Devo confessar, que tenho um especial gosto pelos vestidos. E quando falo dos vestidos, refiro-me também ás roupas menos vulgares. Ou seja, tudo o que não é calças de ganga e uma t-shirt, ou outra coisa qualquer por cima.
Para mim, nada melhor que um vestido. Colado ao corpo. Justo. Principalmente, gosto muito do conjunto: short’s e um top. Para mim, é o perfeito. As calças de ganga, estão gastas. Estão usadas. Parece-me básico e pouco original. Não me atrai. Apesar de ter uma vantagem, que os vestidos não têm: as calças de ganga, tiram-se bem. E podemos tirar apenas a parte de baixo, ou a parte de cima. E os vestidos, esses já é mais complicado. Porque se queremos tirar um pouco da roupa, temos de tirar logo tudo. Mas como dizia, quanto à beleza, nada melhor que um vestido. Parece-me mais bonito e cativante. Mas o problema do vestido, é que também evidencia muito sobre a personalidade da rapariga em questão. Alguém que use um vestido, não é uma “Maria-rapaz”. Mas talvez uma rapariga mais calminha. Mais “menina”. Mais princesa. E as raparigas que usam sempre calças de ganga são, geralmente, mais “Maria-rapaz”. E para quem não conhece o termo, “Maria-rapaz”, no fundo, simboliza a rapariga que não é tão feminina. Que por razoes pessoais, cresceu e hoje não se apoia na sua feminilidade, mas no seu masculinismo. Geralmente, é a rapariga que cresceu com um ou outro irmão. Ou que na escola preferia brincar com os rapazes, do que com as raparigas. E para dar o seu aspecto e lado masculino, prefere vestir calças de ganga e mostrar que é forte. Perdeu o seu lado feminino. O seu lado de rapariga. Mas a “Maria-rapaz”, não representa necessariamente uma porca. Ou seja, apesar de ela não ser tão menina, não significa que ela é muito aberta ou muito “tesuda” (tesuda, que é uma palavra que é usada neste blog com alguma frequência, para caracterizar os rapazes com as hormonas aos pulos. Mas é injusto apenas utilizar no sexo masculino, e a verdade é que as raparigas também têm direito a estar tesudas).
Portanto, como dizia, prefiro os vestidos. Sempre simulam aquele aspecto de menina bonita. De princesa. O que é sempre bonito de se ver e de se ter. Se é que sou entendido por todos os que me lêem. Para mim, nunca fui com as “Maria-rapaz”. Sempre me pareceram muito convencidas. Muito intimidadoras. Muito rapazes. E sempre que estive com uma dessas, metade do tempo estava com medo de levar com um murro nos cornos. Sim porque essas raparigas, ainda dizem umas asneiras, arrotam, bebem cerveja e lutam, à sua maneira, se precisarem.
Enfim, o bom é que há variedade, assim não temos de andar todos atrás das mesmas. Viva à variedade!
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16 setembro 2008
14 setembro 2008
Pitas: querem ser modernas e adultas (4/4)
A última parte deste vasto estudo sobre as pitas. Espero que tenham gostado.
E falta-nos algo importante nas pitas! Oh meus amigos!!! Não estaríamos a falar de pitas se estas não fossem modernas. Cada nick deve de ser extremamente ornamentado com caracteres quase irreconhecíveis à primeira vista, revelando o quanto uma pita está actualizada.
Exemplo 1: •$21,1¤ •$(255,000,128)?µ?as r?l?a? •$21¤ •$(255,128,255)?? ? ? a p??a †?a? a? µ?a ?ae†
Exemplo 2: '$(0000,0000,00000) /-\_€x/-\\Dr/-\ '$(0000,0000,00000)
Sim, um look completamente futurista não é? É o futuro que está aqui!!
E quanto a gostos… sim, uma pita moderna tem de ter gostos extremamente personalizados e modernos!!! Aqui está uma lista pequena dos seus gostos comuns:
- Ida a discotecas
- As bebidas da praxe (Shot's)
- O Ronaldinho da selecção (de certeza que pensavam que era o Dicaprio... ah, mas acontece que o Dicaprio já está fora de moda)
- Morangos com açúcar
- Carros do tuning
- Dinheiro (desde muito novas que se iniciam nesta arte)
- Compras
- Ida ao centro comercial com o grupo
- Beber o cafezinho que faz delas grandes mulheres
- Fazerem comentários em grupo sobre alguém (normalmente é para falar mal de uma outra pita da tribo oponente)
- O nº 69 (na sua maioria é utilizado pelas pitas do Hip Hop) e o 666 (pelas pseudo-góticas)
- As expressões: Winduh (ou lindo), Ninuh, Tax bOm, LoOoOoOoOoL (o lol ultra rigoroso)
- Os smiles de preferência: =))))), =PPPP (sim, sempre com o "=" porque os ":" são pouco fash [expressão recente utilizada para descrever fashion])
Nota: Será que já todos repararam nas expressões ultra sérias e adultas que as pitas fazem quando estão para impressionar todos os que estão à sua volta? Aquela expressão que é como quem não quer a coisa. (há quem saiba o que é) E elas são e continuarão a ser misteriosas. Algumas com brutos decotes, com calcinhas e saias ultra-curtas, mas enfim, estão cá e já dominam tudo à sua volta, mesmo os pensamentos do velhote de 60 anos que mora no andar por cima delas. É a geração perdida. É a geração das pitas, que veio para ficar. São as mulheres de amanhã.
Ainda estou para ver onde é que andam os pais destas miúdas…
E falta-nos algo importante nas pitas! Oh meus amigos!!! Não estaríamos a falar de pitas se estas não fossem modernas. Cada nick deve de ser extremamente ornamentado com caracteres quase irreconhecíveis à primeira vista, revelando o quanto uma pita está actualizada.
