensagem de resistência, uma mensagem de coragem, para que mantenham a vossa integridade de uma forma inteligente, tentando sempre manter a vossa independência em relação a uma mulher que apenas vos quer ter atrás delas. [2]
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26 junho 2007
18 junho 2007
Cobra Coral e Falsa Coral
Dos autores do blog
Caros leitores, venho hoje falar-lhes de um tema que muito me tem atormentado a mente ao longo de várias observações que levei a cabo, muitas vezes por mera coincidência. Aquilo de que vos falo é a mudança de postura por parte dos exemplares femininos de um local como a escola para outro como a discoteca, e a forma como ai encaram os espécimes masculinos.
Desta forma começo por descrever uma das possibilidades de comportamento de um possível espécime do sexo feminino, assim esta caracterizar-se-ia por ser extremamente pudica no seu local de trabalho, encara os seus colegas do sexo masculinos como que estes fossem de qualidade inferior, apenas lhes aponta defeitos e tenta mostrar uma superioridade em relação a tudo o que estes machos façam. Apenas se relaciona com as do seu género ou então com algum macho de fora do local de trabalho. Tudo isto comportamentos diurnos. No entanto, esta mesmo fêmea, passadas algumas horas desloca-se a um local de lazer nocturno, onde de forma, aparentemente incompreensível, se torna numa verdadeira oferecida, demonstrando a verdadeira futilidade que há em si e que é incapaz de mostrar durante o dia. Poderiam dizer-me que o que faz com que esta fêmea adquira este comportamento é a sua grande ética laboral, e que por isso faz uma grande distinção entre trabalho e lazer, e eu poderia ate concordar, no entanto questionaria o porquê da vontade de se mostrarem superiores quando afinal a sua superioridade é apenas falsidade, como que uma camuflagem de um animal, mas não um predador, como o tigre que utiliza as suas listas para se aproximar da presa, mas sim do género da Cobra falsa coral, que tem a mesma imagem de uma Cobra Coral que possui um veneno mortal, mas esta não possuindo qualquer tipo de veneno, sendo verdadeiramente inofensiva, e tentando com esta imagem assumir uma posição de predador de topo, que no entanto, não é, servindo a camuflagem como defesa. Ainda de referir o facto de que estas “Falsas Coral” de natureza humana, andam muitas vezes acompanhadas de verdadeiras mulheres mortais, tendo assim a Falsa Coral facilidade em copiar o seu comportamento, e julgando muitas vezes que são verdadeiras Coral.
Para finalizar, meus caros leitores, refiro que Cobras Coral há poucas, Falsas Coral há muitas, por isso meus caros não tenham medo delas, confrontem-nas, afinal elas são inofensivas e só querem manter aquela postura de importantes. [2]
Caros leitores, venho hoje falar-lhes de um tema que muito me tem atormentado a mente ao longo de várias observações que levei a cabo, muitas vezes por mera coincidência. Aquilo de que vos falo é a mudança de postura por parte dos exemplares femininos de um local como a escola para outro como a discoteca, e a forma como ai encaram os espécimes masculinos.
Desta forma começo por descrever uma das possibilidades de comportamento de um possível espécime do sexo feminino, assim esta caracterizar-se-ia por ser extremamente pudica no seu local de trabalho, encara os seus colegas do sexo masculinos como que estes fossem de qualidade inferior, apenas lhes aponta defeitos e tenta mostrar uma superioridade em relação a tudo o que estes machos façam. Apenas se relaciona com as do seu género ou então com algum macho de fora do local de trabalho. Tudo isto comportamentos diurnos. No entanto, esta mesmo fêmea, passadas algumas horas desloca-se a um local de lazer nocturno, onde de forma, aparentemente incompreensível, se torna numa verdadeira oferecida, demonstrando a verdadeira futilidade que há em si e que é incapaz de mostrar durante o dia. Poderiam dizer-me que o que faz com que esta fêmea adquira este comportamento é a sua grande ética laboral, e que por isso faz uma grande distinção entre trabalho e lazer, e eu poderia ate concordar, no entanto questionaria o porquê da vontade de se mostrarem superiores quando afinal a sua superioridade é apenas falsidade, como que uma camuflagem de um animal, mas não um predador, como o tigre que utiliza as suas listas para se aproximar da presa, mas sim do género da Cobra falsa coral, que tem a mesma imagem de uma Cobra Coral que possui um veneno mortal, mas esta não possuindo qualquer tipo de veneno, sendo verdadeiramente inofensiva, e tentando com esta imagem assumir uma posição de predador de topo, que no entanto, não é, servindo a camuflagem como defesa. Ainda de referir o facto de que estas “Falsas Coral” de natureza humana, andam muitas vezes acompanhadas de verdadeiras mulheres mortais, tendo assim a Falsa Coral facilidade em copiar o seu comportamento, e julgando muitas vezes que são verdadeiras Coral.
Para finalizar, meus caros leitores, refiro que Cobras Coral há poucas, Falsas Coral há muitas, por isso meus caros não tenham medo delas, confrontem-nas, afinal elas são inofensivas e só querem manter aquela postura de importantes. [2]
04 junho 2007
Revolução ou afastamento progressivo?
Dos autores do blog
Quantas vezes pensamos ter finalmente encontrado “a rapariga”, quantas vezes pensamos nas coisas que poderemos fazer juntos e naquilo que estamos dispostos a fazer por elas, quantas vezes passamos horas à espera de falar nem que seja um minuto com a tal rapariga?