Exemplo 1: •$21,1¤ •$(255,000,128)?µ?as r?l?a? •$21¤ •$(255,128,255)?? ? ? a p??a †?a? a? µ?a ?ae†
Exemplo 2: '$(0000,0000,00000) /-\_€x/-\\Dr/-\ '$(0000,0000,00000)
Sim, um look completamente futurista não é? É o futuro que está aqui!!
E quanto a gostos… sim, uma pita moderna tem de ter gostos extremamente personalizados e modernos!!! Aqui está uma lista pequena dos seus gostos comuns:
- Ida a discotecas
- As bebidas da praxe (Shot's)
- O Ronaldinho da selecção (de certeza que pensavam que era o Dicaprio... ah, mas acontece que o Dicaprio já está fora de moda)
- Morangos com açúcar
- Carros do tuning
- Dinheiro (desde muito novas que se iniciam nesta arte)
- Compras
- Ida ao centro comercial com o grupo
- Beber o cafezinho que faz delas grandes mulheres
- Fazerem comentários em grupo sobre alguém (normalmente é para falar mal de uma outra pita da tribo oponente)
- O nº 69 (na sua maioria é utilizado pelas pitas do Hip Hop) e o 666 (pelas pseudo-góticas)
- As expressões: Winduh (ou lindo), Ninuh, Tax bOm, LoOoOoOoOoL (o lol ultra rigoroso)
- Os smiles de preferência: =))))), =PPPP (sim, sempre com o "=" porque os ":" são pouco fash [expressão recente utilizada para descrever fashion])
Nota: Será que já todos repararam nas expressões ultra sérias e adultas que as pitas fazem quando estão para impressionar todos os que estão à sua volta? Aquela expressão que é como quem não quer a coisa. (há quem saiba o que é) E elas são e continuarão a ser misteriosas. Algumas com brutos decotes, com calcinhas e saias ultra-curtas, mas enfim, estão cá e já dominam tudo à sua volta, mesmo os pensamentos do velhote de 60 anos que mora no andar por cima delas. É a geração perdida. É a geração das pitas, que veio para ficar. São as mulheres de amanhã.
Ainda estou para ver onde é que andam os pais destas miúdas…
10 setembro 2008
Pitas: acham-se mulheres, acham-se gente (3/4)
Aqui vai a terceira parte, do recente estudo sobre as pitas.
Tecnicamente, meus amigos, as pitas são todas a mesma merda. No fundo, a sua existência resume-se a perturbar a existência dos outros seres com as suas filosofias de 5ª categoria, com frases e poemas de amor mais batidas que a punheta, e com o seu feitio ultra diferente e especial do resto do mundo.
Nota: É um risco contradizer uma pita. Mesmo que elas estejam erradas, utilizarão expressões que aprenderam nas telenovelas da moda ("Morangos com açúcar", "Rebelde Way") para te fazerem acreditar que possuem sentimentos e uma maneira de "pensar". Concentremo-nos agora no sentido de responsabilidade duma pita:
"Sou uma mulher."
Exemplo 1: #'XtReMe DoIdAh GiRl dUh GuEtToH =)))))) DoRoVuX MiGaX diz: n m xames pitah
É uma ofensa para elas serem chamadas daquilo que são. Sim, porque elas já são mulheres, dentro do seu limitado cérebro que ainda está por desenvolver. Possuem também um forte sentido de crítica e de justiça:
Exemplo 2: $'02 JoAnAh DoIdAh "AdOro-Te MuItO TiAgUh" diz: (nota, quando estão prestes a namorar, elas utilizam o "Adoro-te mt". Boa rapazes, elas são mm fáceis!!!") naum rexpeitax ox sentimentox dax outrax pexoas e dpx elax fikam maguadax contiguh
Sim… elas sabem tudo acerca de sentimentos, o que nos leva a pensar... Que raio é que os "Morangos com açúcar" têm que nós não conseguimos detectar?? Será que são os problemas amorosos da Joana com o Pipo (ou o caralho que seja o nome deles) que as deixam assim???
Tecnicamente, meus amigos, as pitas são todas a mesma merda. No fundo, a sua existência resume-se a perturbar a existência dos outros seres com as suas filosofias de 5ª categoria, com frases e poemas de amor mais batidas que a punheta, e com o seu feitio ultra diferente e especial do resto do mundo.
Nota: É um risco contradizer uma pita. Mesmo que elas estejam erradas, utilizarão expressões que aprenderam nas telenovelas da moda ("Morangos com açúcar", "Rebelde Way") para te fazerem acreditar que possuem sentimentos e uma maneira de "pensar". Concentremo-nos agora no sentido de responsabilidade duma pita:
"Sou uma mulher."
Exemplo 1: #'XtReMe DoIdAh GiRl dUh GuEtToH =)))))) DoRoVuX MiGaX diz: n m xames pitah
É uma ofensa para elas serem chamadas daquilo que são. Sim, porque elas já são mulheres, dentro do seu limitado cérebro que ainda está por desenvolver. Possuem também um forte sentido de crítica e de justiça:
Exemplo 2: $'02 JoAnAh DoIdAh "AdOro-Te MuItO TiAgUh" diz: (nota, quando estão prestes a namorar, elas utilizam o "Adoro-te mt". Boa rapazes, elas são mm fáceis!!!") naum rexpeitax ox sentimentox dax outrax pexoas e dpx elax fikam maguadax contiguh
Sim… elas sabem tudo acerca de sentimentos, o que nos leva a pensar... Que raio é que os "Morangos com açúcar" têm que nós não conseguimos detectar?? Será que são os problemas amorosos da Joana com o Pipo (ou o caralho que seja o nome deles) que as deixam assim???
08 setembro 2008
Pitas: as pitas na net e as pitas góticas (2/4)
Continua aqui o estudo sobre as pitas:
Há que destacar a incrível amabilidade das Pitas entre si: é comum encontrar em todos os tipos de pita nicks que demonstrem que possuem também sentimentos e uma vida amorosa. Por ex:
Exemplo 1: '$'#666 HuAnItAh =))) "AdOwO-vUx Mt MiGaX =))))) NaUm XeI o K fAxIaH xEm vOxEx =)))"
Exemplo 2: '$'#69 LiLiAnAh (l)(F) "Adoro-te Tiago, adoro-te Francisco, Adoro-te Mana, Adoro-te Joana... adoro-te Marlene...." e a lista prossegue... "... adoro-te Ricky, amo-te TiAgUh =)))"
Reparem no "Amo-te TiAgUh" Aqui, a pita provavelmente só namora há coisa de um ou dois dias. Quando a relação tem mais de 3, é costume elas colocarem "Amo-te Mt" no nick ou algo como “GMDT”. Sim, é verdade.
As pitas são uma raça de românticas. Desde a mais pseudo-góticas até à mais beta, todas possuem características determinadas no amor... mas TODAS têm a necessidade de mostrar que têm sentimentos e que têm uma vida amorosa Concentrando-nos agora nas pitas góticas e revoltadas: É verdade meus amigos, mesmo as pitas gótics e revoltadas podem amar. Sim, também elas necessitam. Nesta espécie, é comum haver uma interessante decoração, com cruzes e coisas tipicamente góticas. Os nicks também têm de ser "Devil's" como Lady Suicide ou Morbid Angel ou Vampire of Death. As frases características também fazem parte, mas neste caso com uma aproximação deveras mais "dark":
Exemplo 1: †.. Vampira Obscura do Inferno cheia de Sangue...† "Amo-te muito, mas quero morrer porque a vida é uma merda."
Exemplo 2: †.. Deusa da Morte sem Fim e da tortura miserável infernal e flagelante...† "Adoro-te muito mor, mas quero morrer."
E apesar de todo este amor, por vezes constatamos a maneira como se tratassem entre si. Algo como “Adoro-te vaca” ou “És e sempre serás a minha porca” ou “Quero-te para sempre minha puta!”. Que espécie estranha…
Há que destacar a incrível amabilidade das Pitas entre si: é comum encontrar em todos os tipos de pita nicks que demonstrem que possuem também sentimentos e uma vida amorosa. Por ex:
Exemplo 1: '$'#666 HuAnItAh =))) "AdOwO-vUx Mt MiGaX =))))) NaUm XeI o K fAxIaH xEm vOxEx =)))"
Exemplo 2: '$'#69 LiLiAnAh (l)(F) "Adoro-te Tiago, adoro-te Francisco, Adoro-te Mana, Adoro-te Joana... adoro-te Marlene...." e a lista prossegue... "... adoro-te Ricky, amo-te TiAgUh =)))"
Reparem no "Amo-te TiAgUh" Aqui, a pita provavelmente só namora há coisa de um ou dois dias. Quando a relação tem mais de 3, é costume elas colocarem "Amo-te Mt" no nick ou algo como “GMDT”. Sim, é verdade.
As pitas são uma raça de românticas. Desde a mais pseudo-góticas até à mais beta, todas possuem características determinadas no amor... mas TODAS têm a necessidade de mostrar que têm sentimentos e que têm uma vida amorosa Concentrando-nos agora nas pitas góticas e revoltadas: É verdade meus amigos, mesmo as pitas gótics e revoltadas podem amar. Sim, também elas necessitam. Nesta espécie, é comum haver uma interessante decoração, com cruzes e coisas tipicamente góticas. Os nicks também têm de ser "Devil's" como Lady Suicide ou Morbid Angel ou Vampire of Death. As frases características também fazem parte, mas neste caso com uma aproximação deveras mais "dark":
Exemplo 1: †.. Vampira Obscura do Inferno cheia de Sangue...† "Amo-te muito, mas quero morrer porque a vida é uma merda."
Exemplo 2: †.. Deusa da Morte sem Fim e da tortura miserável infernal e flagelante...† "Adoro-te muito mor, mas quero morrer."
E apesar de todo este amor, por vezes constatamos a maneira como se tratassem entre si. Algo como “Adoro-te vaca” ou “És e sempre serás a minha porca” ou “Quero-te para sempre minha puta!”. Que espécie estranha…
04 setembro 2008
Pitas: todas iguais, todas diferentes (1/4)
Foi feito um estudo e os cientistas descobriram uma maneira de classificar os tipos de Pita. Acho que todos vamos concordar com praticamente tudo o que é dito aqui.
Conceito de Pita: Pita é qualquer rapariga com a mania que é: Boa, Inteligente, Chic, Dread, Gótica, Revoltada, Perita em abreviaturas incompreensíveis pelo cérebro humano e por fim, Religiosa .
Assim podemos dividir esta raça em tipos:
Pita Temporal: Só é pita por causa da idade, alta probabilidade de se transformar numa Pita SMS.
Pita SMS: É PXiXuH XpWiKaR?
Pita Beta: Sempre com uma camisa cor-de-rosa, sente-se superior e so anda com as do seu tipo, existe uma alta probabilidade de morar em Cascais, é sempre muito sensível e se ouve palavrões entra em estado de choque.
Pita Imitadora: O tipo de pita que não tem personalidade, logo recorre ás amigas que, embora tenham o seu próprio estilo, o imitaram de alguém. Provavelmente de um desses programas da juventude fútil, que muito passam pela televisão.
Também se julga boa porque anda com as boas portanto sente-se nesse direito.
Pita HipHop: Anda sempre vestida como as mulheres nos videoclips de hip hop, com as boinas e assim e sabem as letras de todos os "sons" de hiphop tuga. A mania que é boa mantém-se como na maior parte do tipo de pitas.
Pita pseudo-gótica: são sempre muito revoltadas com o mundo e só as amigas é que as compreendem, vestem-se de preto, gostam de vampiros, bruxas e música gótica que para elas significa Linkin Park.
Pita pseudo-revoltada: Nem todas as pitas que são umas revoltadas têm que ser góticas, este tipo de pita, é o extremo da revolta, por exemplo, se a sua mãe lhe diz que ela devia ir á escola, está a pressioná-la demasiado, MAS, se ela lhe diz para não ir, a pita responde que a sua mãe não se preocupa com os seus estudos. Do seu ponto de vista, ninguém a compreende.