Pois bem caros leitores, após um período experimental (um dos motivos que levou à minha longa ausência a nível da escrita de textos), conclui que este espaço de tempo em que alimentamos esperanças, acarretamos sonhos e levamos a cabo esforços e serões inteiros de verdadeira espera, durante o qual pensamos não nos fazer mal algum mantermo-nos nesta situação de eterna esperança que um dia ela comece a gostar de nós da mesma forma que nós gostamos delas, faz-nos de facto algum mal. Por esse motivo, analisei o meu comportamento, consultei variados espécimes do sexo masculinos já experimentados em relações semelhantes e cheguei a duas possíveis soluções: a primeira, o confrontar o espécime feminino em questão em relação à possibilidade de contracenar um caso amoroso, no fundo uma questão do género “vamos continuar neste jogo do cão e da dona, em que nos picamos constantemente e não sucede nada, ou andamos? O que como é óbvio conduz a duas saídas: a primeira ela aceita e ficamos muito contentes e valeu a pena a coragem e o risco corrido. A segunda saída é ela recusar a nossa proposta e uma possível amizade que exista deixa de existir, quebram-se os laços, acaba a amizade e fica no ar um sentimento de algum “desconforto”, no entanto acabamos com as esperanças infundadas de vez, estamos prontos a recomeçar a pensar em definir alvos. A outra possibilidade é o afastamento progressivo do espécime feminino, assim, este demonstra-se como um processo mais demorado, menos radical, com soluções portanto não tão imediatas mas podendo serem saídas mais fundadas, e pode conduzir a relação a três saídas: a primeira saída é que com o afastamento a rapariga e o predador acabem por se esquecer deixando de se falar progressivamente, outra hipótese é que a rapariga se ressinta da falta de atenção e dê o devido valor ao rapaz acabando estes por contracenarem uma relação mais “acesa”, a terceira e ultima opção é que com o passar do tempo vá sendo fundamentada uma grande amizade. No entanto este processo de afastamento progressivo apresenta vários entraves, como por exemplo, o facto de o afastamento progressivo e não radical implicar um grande auto-controlo, visto a rapariga poder recomeçar com chamadas de atenção e voltar a adquirir-nos como “animais de estimação”.
Concluindo, tomem a decisão que tomarem pensem bem antes de a concretizar, sabendo que existem soluções mais radicais e com efeitos mais imediatos e soluções mais morosas mas com mais variedade ao nível da saídas. [2]
Quantas vezes pensamos ter finalmente encontrado “a rapariga”, quantas vezes pensamos nas coisas que poderemos fazer juntos e naquilo que estamos dispostos a fazer por elas, quantas vezes passamos horas à espera de falar nem que seja um minuto com a tal rapariga?
Pois bem caros leitores, após um período experimental (um dos motivos que levou à minha longa ausência a nível da escrita de textos), conclui que este espaço de tempo em que alimentamos esperanças, acarretamos sonhos e levamos a cabo esforços e serões inteiros de verdadeira espera, durante o qual pensamos não nos fazer mal algum mantermo-nos nesta situação de eterna esperança que um dia ela comece a gostar de nós da mesma forma que nós gostamos delas, faz-nos de facto algum mal. Por esse motivo, analisei o meu comportamento, consultei variados espécimes do sexo masculinos já experimentados em relações semelhantes e cheguei a duas possíveis soluções: a primeira, o confrontar o espécime feminino em questão em relação à possibilidade de contracenar um caso amoroso, no fundo uma questão do género “vamos continuar neste jogo do cão e da dona, em que nos picamos constantemente e não sucede nada, ou andamos? O que como é óbvio conduz a duas saídas: a primeira ela aceita e ficamos muito contentes e valeu a pena a coragem e o risco corrido. A segunda saída é ela recusar a nossa proposta e uma possível amizade que exista deixa de existir, quebram-se os laços, acaba a amizade e fica no ar um sentimento de algum “desconforto”, no entanto acabamos com as esperanças infundadas de vez, estamos prontos a recomeçar a pensar em definir alvos. A outra possibilidade é o afastamento progressivo do espécime feminino, assim, este demonstra-se como um processo mais demorado, menos radical, com soluções portanto não tão imediatas mas podendo serem saídas mais fundadas, e pode conduzir a relação a três saídas: a primeira saída é que com o afastamento a rapariga e o predador acabem por se esquecer deixando de se falar progressivamente, outra hipótese é que a rapariga se ressinta da falta de atenção e dê o devido valor ao rapaz acabando estes por contracenarem uma relação mais “acesa”, a terceira e ultima opção é que com o passar do tempo vá sendo fundamentada uma grande amizade. No entanto este processo de afastamento progressivo apresenta vários entraves, como por exemplo, o facto de o afastamento progressivo e não radical implicar um grande auto-controlo, visto a rapariga poder recomeçar com chamadas de atenção e voltar a adquirir-nos como “animais de estimação”.
Concluindo, tomem a decisão que tomarem pensem bem antes de a concretizar, sabendo que existem soluções mais radicais e com efeitos mais imediatos e soluções mais morosas mas com mais variedade ao nível da saídas. [2]
20 abril 2007
Persistência
Dos autores do blog
Caros leitores, volto ao activo com um texto sobre a persistência. Isto, devido ao facto de há bem pouco tempo, após contactar com um exemplar do sexo feminino, este me ter confidenciado que o predador não deve desistir à primeira, mas sim insistir na captura. Tal confidência deixou-me pensativo, e cheguei a alguns pontos interessantes.
Assim, a primeira coisa que me ocorreu foi a perplexidade em relação ao facto de a fêmea pretender que o macho insista, quando logo a partida ela não mostra sinais de interesse, pensando eu que ela pretenderia que este a deixa-se em paz e não que insistisse. Mas rapidamente me apercebi de uma possível explicação para tal facto: o não demonstrar de um interesse imediato por parte da fêmea, fará com que o macho pense que ela não é uma “presa fácil”, ou “oferecida”, mantendo-se assim com um certo estatuto, e esta explicação deixou-me esclarecido, durante algumas horas. Mais tarde, e depois de uma análise mais aprofundada da afirmação da fêmea, cheguei a uma outra conclusão, esta muito mais comprometedora para as hostes femininas, já que a vontade destas em que o macho se mantenha atrás de si, insistindo, permitirá à fêmea vários ganhos, contando-se entre eles, o aumento do ego e garantia de subida dos mesmo em qualquer altura, visto que o facto de existir um macho interessado nos seus préstimos fará com que o espécime feminino fique automaticamente com um ego de níveis elevados, sendo que quando se sentir com níveis mais baixos bastará uma mensagem ou apenas um sinal ao macho interessado para que este se esbanje em elogios na esperança de conseguir algo da fêmea, subindo assim os níveis do ego desta mesma, existe também o ganho ao nível do estatuto na “manada” feminina, dado que a existência de machos interessados é um claro sinal de poder e logo uma virtude para a sua afirmação na “manada”, sendo estes apenas alguns dos muitos que provavelmente existirão. No entanto, a explicação que me foi fornecida por outro espécime feminino foi uma explicação, claramente, abonatória para os lados femininos, já que esta afirmava que a insistência do macho permitiria à fêmea conhecer virtudes deste e como tal começar a interessar-se por este, ora esta é uma explicação aceitável em relação a mulheres “frágeis e dóceis” como assim chamava o grande Cesário Verde no seu poema “A Débil”, ás mulheres que apenas se pretendiam casar e agradar ao marido para assim assegurar a vida (penso que exemplares destes estão em vias de extinção, o que é mau para o homem por motivos óbvios mas acima de tudo para a humanidade dada a grande redução da natalidade verificada).