Pita pseudo-intelectual: Vida baseada no estudo para quando for grande ser Senhora Doutora como a mamã ou o papá. Completamente anti-social e que aceita o tipo de vida deprimente que lhe é imposto.
Pita pseudo-lésbica: anda sempre atrás das amigas vá ela para onde for, o que gera o síndrome-do-salto-para-o-poço. Se uma vai á casa de banho esta tem que ir ou a sua amizade acaba. Uma vai para a cama com o namorado? Não pode ir sem a amiga porque tem pena que esta fique sozinha.
Pita pseudo-religiosa: Vai á missa e toda a gente pensa que ela é um anjo, quando está com um gajo qualquer, seja ele quem for, faz tudo e mais alguma coisa. A probabilidade de ser ninfomaníaca é alta.
Conceito de Pita: Pita é qualquer rapariga com a mania que é: Boa, Inteligente, Chic, Dread, Gótica, Revoltada, Perita em abreviaturas incompreensíveis pelo cérebro humano e por fim, Religiosa .
Assim podemos dividir esta raça em tipos:
Pita Temporal: Só é pita por causa da idade, alta probabilidade de se transformar numa Pita SMS.
Pita SMS: É PXiXuH XpWiKaR?
Pita Beta: Sempre com uma camisa cor-de-rosa, sente-se superior e so anda com as do seu tipo, existe uma alta probabilidade de morar em Cascais, é sempre muito sensível e se ouve palavrões entra em estado de choque.
Pita Imitadora: O tipo de pita que não tem personalidade, logo recorre ás amigas que, embora tenham o seu próprio estilo, o imitaram de alguém. Provavelmente de um desses programas da juventude fútil, que muito passam pela televisão.
Também se julga boa porque anda com as boas portanto sente-se nesse direito.
Pita HipHop: Anda sempre vestida como as mulheres nos videoclips de hip hop, com as boinas e assim e sabem as letras de todos os "sons" de hiphop tuga. A mania que é boa mantém-se como na maior parte do tipo de pitas.
Pita pseudo-gótica: são sempre muito revoltadas com o mundo e só as amigas é que as compreendem, vestem-se de preto, gostam de vampiros, bruxas e música gótica que para elas significa Linkin Park.
Pita pseudo-revoltada: Nem todas as pitas que são umas revoltadas têm que ser góticas, este tipo de pita, é o extremo da revolta, por exemplo, se a sua mãe lhe diz que ela devia ir á escola, está a pressioná-la demasiado, MAS, se ela lhe diz para não ir, a pita responde que a sua mãe não se preocupa com os seus estudos. Do seu ponto de vista, ninguém a compreende.
Pita pseudo-intelectual: Vida baseada no estudo para quando for grande ser Senhora Doutora como a mamã ou o papá. Completamente anti-social e que aceita o tipo de vida deprimente que lhe é imposto.
Pita pseudo-lésbica: anda sempre atrás das amigas vá ela para onde for, o que gera o síndrome-do-salto-para-o-poço. Se uma vai á casa de banho esta tem que ir ou a sua amizade acaba. Uma vai para a cama com o namorado? Não pode ir sem a amiga porque tem pena que esta fique sozinha.
Pita pseudo-religiosa: Vai á missa e toda a gente pensa que ela é um anjo, quando está com um gajo qualquer, seja ele quem for, faz tudo e mais alguma coisa. A probabilidade de ser ninfomaníaca é alta.
28 junho 2008
Reter a Ejaculação (não se vir)
Eu, primeiro que tudo, ia jurar que era “ejeculação” mas o corrector de Word pede para por “ejaculação”. Quem sou eu para o contrariar.
Bom, a questão de um tipo não se vir antes de tempo, atormenta cada um de nós, homens. Sim é verdade que nós nos queremos vir e que se pudéssemos vínhamo-nos sempre que nos apetecia. A verdade é que poucas raparigas vão querer fazer mais sexo com um tipo que não sabe durar tempo suficiente para lhes dar prazer. Sem dúvida que podemos fazer muitos preliminares. Mas até que pouco é que depois de várias dezenas de minutos de preliminares, é que temos o direito de nos virmos em segundos? Portanto, torna-se óbvio, que temos de adiar a nossa altura em que nos vimos. Não só para podermos dar-lhes prazer, mas também para conseguirmos estar outra vez com elas.
Sim porque estar com uma mulher, é como comer num bom restaurante. Sendo nós os donos do restaurante, elas só voltam se o serviço for bom e a comida valha o seu preço. Também é possível, a partir desta ideia do restaurante, concluir outras coisas. Existem os restaurantes rascos, em que o serviço é mau e a comida não vale nada, mas em compensação os preços são baixos. E mesmo assim, existem sempre alguns clientes que vão lá comer. Mas partindo do principio que estamos a gerir um bom restaurante e que procuramos clientes de alto gabarito e com posses monetários, então temos que tratar bem os clientes.
Ora, a questão de um tipo não se vir antes de tempo, passa muito, a meu ver (e seguindo a perspectiva de tudo o que li e consultei sobre o assunto) pelo treino. Como todos nós damos “uma limpeza ao mastro” várias vezes por semana, recomendo o seguinte treino:
- Quando se estiver a vir, estrangule o animal pela parte que liga ao corpo, perto dos tomates. Se resultar, não te vens e consegues continuar em estado “on”. Podes repetir este processo as vezes que quiseres;
- Sempre que se for mijar, pare de mijar por cinco segundos, mije de novo, pare de mijar de novo por mais cinco segundos, e recomece até não haver mais mijo;
Agora, podem acreditar na minha palavra, que isto vai dar resultado. Tenho tido das melhores ejaculações da minha vida e recomendo a toda a gente para seguir estes exercícios. Sim, porque para além de aguentares bem mais tempo, quando chega a altura de te vires, tiras muito mais prazer. Como se o tempo que te esforçaste para não te vir, compensa-se te com um prazer enorme.