Concluí então que apenas devemos insistir com mulheres que NÃO apresentem as seguintes características, como é a postura convencida e a capacidade para deixar os machos “ardentes”, já que as estas apenas se aproveitarão de nós e a nossa insistência, provavelmente, apenas conduzirá a desilusão e ressacas. [2]
Caros leitores, volto ao activo com um texto sobre a persistência. Isto, devido ao facto de há bem pouco tempo, após contactar com um exemplar do sexo feminino, este me ter confidenciado que o predador não deve desistir à primeira, mas sim insistir na captura. Tal confidência deixou-me pensativo, e cheguei a alguns pontos interessantes.
Assim, a primeira coisa que me ocorreu foi a perplexidade em relação ao facto de a fêmea pretender que o macho insista, quando logo a partida ela não mostra sinais de interesse, pensando eu que ela pretenderia que este a deixa-se em paz e não que insistisse. Mas rapidamente me apercebi de uma possível explicação para tal facto: o não demonstrar de um interesse imediato por parte da fêmea, fará com que o macho pense que ela não é uma “presa fácil”, ou “oferecida”, mantendo-se assim com um certo estatuto, e esta explicação deixou-me esclarecido, durante algumas horas. Mais tarde, e depois de uma análise mais aprofundada da afirmação da fêmea, cheguei a uma outra conclusão, esta muito mais comprometedora para as hostes femininas, já que a vontade destas em que o macho se mantenha atrás de si, insistindo, permitirá à fêmea vários ganhos, contando-se entre eles, o aumento do ego e garantia de subida dos mesmo em qualquer altura, visto que o facto de existir um macho interessado nos seus préstimos fará com que o espécime feminino fique automaticamente com um ego de níveis elevados, sendo que quando se sentir com níveis mais baixos bastará uma mensagem ou apenas um sinal ao macho interessado para que este se esbanje em elogios na esperança de conseguir algo da fêmea, subindo assim os níveis do ego desta mesma, existe também o ganho ao nível do estatuto na “manada” feminina, dado que a existência de machos interessados é um claro sinal de poder e logo uma virtude para a sua afirmação na “manada”, sendo estes apenas alguns dos muitos que provavelmente existirão. No entanto, a explicação que me foi fornecida por outro espécime feminino foi uma explicação, claramente, abonatória para os lados femininos, já que esta afirmava que a insistência do macho permitiria à fêmea conhecer virtudes deste e como tal começar a interessar-se por este, ora esta é uma explicação aceitável em relação a mulheres “frágeis e dóceis” como assim chamava o grande Cesário Verde no seu poema “A Débil”, ás mulheres que apenas se pretendiam casar e agradar ao marido para assim assegurar a vida (penso que exemplares destes estão em vias de extinção, o que é mau para o homem por motivos óbvios mas acima de tudo para a humanidade dada a grande redução da natalidade verificada).
Concluí então que apenas devemos insistir com mulheres que NÃO apresentem as seguintes características, como é a postura convencida e a capacidade para deixar os machos “ardentes”, já que as estas apenas se aproveitarão de nós e a nossa insistência, provavelmente, apenas conduzirá a desilusão e ressacas. [2]
26 março 2007
Caçar à noite
Dos autores do blog
Caros leitores, todos os predadores têm um horário preferido para caçar, seja este durante o dia ou pela calada da noite. Alguns preferem um ataque contínuo e mais incidente no desgaste, caso dos diurnos, outros preferem jogar com a inspiração do momento, com a disposição mais propicia ao engate por parte das presas, com a luminosidade, e também com a possibilidade de se mostrarem mais soltos, arrancando algumas vezes para exibições de nível.
Caçar à noite apresenta várias modalidades, em primeiro lugar o chamado “ataque com trabalho de casa”, em que a noite servirá, apenas, para a conclusão de todo um trabalho realizado durante vários dias, quer ao vivo quer através, por exemplo da Internet. Esta modalidade exigirá que o predador em questão detenha também boas qualidades no ataque diurno, e muita concentração para que não estrague todo um trabalho, que poderá ter levado semanas, devido a uma falha, e durante a noite existem muitos tipos de falhas, uma que por vezes sucede é o embriagamento, onde o predador, muitas vezes, como que mostra à presa as suas intenções da forma errada, podendo estragar todo o “trabalho de casa”. Depois, existe também a chamada “batida”, que pode ser feita em equipa ou sozinho, e consiste, basicamente, no avançar por entre o “matagal” de presas que existe numa discoteca, pista de dança, balcões e sofás, procurando por alguma que se mostre interessada em ser “baleada” pelos nossos encantos. De referir que esta modalidade é de grande utilidade para exploração de novos mercados, especialmente de espécimes de fora do nosso local de trabalho, devendo ser aproveitada para a captura de mails e números de telemóvel. Por fim, de referir os instrumentos mais usados na caça nocturna, começando, desde logo, pela utilização, CONTROLADA, do álcool, não só como forma do predador se expandir, estando assim apto para colocar em prática todas as suas capacidades de persuasão, como também, este não é dos que mais gosto mas é muito utilizado, como forma de tornar a presa mais “moldável” e, portanto, de mais fácil acesso ao predador. No entanto, o álcool não faz o trabalho sozinho, sendo que indumentária, cheiro, conversa, capacidade para perceber o momento certo de atacar e skill, são atributos importantes para se caçar à noite com sucesso.
Concluindo, e admitindo que por esse território fora existem muitas outras modalidades da caça nocturna, deixo-vos estas modalidades, que penso serem das mais utilizadas, na actualidade. [2]
Caros leitores, todos os predadores têm um horário preferido para caçar, seja este durante o dia ou pela calada da noite. Alguns preferem um ataque contínuo e mais incidente no desgaste, caso dos diurnos, outros preferem jogar com a inspiração do momento, com a disposição mais propicia ao engate por parte das presas, com a luminosidade, e também com a possibilidade de se mostrarem mais soltos, arrancando algumas vezes para exibições de nível.
Caçar à noite apresenta várias modalidades, em primeiro lugar o chamado “ataque com trabalho de casa”, em que a noite servirá, apenas, para a conclusão de todo um trabalho realizado durante vários dias, quer ao vivo quer através, por exemplo da Internet. Esta modalidade exigirá que o predador em questão detenha também boas qualidades no ataque diurno, e muita concentração para que não estrague todo um trabalho, que poderá ter levado semanas, devido a uma falha, e durante a noite existem muitos tipos de falhas, uma que por vezes sucede é o embriagamento, onde o predador, muitas vezes, como que mostra à presa as suas intenções da forma errada, podendo estragar todo o “trabalho de casa”. Depois, existe também a chamada “batida”, que pode ser feita em equipa ou sozinho, e consiste, basicamente, no avançar por entre o “matagal” de presas que existe numa discoteca, pista de dança, balcões e sofás, procurando por alguma que se mostre interessada em ser “baleada” pelos nossos encantos. De referir que esta modalidade é de grande utilidade para exploração de novos mercados, especialmente de espécimes de fora do nosso local de trabalho, devendo ser aproveitada para a captura de mails e números de telemóvel. Por fim, de referir os instrumentos mais usados na caça nocturna, começando, desde logo, pela utilização, CONTROLADA, do álcool, não só como forma do predador se expandir, estando assim apto para colocar em prática todas as suas capacidades de persuasão, como também, este não é dos que mais gosto mas é muito utilizado, como forma de tornar a presa mais “moldável” e, portanto, de mais fácil acesso ao predador. No entanto, o álcool não faz o trabalho sozinho, sendo que indumentária, cheiro, conversa, capacidade para perceber o momento certo de atacar e skill, são atributos importantes para se caçar à noite com sucesso.
Concluindo, e admitindo que por esse território fora existem muitas outras modalidades da caça nocturna, deixo-vos estas modalidades, que penso serem das mais utilizadas, na actualidade. [2]
14 março 2007
«Vencer o exército adversário sem o combater é o apogeu da arte»
Dos autores do blog
Caros leitores, esta é uma valorosa afirmação de um general de guerra dos tempos antigos, uma espécie de Mourinho daquela altura, sobre a qual decidi reflectir e aplicá-la ás tácticas de guerra e conquista de um espécime do sexo feminino, na actualidade.
De facto, é difícil à maioria dos rapazes conquistar um exemplar do sexo feminino sem ter de fazer um “cerco” à dita cuja, bombardeando-a com catapultas que atiram sinais do tipo “estou apanhado por ti” mas que lá no fundo querem, normalmente, dizer “estou interessado nos teus serviços sexuais, vamo-nos comer?”, para além dos jogos psicológicos e das demonstrações do poderio do nosso reino, vestimo-nos melhor, preocupamo-nos com o cabelo, barba, etc. Mas existem também alguns casos, em que o homem nada tem de fazer para conquistar o espécime feminino, e é sobre estes casos que o autor da frase nos fala, vencer um adversário sem o combater é de facto digno de elogios, mas como o conseguir? Uma das soluções é aquela que o autor nos apresenta, “desfazer-lhe as alianças”, ou seja, no caso do rapaz conquistador consiste em tornar-se alvo de elogios dos espécimes femininos mais próximos do alvo (amigas). Assim, as alianças e possíveis entraves à conquista serão postos de lado, estando ainda o rapaz mais informado em relação a possíveis raparigas que se deixarão conquistar por nós facilmente.
No fundo, aplicando a frase aos dias de hoje, aquilo que o rapaz terá de fazer é, transparecer uma boa imagem para todas as raparigas sendo, querido, simpático, (nunca virando gay) e ter muitos conhecimentos nos territórios femininos, para estar informado dos espécimes que estão interessados, sendo assim possível ao rapaz «Vencer o exército adversário sem o combater». [2]
Caros leitores, esta é uma valorosa afirmação de um general de guerra dos tempos antigos, uma espécie de Mourinho daquela altura, sobre a qual decidi reflectir e aplicá-la ás tácticas de guerra e conquista de um espécime do sexo feminino, na actualidade.
De facto, é difícil à maioria dos rapazes conquistar um exemplar do sexo feminino sem ter de fazer um “cerco” à dita cuja, bombardeando-a com catapultas que atiram sinais do tipo “estou apanhado por ti” mas que lá no fundo querem, normalmente, dizer “estou interessado nos teus serviços sexuais, vamo-nos comer?”, para além dos jogos psicológicos e das demonstrações do poderio do nosso reino, vestimo-nos melhor, preocupamo-nos com o cabelo, barba, etc. Mas existem também alguns casos, em que o homem nada tem de fazer para conquistar o espécime feminino, e é sobre estes casos que o autor da frase nos fala, vencer um adversário sem o combater é de facto digno de elogios, mas como o conseguir? Uma das soluções é aquela que o autor nos apresenta, “desfazer-lhe as alianças”, ou seja, no caso do rapaz conquistador consiste em tornar-se alvo de elogios dos espécimes femininos mais próximos do alvo (amigas). Assim, as alianças e possíveis entraves à conquista serão postos de lado, estando ainda o rapaz mais informado em relação a possíveis raparigas que se deixarão conquistar por nós facilmente.
No fundo, aplicando a frase aos dias de hoje, aquilo que o rapaz terá de fazer é, transparecer uma boa imagem para todas as raparigas sendo, querido, simpático, (nunca virando gay) e ter muitos conhecimentos nos territórios femininos, para estar informado dos espécimes que estão interessados, sendo assim possível ao rapaz «Vencer o exército adversário sem o combater». [2]
01 fevereiro 2007
Teoria “Não há gajas feias, há vodka a menos”
Dos autores do blog. Nota dos autores: Ficamos gratos pelos comentários e pelas 500 views. Agora é sempre a seguir. Quanto ao texto pedido no último comentário, esta de momento em estudo e estará em exibição dentro tempos. Fiquem bem, e até lá.
Caros leitores, trago-vos hoje um tema sobre o qual existem várias opiniões, mas que na minha opinião apenas uma é verídica e deverá ser tomada em conta.