Eu digo-vos, o futuro passa por aqui!
Bom, a questão de um tipo não se vir antes de tempo, atormenta cada um de nós, homens. Sim é verdade que nós nos queremos vir e que se pudéssemos vínhamo-nos sempre que nos apetecia. A verdade é que poucas raparigas vão querer fazer mais sexo com um tipo que não sabe durar tempo suficiente para lhes dar prazer. Sem dúvida que podemos fazer muitos preliminares. Mas até que pouco é que depois de várias dezenas de minutos de preliminares, é que temos o direito de nos virmos em segundos? Portanto, torna-se óbvio, que temos de adiar a nossa altura em que nos vimos. Não só para podermos dar-lhes prazer, mas também para conseguirmos estar outra vez com elas.
Sim porque estar com uma mulher, é como comer num bom restaurante. Sendo nós os donos do restaurante, elas só voltam se o serviço for bom e a comida valha o seu preço. Também é possível, a partir desta ideia do restaurante, concluir outras coisas. Existem os restaurantes rascos, em que o serviço é mau e a comida não vale nada, mas em compensação os preços são baixos. E mesmo assim, existem sempre alguns clientes que vão lá comer. Mas partindo do principio que estamos a gerir um bom restaurante e que procuramos clientes de alto gabarito e com posses monetários, então temos que tratar bem os clientes.
Ora, a questão de um tipo não se vir antes de tempo, passa muito, a meu ver (e seguindo a perspectiva de tudo o que li e consultei sobre o assunto) pelo treino. Como todos nós damos “uma limpeza ao mastro” várias vezes por semana, recomendo o seguinte treino:
- Quando se estiver a vir, estrangule o animal pela parte que liga ao corpo, perto dos tomates. Se resultar, não te vens e consegues continuar em estado “on”. Podes repetir este processo as vezes que quiseres;
- Sempre que se for mijar, pare de mijar por cinco segundos, mije de novo, pare de mijar de novo por mais cinco segundos, e recomece até não haver mais mijo;
Agora, podem acreditar na minha palavra, que isto vai dar resultado. Tenho tido das melhores ejaculações da minha vida e recomendo a toda a gente para seguir estes exercícios. Sim, porque para além de aguentares bem mais tempo, quando chega a altura de te vires, tiras muito mais prazer. Como se o tempo que te esforçaste para não te vir, compensa-se te com um prazer enorme.
Eu digo-vos, o futuro passa por aqui!
27 fevereiro 2008
Assunto Banido
Venho falar dos assuntos banidos. Passo a explicar. Ás vezes, quando estamos com um ou outro amigo, damos por nós a falar de uma ex, ou mesmo a mencionar uma rapariga que nos dá a volta á cabeça, apesar de estar comprometida, ou de um amor não correspondido. E sempre que falamos dessa rapariga em questão, entristecemos, e cria mau ambiente. É com prazer que vos dou a solução para este problema: assunto banido.
Vão ter com um amigo vosso de confiança e digam:
“Nunca mais falamos desta gaja, o assunto é banido.”
E nunca mais se fala dela! Acreditem que resulta, e funciona bem. A rapariga, se nunca mais falarem dela “morrer”. E consequentemente, será mais fácil esquece-la. Pode parecer violento, mas é a única solução! Quantas vezes não damos por nós a falar de como foram bons “aqueles tempos”, ou de como aquela rapariga quando passa por nós “faz o tempo parar”. Não pode ser. O assunto tem de estar banido, para nunca mais ser mencionado outra vez. Dou-vos portanto a solução para nunca mais se falar “desta” ou “daquela” rapariga.
O problema, contudo, de nunca mais se falar de uma outra rapariga, é que á certa altura não se pode falar de ninguém, porque o tema foi banido por um ou outro gajo. Mas enfim, é uma desintoxicação necessária. Para conseguir ultrapassar as raparigas que sabemos que nunca iremos namorar. Tratem de banir essas raparigas que são impossíveis da vossa cabeça, ou vão perder tempo essencial. Tempo que podiam perder com uma rapariga diferente, uma que vos respeite e goste de vocês.
Vão ter com um amigo vosso de confiança e digam:
“Nunca mais falamos desta gaja, o assunto é banido.”
E nunca mais se fala dela! Acreditem que resulta, e funciona bem. A rapariga, se nunca mais falarem dela “morrer”. E consequentemente, será mais fácil esquece-la. Pode parecer violento, mas é a única solução! Quantas vezes não damos por nós a falar de como foram bons “aqueles tempos”, ou de como aquela rapariga quando passa por nós “faz o tempo parar”. Não pode ser. O assunto tem de estar banido, para nunca mais ser mencionado outra vez. Dou-vos portanto a solução para nunca mais se falar “desta” ou “daquela” rapariga.
O problema, contudo, de nunca mais se falar de uma outra rapariga, é que á certa altura não se pode falar de ninguém, porque o tema foi banido por um ou outro gajo. Mas enfim, é uma desintoxicação necessária. Para conseguir ultrapassar as raparigas que sabemos que nunca iremos namorar. Tratem de banir essas raparigas que são impossíveis da vossa cabeça, ou vão perder tempo essencial. Tempo que podiam perder com uma rapariga diferente, uma que vos respeite e goste de vocês.
01 fevereiro 2008
Floribela, o que é eles te fizeram?!
Não quis acreditar, é que não quis mesmo. Quando soube que tinhas mudado, Floribela, eu não quis acreditar. Disseram alto e bom som:
“Meu, ela perdeu aquela simplicidade toda, está alta porca!”
E contudo, não quis acreditar! O que poderia ter tirado aquela tua pureza, aquela carinha de criança? Aquela inocência de menina? Não sei, mas a verdade é que me fascinavas quando eras assim:

E assustei-me quando te vi assim:

PORRA! Aonde é que arranjas aquelas amigas? Estou espantado, por amor de Deus. Alias, vou tirar os emplastros e colocar de novo a pergunta:

Aonde é que arranjas-te aquelas amigas??? Que raio, aquilo não estava ali, não podia estar. Como é que eu não vi aquilo? Não sei, fico confuso, e depois vi-te no “Dança Comigo”, a seres gozada pela Catarina Furtado.