Como provavelmente já se sucedeu com muitos dos nossos leitores, existem noites de festejo e ate mesmo dias em que a vontade de facturar, de caçar e comer a presa, é grande, mas que pelo facto de muitas vezes não haver um exemplar de elevada qualidade a nível dos atributos e de estatuto na sociedade em que nos inserimos, que esteja interessada nos nossos serviços ou se deixe levar pelos nossos encantos optamos por ficar simplesmente a mirar aqueles que com audácia, sorte ou engenho se encontram a “comê-las”… e é então que surge mesmo à nossa frente um exemplar que não tem as qualidades de outros exemplares, mas que bem vistas as coisas “fazia o serviço”.
Começam então as dúvidas, aquelas interrogações e hesitações que surgem sempre antes do acto de comer. Pensamos naquilo que os nossos amigos diriam se devorássemos um espécime que de facto não é de elevada qualidade, apresenta massa gorda a mais, ou ate tem tudo no sítio mas não deve muito a beleza. Pensamos nas repercussões que a nossa atitude pode ter em relação a um outro espécime que andamos a trabalhar e que se for informado do sucedido poderá decidir que de facto nos não a apreciávamos assim tanto, pode-se suceder também, que o espécime que pretendemos adquirir nutre por nos um sentimento de amizade que poderá deteriorar-se após o cometer do acto de curtir. Ou ainda porque simplesmente achamos o exemplar mau demais.
Pois bem meus caros, a minha resposta a todas estas perguntas é a seguinte: Amigo que é amigo apoia, não aponta defeitos e incentiva o comparsa a atacar o espécime mesmo que este não seja dos mais bonitos, não indo depois colocar tal assunto na praça pública, ate porque esse amigo poderá já ter realizado acto semelhante ou vir a cometer, o que é sempre um conforto. Em relação ás repercussões em relação a outra rapariga que poderão vir a ter uma relação, sugiro o seguinte, façam o trabalho bem feito, sem dar nas vistas ou então vejam que se calhar esta na altura de fazer de “cãozinho” e assumir a pele do lobo começando da melhor forma, comendo uma ovelha. Se o espécime que pretendem adquirir for um membro da vossa amizade, pois bem alonguem essa amizade e levem-na para territórios bem mais interessantes onde pode ser que entre o prazer e tirem os dois maior partido dessa mesma amizade.
Por fim e vendo bem as coisas, “não há gajas feias, há vodka a menos”, como muito bem disse fonte chegada à minha pessoa, porque de facto assim é, uma rapariga só é feia enquanto conseguirmos raciocinar de forma correcta, por isso bebam e deixem de raciocinar, evitando todo um mundo de questões, entre as quais as que anteriormente referi. Ou seja, ás vezes, mais vale beber muito, do que ficar a mirar as raparigas bonitas e a chuchar no dedo. [2]
Caros leitores, trago-vos hoje um tema sobre o qual existem várias opiniões, mas que na minha opinião apenas uma é verídica e deverá ser tomada em conta.
Como provavelmente já se sucedeu com muitos dos nossos leitores, existem noites de festejo e ate mesmo dias em que a vontade de facturar, de caçar e comer a presa, é grande, mas que pelo facto de muitas vezes não haver um exemplar de elevada qualidade a nível dos atributos e de estatuto na sociedade em que nos inserimos, que esteja interessada nos nossos serviços ou se deixe levar pelos nossos encantos optamos por ficar simplesmente a mirar aqueles que com audácia, sorte ou engenho se encontram a “comê-las”… e é então que surge mesmo à nossa frente um exemplar que não tem as qualidades de outros exemplares, mas que bem vistas as coisas “fazia o serviço”.
Começam então as dúvidas, aquelas interrogações e hesitações que surgem sempre antes do acto de comer. Pensamos naquilo que os nossos amigos diriam se devorássemos um espécime que de facto não é de elevada qualidade, apresenta massa gorda a mais, ou ate tem tudo no sítio mas não deve muito a beleza. Pensamos nas repercussões que a nossa atitude pode ter em relação a um outro espécime que andamos a trabalhar e que se for informado do sucedido poderá decidir que de facto nos não a apreciávamos assim tanto, pode-se suceder também, que o espécime que pretendemos adquirir nutre por nos um sentimento de amizade que poderá deteriorar-se após o cometer do acto de curtir. Ou ainda porque simplesmente achamos o exemplar mau demais.
Pois bem meus caros, a minha resposta a todas estas perguntas é a seguinte: Amigo que é amigo apoia, não aponta defeitos e incentiva o comparsa a atacar o espécime mesmo que este não seja dos mais bonitos, não indo depois colocar tal assunto na praça pública, ate porque esse amigo poderá já ter realizado acto semelhante ou vir a cometer, o que é sempre um conforto. Em relação ás repercussões em relação a outra rapariga que poderão vir a ter uma relação, sugiro o seguinte, façam o trabalho bem feito, sem dar nas vistas ou então vejam que se calhar esta na altura de fazer de “cãozinho” e assumir a pele do lobo começando da melhor forma, comendo uma ovelha. Se o espécime que pretendem adquirir for um membro da vossa amizade, pois bem alonguem essa amizade e levem-na para territórios bem mais interessantes onde pode ser que entre o prazer e tirem os dois maior partido dessa mesma amizade.
Por fim e vendo bem as coisas, “não há gajas feias, há vodka a menos”, como muito bem disse fonte chegada à minha pessoa, porque de facto assim é, uma rapariga só é feia enquanto conseguirmos raciocinar de forma correcta, por isso bebam e deixem de raciocinar, evitando todo um mundo de questões, entre as quais as que anteriormente referi. Ou seja, ás vezes, mais vale beber muito, do que ficar a mirar as raparigas bonitas e a chuchar no dedo. [2]
23 janeiro 2007
Teoria do “Cão para o poço”
Caros leitores, após largas semanas sem me expressar ou apontar qualquer teoria em que demonstre os defeitos das mulheres ou formas de gestão das mesmas, volto assim ao activo com um assunto que me tem despertado interesse.