O solário? Grandes mudanças? Mas que raio te fizeram minha Luciana Abreu!?
Cá para mim, vendes-te, desavergonhada pa! Sacana do gajo que te tirou a virgindade, abriu-te os olhos e agora tas aí a render. Que raio Luciana, tu no fundo gostas mesmo das criancinhas. Antes, viam-te na Tv, cantavam as tuas canções e sorriam de felicidade. Hoje, vêm-te na Tv, desapertam a berguilha, e sorriem de felicidade, ainda maior. Realmente tu queres mesmo crescer com eles. Tou lixado contigo. De gajas com atitude “puta” temos aí aos molhos, mas de meninas puritanas e bonitas…
Enfim, lá vou eu dar uma olhada pela FHM.
“Meu, ela perdeu aquela simplicidade toda, está alta porca!”
E contudo, não quis acreditar! O que poderia ter tirado aquela tua pureza, aquela carinha de criança? Aquela inocência de menina? Não sei, mas a verdade é que me fascinavas quando eras assim:

E assustei-me quando te vi assim:
PORRA! Aonde é que arranjas aquelas amigas? Estou espantado, por amor de Deus. Alias, vou tirar os emplastros e colocar de novo a pergunta:
Aonde é que arranjas-te aquelas amigas??? Que raio, aquilo não estava ali, não podia estar. Como é que eu não vi aquilo? Não sei, fico confuso, e depois vi-te no “Dança Comigo”, a seres gozada pela Catarina Furtado.
O solário? Grandes mudanças? Mas que raio te fizeram minha Luciana Abreu!?
Cá para mim, vendes-te, desavergonhada pa! Sacana do gajo que te tirou a virgindade, abriu-te os olhos e agora tas aí a render. Que raio Luciana, tu no fundo gostas mesmo das criancinhas. Antes, viam-te na Tv, cantavam as tuas canções e sorriam de felicidade. Hoje, vêm-te na Tv, desapertam a berguilha, e sorriem de felicidade, ainda maior. Realmente tu queres mesmo crescer com eles. Tou lixado contigo. De gajas com atitude “puta” temos aí aos molhos, mas de meninas puritanas e bonitas…
Enfim, lá vou eu dar uma olhada pela FHM.
26 janeiro 2008
Gregório e Promessas
Bebemos demais, vomitamos, e mais tarde ou mais cedo, repetimos tudo mais uma vez. Pessoalmente, já estou um pouco cansado dessa rotina maldisposta. Primeiro, porque dói-me a barriga, e segundo, porque a ressaca é fodida. Acho que se nos damos ao luxo de nos gregar, numa festa com amigos, é porque sabemos que não vão gozar. Pelo menos muito!
Uma coisa é certa, gregei-me muito recentemente, e fico fodido. Porque sei que até resistia bem com a bebida, o problema foi o tabaco e charutos. Todos entusiasmados com o charuto, davam uma passa ficam logo mal dispostos. E eu, sozinho e bem disposto, mamei dois charrutos, praticamente sozinho. Alta parvoíce. E agora estou com uma dor de barriga do caraças. Dá que pensar nas minhas prioridades.
Já noto uma barriga, e só tenho abdominais quando não como há muito tempo. O que só prova que estou a ser controlado pelos meus vícios. Uma coisa é certa, um homem é um ser que tem de encontrar o seu equilíbrio mental e físico. Se ambos não estiverem em sintonia, nunca seremos felizes. Portanto, aqui e agora, vou fazer promessas. Porque depois de um grego bem forte, é tempo de pensarmos em promessas:
- Prometo que nunca mais fumo; (e contudo tenho um charruto guardado no meu quarto)
- Prometo que só volto a beber daqui a um mês e meio; (e contudo também tenho, ao lado do charruto, duas minis e um vodka)
- Prometo também voltar a praticar desporto; (não sei é quando)
- E por fim, prometo trabalhar mais, para ter algum futuro. (apesar de achar isso difícil já que trabalho consideravelmente)
Deixo-vos com as minhas promessas, e também com os meus defeitos. Será que de facto servem para alguma coisa as promessas? Não sei, mas faço-as vezes e vezes sem conta á medida que o tempo passa. O tempo passa, o corpo envelhece. Que se foda!
“Cape Diem” – Aproveita o dia
Uma coisa é certa, gregei-me muito recentemente, e fico fodido. Porque sei que até resistia bem com a bebida, o problema foi o tabaco e charutos. Todos entusiasmados com o charuto, davam uma passa ficam logo mal dispostos. E eu, sozinho e bem disposto, mamei dois charrutos, praticamente sozinho. Alta parvoíce. E agora estou com uma dor de barriga do caraças. Dá que pensar nas minhas prioridades.
Já noto uma barriga, e só tenho abdominais quando não como há muito tempo. O que só prova que estou a ser controlado pelos meus vícios. Uma coisa é certa, um homem é um ser que tem de encontrar o seu equilíbrio mental e físico. Se ambos não estiverem em sintonia, nunca seremos felizes. Portanto, aqui e agora, vou fazer promessas. Porque depois de um grego bem forte, é tempo de pensarmos em promessas:
- Prometo que nunca mais fumo; (e contudo tenho um charruto guardado no meu quarto)
- Prometo que só volto a beber daqui a um mês e meio; (e contudo também tenho, ao lado do charruto, duas minis e um vodka)
- Prometo também voltar a praticar desporto; (não sei é quando)
- E por fim, prometo trabalhar mais, para ter algum futuro. (apesar de achar isso difícil já que trabalho consideravelmente)
Deixo-vos com as minhas promessas, e também com os meus defeitos. Será que de facto servem para alguma coisa as promessas? Não sei, mas faço-as vezes e vezes sem conta á medida que o tempo passa. O tempo passa, o corpo envelhece. Que se foda!
“Cape Diem” – Aproveita o dia
10 janeiro 2008
Teoria do Banco
Do autor [1] do blog
Quero falar de um caso, que a meu ver, é um problema: ter uma rapariga no banco. Passo a explicar, suponhamos que uma rapariga gosta de nós. Já curtimos com ela e tudo, mas achámos que não ia resultar. Contudo, dizemos a ela que talvez dê, mas que agora não. Ela fica a pensar bem de nós. Fica a achar que talvez resulte, mas não agora. Que nós só não namoramos agora porque achamos que “podia dar para o torto”. É claro que isto é mentira, nós só a queremos ter no banco. Ou seja, lá guardada, no cofre do banco.
Quais são as vantagens de ter uma rapariga no cofre? Não estamos lá a guarda-lo, portanto ela até pode curtir com outros. E nos também. Mas em princípio (ás vezes não resulta), podemos ir lá curtir com ela, e depois voltar a pô-la no banco. E ela não refila, porque acha que estamos a fazer o certo para a relação. Relação essa que poderá nunca existir.
É óbvio que todos nós gostamos de ter uma (ou mais) no cofre. Quem sabe, elas também gostem disso. Quer dizer, as tantas, nos estamos sempre garantidos no cofre delas! Quer dizer, que rapaz iria recusar curtir com uma rapariga? A menos que ela fosse feinha, xata como o caraças, enervante ou estivesse numa posição influente com as outras miúdas; então, se não for nenhuma das que referi, seria impossível negarmos curtir com ela. Mas esquecendo isso, venho aqui dizer, que ter uma no banco, não é assim tão bom.
A gaja mais tarde ou mais cedo vai se evadir, e fugir do banco, ou alguém a vai tirar de lá. Foi o meu caso. Senti uma certa amizade e pena por uma rapariga que estava bem lá metida no banco de outro rapaz. Acabei por a tirar do banco. Ponham-se na posição delas. É fodido estar no banco. Nós também podemos estar. Quando nos apaixonamos por uma miúda, e ela nunca dá bola. Também estamos no banco. Não apoiem os bancos. Tenham o dinheiro na mão.
Quero falar de um caso, que a meu ver, é um problema: ter uma rapariga no banco. Passo a explicar, suponhamos que uma rapariga gosta de nós. Já curtimos com ela e tudo, mas achámos que não ia resultar. Contudo, dizemos a ela que talvez dê, mas que agora não. Ela fica a pensar bem de nós. Fica a achar que talvez resulte, mas não agora. Que nós só não namoramos agora porque achamos que “podia dar para o torto”. É claro que isto é mentira, nós só a queremos ter no banco. Ou seja, lá guardada, no cofre do banco.
Quais são as vantagens de ter uma rapariga no cofre? Não estamos lá a guarda-lo, portanto ela até pode curtir com outros. E nos também. Mas em princípio (ás vezes não resulta), podemos ir lá curtir com ela, e depois voltar a pô-la no banco. E ela não refila, porque acha que estamos a fazer o certo para a relação. Relação essa que poderá nunca existir.
É óbvio que todos nós gostamos de ter uma (ou mais) no cofre. Quem sabe, elas também gostem disso. Quer dizer, as tantas, nos estamos sempre garantidos no cofre delas! Quer dizer, que rapaz iria recusar curtir com uma rapariga? A menos que ela fosse feinha, xata como o caraças, enervante ou estivesse numa posição influente com as outras miúdas; então, se não for nenhuma das que referi, seria impossível negarmos curtir com ela. Mas esquecendo isso, venho aqui dizer, que ter uma no banco, não é assim tão bom.
A gaja mais tarde ou mais cedo vai se evadir, e fugir do banco, ou alguém a vai tirar de lá. Foi o meu caso. Senti uma certa amizade e pena por uma rapariga que estava bem lá metida no banco de outro rapaz. Acabei por a tirar do banco. Ponham-se na posição delas. É fodido estar no banco. Nós também podemos estar. Quando nos apaixonamos por uma miúda, e ela nunca dá bola. Também estamos no banco. Não apoiem os bancos. Tenham o dinheiro na mão.
18 dezembro 2007
O álcool, mais uma vez
Dos autores do blog
Viva ao álcool, mais uma vez. Estive, mais uma vez, numa festa. Os três autores foram juntos com mais uma malta amiga, enfrascar, delirar e festejar. Acontece que não vou relatar a noite, apesar de ter sido uma grande festa sem dúvida, vou sim relatar outro caso. A festa foi boa, apesar de não haver raparigas, mas algo se passou. Dois dos marmanjos que lá estavam na festa, já com os copos disseram:
“Eu amo a (x/y)!”
E disseram-no mais que uma vez. Será que só dizemos a verdade quando estamos bêbados? É possível. Apesar de, quando estamos bêbados, não dizemos coisa com coisa. E num segundo podemos estar a dizer uma coisa, e no outro já estamos a dizer algo completamente diferente. Portanto, a verdade é esta, quando estamos bêbados simplesmente não pensamos antes de falar. Quase como se tudo o que fazemos, não sai da cabeça, mas do efeito do álcool. Não pensamos, fazemos. Apesar de tudo, somos capazes de mentir quando estamos bêbados. Mas acho que o fazemos, mais porque temos medo de dizer alguma verdade escondida.
Portanto, é fodido que quando estamos bêbados, dizemos coisas que sóbrios, dificilmente diríamos. E é assim. É uma realidade que nenhum de nós pode ignorar. E se elas tivessem ali quando eles disseram que as amavam? Será que elas os levavam a sério? Ou simplesmente os mandariam á merda?
O que quer que aconteça, o álcool ajuda a superar ambos os casos.