Assim, começo por referir uma situação decorrente hoje em dia entre um rapaz e uma rapariga, em que o rapaz por tão apanhado que está é aquilo a que facilmente designamos por “cão”, não só pelo facto de ser incapaz de negar seja aquilo que for ao espécime por que nutre sentimentos que vão alem da amizade, muitas vezes panca ou paixão, e que passa muitas das conversas do dia-a-dia, seja no MSN, telemóvel ou ao vivo, a fazer subir o ego ao espécime adorado, com elogios constantes, perdendo muitas vezes a dignidade. Este predador, que supostamente deveria ser um lobo à caça de ovelhas, esta assim transformado num caniche que serve a sua dona com aquilo que tem, sujeitando-se ás mais diversas coisas, que para ele não são mais do que demonstrações amorosas a que com certeza a mulher dará o devido valor. O que muitas vezes não acontece, normalmente porque o predador transformado em rato, nunca fez com que elas sentissem falta destes elogios, miminhos e coisas próprias de cãozinho.
A teoria do “Caniche para o poço” defende assim que atiremos a pele de caniche que vestimos para o poço e deixemos os instintos selvagens do lobo que há em nós sobressair, para que elas possam sentir a falta e darem o devido valor ás coisas, muitas vezes passando a olhar o antigo caniche como um verdadeiro lobo, predador e com vontade própria não sendo domesticável por elas, muitas vezes este é um passo muito complicado de dar, devido ao medo que temos em perde-la de vez, nem que isso signifique que apenas se perca aquele beijinho que elas mandam nas mensagens ou o simples facto de saberem quem somos, mas acreditem que vale a pena visto que mesmo que a percam de vez, isso significará duas coisas, a primeira é que ela não vos merecia porque de facto não significavam muito para elas, em segundo e mais importante, recuperaram a vossa dignidade e o estatuto de predador. Mas muitas vezes o que acontece é que elas sentem de facto a falta, e vêem em busca daquilo a que consideram ser seu, o caniche que lhes levanta o ego, mas ao buscarem-no para o trazer de volta entendem a falta que este lhes faz e as situações invertem-se, visto que vocês aprenderam a viver sem elas, mas elas não vivem sem vocês.
Assim vos deixo com mais esta teoria, pedindo desculpa mais uma vez pela prolongada ausência, abraços. [2]
Assim, começo por referir uma situação decorrente hoje em dia entre um rapaz e uma rapariga, em que o rapaz por tão apanhado que está é aquilo a que facilmente designamos por “cão”, não só pelo facto de ser incapaz de negar seja aquilo que for ao espécime por que nutre sentimentos que vão alem da amizade, muitas vezes panca ou paixão, e que passa muitas das conversas do dia-a-dia, seja no MSN, telemóvel ou ao vivo, a fazer subir o ego ao espécime adorado, com elogios constantes, perdendo muitas vezes a dignidade. Este predador, que supostamente deveria ser um lobo à caça de ovelhas, esta assim transformado num caniche que serve a sua dona com aquilo que tem, sujeitando-se ás mais diversas coisas, que para ele não são mais do que demonstrações amorosas a que com certeza a mulher dará o devido valor. O que muitas vezes não acontece, normalmente porque o predador transformado em rato, nunca fez com que elas sentissem falta destes elogios, miminhos e coisas próprias de cãozinho.
A teoria do “Caniche para o poço” defende assim que atiremos a pele de caniche que vestimos para o poço e deixemos os instintos selvagens do lobo que há em nós sobressair, para que elas possam sentir a falta e darem o devido valor ás coisas, muitas vezes passando a olhar o antigo caniche como um verdadeiro lobo, predador e com vontade própria não sendo domesticável por elas, muitas vezes este é um passo muito complicado de dar, devido ao medo que temos em perde-la de vez, nem que isso signifique que apenas se perca aquele beijinho que elas mandam nas mensagens ou o simples facto de saberem quem somos, mas acreditem que vale a pena visto que mesmo que a percam de vez, isso significará duas coisas, a primeira é que ela não vos merecia porque de facto não significavam muito para elas, em segundo e mais importante, recuperaram a vossa dignidade e o estatuto de predador. Mas muitas vezes o que acontece é que elas sentem de facto a falta, e vêem em busca daquilo a que consideram ser seu, o caniche que lhes levanta o ego, mas ao buscarem-no para o trazer de volta entendem a falta que este lhes faz e as situações invertem-se, visto que vocês aprenderam a viver sem elas, mas elas não vivem sem vocês.
Assim vos deixo com mais esta teoria, pedindo desculpa mais uma vez pela prolongada ausência, abraços. [2]
04 dezembro 2006
Fúrias da Guilhotina
Dos autores do blog
Caros leitores, venho por intermédio deste texto expor a nu uma subespécie do sexo oposto. São aquelas que decidi designar por “Fúrias da Guilhotina”(*) ou “Tricoteuses”.
De facto esta espécie, cujo nome me inspirei naquelas mulheres que durante a Revolução Francesa assistiam ás repetidas guilhotinadas e consequentes mortes, principalmente de HOMENS, é aquele grupo de espécimes que rodeiam a nossa namorada e que, por algum motivo não são apologistas da relação existente entre a amiga e o macho, logo dificultando ao máximo a nossa tarefa de manter o namoro. Para isso criam inúmeras situações e envenenam constantemente a cabeça do espécime que nos é querido, levando este a tomar atitudes impensáveis e nefastas para a relação desta mesma com o macho e possivelmente o término do namoro, causado por uma “guilhotinada” a que estas tricoteuses assistem felizes, por que motivo? Desconheço, mas proporei adiante algumas hipóteses, sendo que nenhuma delas é de excluir, já que nas mulheres tudo é possível.
Assim, começo por apresentar o motivo da imaturidade, que tal como o nome indica é motivado pelo facto de estes exemplares ainda não terem atingido uma maturação total do órgão a que vulgarmente designamos por cérebro, e como tal pretendem uma amiga para as suas brincadeirinhas, mas vendo que esta apresenta demasiado ocupada com um espécime do sexo oposto decide-se por recuperar a sua amiga, atacando o macho. Outro motivo que encontrei esta intimamente ligado ao primeiro, sendo que se considerarmos o primeiro ciúmes, este será uma variante, e caracteriza-se pelo possível sentimento de paixão, ou simplesmente panca, que a tricoteuse poderá sentir pelo macho que se encontra ocupado pela amiga, sendo portanto esta relação um alvo a abater, através dos métodos já enunciados e também de outros que ou desconheço ou não referi. O último motivo que enunciarei será o facto de este espécime feminino poder nutrir sentimentos de afecto e paixão por outros do mesmo sexo, ou seja é lésbica, fufa ou como lhe quiserem chamar, e não pensem que será descabido, visto serem inúmeros os casos verificados.
Para terminar, gostaria então de referir apenas que enquanto o macho é submetido a estas artimanhas, a sua relação com o espécime de eleição do sexo oposto (namorada) vai-se detriorando, terminado muitas vezes da mesma forma, vocês na guilhotina e a uns metros de distância, observando atentamente, sendo ate mesmo possível verificar na sua retina um certo brilho devido á excitação, contentamento ou sentimento de trabalho realizado, essas mesmas, as tricoteuses, contentes por ver mais uma cabeça a rolar para poderem logo ir ter com a amiga para a socorrerem de tão chocante e marcante espectáculo, dizendo-lhes que nos éramos um exemplar imperfeito (como se existissem exemplares perfeitos…) e que ainda por cima éramos isto ou mesmo aquilo.
Será então de referir que se querem evitar esta situação têm duas coisas a fazer: ou são aliados das tricoteuses ou então obrigam a vossa namorada a manter-se afastada destes perigosos e sedentos seres. Caros leitores, peço assim a vossa atenção para esta subespécie, vamos fazer-lhes frente e provocar a sua extinção! [2]
(*) As Fúrias da Guilhotina, tratavam-se de mulheres que assistiam alegremente a decapitação numerosa na época da revolução francesa, que sendo estas das poucas espectadoras decorrentes as seguidas decapitações, tinham o hábito de tricotar durante as decapitações, dai o nome de tricoteuses. Tal era o seu prazer neste espectáculo que foram chamadas de Fúrias da Guilhotina.
Caros leitores, venho por intermédio deste texto expor a nu uma subespécie do sexo oposto. São aquelas que decidi designar por “Fúrias da Guilhotina”(*) ou “Tricoteuses”.
De facto esta espécie, cujo nome me inspirei naquelas mulheres que durante a Revolução Francesa assistiam ás repetidas guilhotinadas e consequentes mortes, principalmente de HOMENS, é aquele grupo de espécimes que rodeiam a nossa namorada e que, por algum motivo não são apologistas da relação existente entre a amiga e o macho, logo dificultando ao máximo a nossa tarefa de manter o namoro. Para isso criam inúmeras situações e envenenam constantemente a cabeça do espécime que nos é querido, levando este a tomar atitudes impensáveis e nefastas para a relação desta mesma com o macho e possivelmente o término do namoro, causado por uma “guilhotinada” a que estas tricoteuses assistem felizes, por que motivo? Desconheço, mas proporei adiante algumas hipóteses, sendo que nenhuma delas é de excluir, já que nas mulheres tudo é possível.
Assim, começo por apresentar o motivo da imaturidade, que tal como o nome indica é motivado pelo facto de estes exemplares ainda não terem atingido uma maturação total do órgão a que vulgarmente designamos por cérebro, e como tal pretendem uma amiga para as suas brincadeirinhas, mas vendo que esta apresenta demasiado ocupada com um espécime do sexo oposto decide-se por recuperar a sua amiga, atacando o macho. Outro motivo que encontrei esta intimamente ligado ao primeiro, sendo que se considerarmos o primeiro ciúmes, este será uma variante, e caracteriza-se pelo possível sentimento de paixão, ou simplesmente panca, que a tricoteuse poderá sentir pelo macho que se encontra ocupado pela amiga, sendo portanto esta relação um alvo a abater, através dos métodos já enunciados e também de outros que ou desconheço ou não referi. O último motivo que enunciarei será o facto de este espécime feminino poder nutrir sentimentos de afecto e paixão por outros do mesmo sexo, ou seja é lésbica, fufa ou como lhe quiserem chamar, e não pensem que será descabido, visto serem inúmeros os casos verificados.
Para terminar, gostaria então de referir apenas que enquanto o macho é submetido a estas artimanhas, a sua relação com o espécime de eleição do sexo oposto (namorada) vai-se detriorando, terminado muitas vezes da mesma forma, vocês na guilhotina e a uns metros de distância, observando atentamente, sendo ate mesmo possível verificar na sua retina um certo brilho devido á excitação, contentamento ou sentimento de trabalho realizado, essas mesmas, as tricoteuses, contentes por ver mais uma cabeça a rolar para poderem logo ir ter com a amiga para a socorrerem de tão chocante e marcante espectáculo, dizendo-lhes que nos éramos um exemplar imperfeito (como se existissem exemplares perfeitos…) e que ainda por cima éramos isto ou mesmo aquilo.
Será então de referir que se querem evitar esta situação têm duas coisas a fazer: ou são aliados das tricoteuses ou então obrigam a vossa namorada a manter-se afastada destes perigosos e sedentos seres. Caros leitores, peço assim a vossa atenção para esta subespécie, vamos fazer-lhes frente e provocar a sua extinção! [2]
(*) As Fúrias da Guilhotina, tratavam-se de mulheres que assistiam alegremente a decapitação numerosa na época da revolução francesa, que sendo estas das poucas espectadoras decorrentes as seguidas decapitações, tinham o hábito de tricotar durante as decapitações, dai o nome de tricoteuses. Tal era o seu prazer neste espectáculo que foram chamadas de Fúrias da Guilhotina.
27 novembro 2006
Teoria dos efeitos contrários
Dos autores do blog
Caros leitores, é com grande apreensão, que venho constatar um fenómeno que, para além de o ter comprovado por experiência própria, foi -me também documentado por colegas, amigos e até mesmo gente vagamente conhecida.
Do que pretendo falar é daquela fase da vida em que estamos terrivelmente apaixonados por uma rapariga, e como consequência somos uns queridos, fazemos tudo, quase tipo escravos, só para elas acharem que somos queridos e talvez passem a gostar de nós. Mas muitas vezes isso não acontece e o que acontece sim é que enquanto estamos demasiado concentrados, diria mesmo embriagados naquela espécie de atracção que serve sempre para despertar o nosso “animal”, desprezamos outras raparigas, tratamo-las com desprezo e arrogância, e admiravelmente elas gostam! Ou melhor não gostam, mas ao que consegui apurar junto de alguns exemplares do sexo oposto, sentem-se atraídas por esta atitude. O problema é que nós continuamos demasiadamente “agarrados” e preocupados em fazer papel de queridinho para reparar nestas oportunidades que algumas vezes valem a pena, outras talvez não…
É por isso meus caros, que decidi nomear este pensamento de Teoria dos efeitos Contrários, já que acabamos por atrair a atenção do exemplar que supostamente tratamos pior, demonstrando ainda mais a complexidade ou trocando por miúdos estupidez da mente feminina…
Assim sendo e para finalizar, apelo aos vossos sentidos para que detectem qualquer oportunidade decorrente de uma situação em que se verifique esta teoria, porque se algumas podem não valer a pena, existem outras que valem muito mas mesmo muito um pequeno esforço! Basicamente, tenham os olhos abertos, e acima de tudo, não sejam dependentes delas, saibam “praticar” o acto natural, sozinhos. Um abraço portem-se. [2]
Caros leitores, é com grande apreensão, que venho constatar um fenómeno que, para além de o ter comprovado por experiência própria, foi -me também documentado por colegas, amigos e até mesmo gente vagamente conhecida.
Do que pretendo falar é daquela fase da vida em que estamos terrivelmente apaixonados por uma rapariga, e como consequência somos uns queridos, fazemos tudo, quase tipo escravos, só para elas acharem que somos queridos e talvez passem a gostar de nós. Mas muitas vezes isso não acontece e o que acontece sim é que enquanto estamos demasiado concentrados, diria mesmo embriagados naquela espécie de atracção que serve sempre para despertar o nosso “animal”, desprezamos outras raparigas, tratamo-las com desprezo e arrogância, e admiravelmente elas gostam! Ou melhor não gostam, mas ao que consegui apurar junto de alguns exemplares do sexo oposto, sentem-se atraídas por esta atitude. O problema é que nós continuamos demasiadamente “agarrados” e preocupados em fazer papel de queridinho para reparar nestas oportunidades que algumas vezes valem a pena, outras talvez não…
É por isso meus caros, que decidi nomear este pensamento de Teoria dos efeitos Contrários, já que acabamos por atrair a atenção do exemplar que supostamente tratamos pior, demonstrando ainda mais a complexidade ou trocando por miúdos estupidez da mente feminina…
Assim sendo e para finalizar, apelo aos vossos sentidos para que detectem qualquer oportunidade decorrente de uma situação em que se verifique esta teoria, porque se algumas podem não valer a pena, existem outras que valem muito mas mesmo muito um pequeno esforço! Basicamente, tenham os olhos abertos, e acima de tudo, não sejam dependentes delas, saibam “praticar” o acto natural, sozinhos. Um abraço portem-se. [2]
24 novembro 2006
Teoria do Aquário
Dos Autores do blog
Para todos os rapazes que se sentem tentados a iniciar uma nova incursão no mercado feminino sugiro um dos tipos de politicas entre os vários que podem ser seguidos, trata-se da Teoria do aquário e consiste basicamente na aposta continua em vários espécimes do sexo oposto, com idade inferior á do predador (nós) (de preferência 1 a 2 anos) e que apesar de ainda não serem um exemplar brilhante, apresentam grande potencial num futuro a médio prazo.
Esta aposta tem muitas vantagens, já que o facto de o predador apresentar uma idade superior é sempre um factor a favor, já que pressupõe uma maturidade superior e outras brincadeiras…que permitirão um alcance dos objectivos mínimos mais curto exigindo depois mais trabalho para outros actos. Também o facto de a aposta ser feita em vários exemplares permite que a perda de um para outro predador seja rapidamente compensada por outra rapariga extremamente promissora que surge no mercado. Para alem destas pode-se também considerar a vantagem que é deter à disposição vários espécimes para aqueles momentos de maior carência, que nos afectam a todos!
Uma comparação que gosto de fazer para demonstrar esta teoria é a de um pescador, que por ter um barco demasiado pequeno para pescar atuns muito grandes, decide capturar vários atuns jovens, colocando-os num aquário e alimentando-os regularmente, para que quando atinjam um tamanho aceitável ele os possa consumir. Ora é exactamente assim que se desenvolve a teoria aqui defendida, que apenas peca no aspecto de por vezes os exemplares mais jovens ficarem aficionados demais ao predador, nada que com o tempo não passe!
Assim meus caros leitores, deixo à vossa disposição uma teoria que pensa no futuro e que pode oferecer grandes conquistas, porque para o presente podem sempre encontrar aquelas putéfias que existem em qualquer escola, qualquer lugar, qualquer sociedade.Sem mais assunto de momento um abraço e boas incursões no mercado feminino. [2]
Para todos os rapazes que se sentem tentados a iniciar uma nova incursão no mercado feminino sugiro um dos tipos de politicas entre os vários que podem ser seguidos, trata-se da Teoria do aquário e consiste basicamente na aposta continua em vários espécimes do sexo oposto, com idade inferior á do predador (nós) (de preferência 1 a 2 anos) e que apesar de ainda não serem um exemplar brilhante, apresentam grande potencial num futuro a médio prazo.
Esta aposta tem muitas vantagens, já que o facto de o predador apresentar uma idade superior é sempre um factor a favor, já que pressupõe uma maturidade superior e outras brincadeiras…que permitirão um alcance dos objectivos mínimos mais curto exigindo depois mais trabalho para outros actos. Também o facto de a aposta ser feita em vários exemplares permite que a perda de um para outro predador seja rapidamente compensada por outra rapariga extremamente promissora que surge no mercado. Para alem destas pode-se também considerar a vantagem que é deter à disposição vários espécimes para aqueles momentos de maior carência, que nos afectam a todos!
Uma comparação que gosto de fazer para demonstrar esta teoria é a de um pescador, que por ter um barco demasiado pequeno para pescar atuns muito grandes, decide capturar vários atuns jovens, colocando-os num aquário e alimentando-os regularmente, para que quando atinjam um tamanho aceitável ele os possa consumir. Ora é exactamente assim que se desenvolve a teoria aqui defendida, que apenas peca no aspecto de por vezes os exemplares mais jovens ficarem aficionados demais ao predador, nada que com o tempo não passe!
Assim meus caros leitores, deixo à vossa disposição uma teoria que pensa no futuro e que pode oferecer grandes conquistas, porque para o presente podem sempre encontrar aquelas putéfias que existem em qualquer escola, qualquer lugar, qualquer sociedade.Sem mais assunto de momento um abraço e boas incursões no mercado feminino. [2]
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