Escrito pelo Autor [1]
Viva ao álcool, mais uma vez. Estive, mais uma vez, numa festa. Os três autores foram juntos com mais uma malta amiga, enfrascar, delirar e festejar. Acontece que não vou relatar a noite, apesar de ter sido uma grande festa sem dúvida, vou sim relatar outro caso. A festa foi boa, apesar de não haver raparigas, mas algo se passou. Dois dos marmanjos que lá estavam na festa, já com os copos disseram:
“Eu amo a (x/y)!”
E disseram-no mais que uma vez. Será que só dizemos a verdade quando estamos bêbados? É possível. Apesar de, quando estamos bêbados, não dizemos coisa com coisa. E num segundo podemos estar a dizer uma coisa, e no outro já estamos a dizer algo completamente diferente. Portanto, a verdade é esta, quando estamos bêbados simplesmente não pensamos antes de falar. Quase como se tudo o que fazemos, não sai da cabeça, mas do efeito do álcool. Não pensamos, fazemos. Apesar de tudo, somos capazes de mentir quando estamos bêbados. Mas acho que o fazemos, mais porque temos medo de dizer alguma verdade escondida.
Portanto, é fodido que quando estamos bêbados, dizemos coisas que sóbrios, dificilmente diríamos. E é assim. É uma realidade que nenhum de nós pode ignorar. E se elas tivessem ali quando eles disseram que as amavam? Será que elas os levavam a sério? Ou simplesmente os mandariam á merda?
O que quer que aconteça, o álcool ajuda a superar ambos os casos.
Escrito pelo Autor [1]
15 dezembro 2007
Deixem-me sossegado! (Visão do sossego)
Dos autores do blog
Estou de férias. E estou bem sozinho. Não tenho nenhuma rapariga em mente, e já estou sóbrio á muito tempo. E contudo não tenho vontade ter miúda. Sei que é bom ter miúda, e se não desse trabalho tinha uma agora mesmo. Mas agora sinto-me bem “sozinho”. Na realidade não estou sozinho. Divirto-me. Vou beber uns copos. Combino noitadas. Directas. Festas. Cafés. Não preciso de ter miúda.
E contudo, já me abordaram repetidas vezes com a mesma conversa:
“Tens de arranjar uma miúda.”
Mas porquê? Estou bem como estou! Não sou panelas. Não sou criança. Simplesmente estou bem sozinho. E porque é que estou sozinho? Porque sou adepto do “mais vale sozinho do que mal acompanhado”. As gajas só dão chatices! Crises de ciúmes e discussões estúpidas. E farto disso já eu estou. Portanto sinto-me bem sozinho. Só tem alguns defeitos, que vou enumerar:
- Sempre que batemos uma, sentimo-nos mais sozinhos;
- Temos uma série de amigos a vir ter connosco a tentar arranjar-nos uma miúda (mas depois é só garganta);
- Sentimos uma esperança enorme quando vemos um sms por abrir no visor do telemóvel;
- Pensamos que a rapariga certa vai cair do céu, e que não vamos ter nenhum trabalho para a conseguir.
Estou sozinho, e estou bem assim. Não me melgem! Não me chateiem! Deixem-me divertir em paz! Viva ás festas e ao álcool!
Escrito pelo Autor [1]
Estou de férias. E estou bem sozinho. Não tenho nenhuma rapariga em mente, e já estou sóbrio á muito tempo. E contudo não tenho vontade ter miúda. Sei que é bom ter miúda, e se não desse trabalho tinha uma agora mesmo. Mas agora sinto-me bem “sozinho”. Na realidade não estou sozinho. Divirto-me. Vou beber uns copos. Combino noitadas. Directas. Festas. Cafés. Não preciso de ter miúda.
E contudo, já me abordaram repetidas vezes com a mesma conversa:
“Tens de arranjar uma miúda.”
Mas porquê? Estou bem como estou! Não sou panelas. Não sou criança. Simplesmente estou bem sozinho. E porque é que estou sozinho? Porque sou adepto do “mais vale sozinho do que mal acompanhado”. As gajas só dão chatices! Crises de ciúmes e discussões estúpidas. E farto disso já eu estou. Portanto sinto-me bem sozinho. Só tem alguns defeitos, que vou enumerar:
- Sempre que batemos uma, sentimo-nos mais sozinhos;
- Temos uma série de amigos a vir ter connosco a tentar arranjar-nos uma miúda (mas depois é só garganta);
- Sentimos uma esperança enorme quando vemos um sms por abrir no visor do telemóvel;
- Pensamos que a rapariga certa vai cair do céu, e que não vamos ter nenhum trabalho para a conseguir.
Estou sozinho, e estou bem assim. Não me melgem! Não me chateiem! Deixem-me divertir em paz! Viva ás festas e ao álcool!
Escrito pelo Autor [1]
02 novembro 2007
Tequila e Gregório
Dos autores do blog
Penso que o álcool é essencial. Para além da ressaca que dá, e das dores de barriga, é perfeito. A capacidade que tem de nos libertar e simplesmente descontrair é essencial. Então se for acompanhado com amigos, o álcool lidera.
Contudo, acho que o álcool pode ser muito traiçoeiro. Pode ser um traidor! Então se começamos a pensar em casos com raparigas que não funcionaram. Se pensamos em merdas do passado, aí o álcool não tem a mínima consideração. Ficamos a noite a repetir coisas tristes e toda a gente a tentar que mudemos.
Mas tirando isso, faço uma vénia ao álcool. Á Tequila e ao seu efeito. Ao Gregório e o seu conforto depois de tudo sair. Mesmo quando algumas pessoas enfiam os dedos na goela e insistem que ainda falta sair mais um bocado.
A tudo isso junto e á festa: Para sempre o álcool e o Gregório!
Terrorvision - Tequilla
Ode to Jose the curse of Cuervo,
So hard to say no though it gives one the fever,
Pretends to be friendly,
Then it's all over, over,
It's all over, over,
Pretends to be fine,
Then the curse of Tequila,
It makes me happy,
Con Tequila it feels fine,
Con Tequila when the doors are opened,
And con Tequila when they're calling time,
That's the curse of,
Sierra sunrise and Margarita,
They'll break your heart in the desert heat,
Tell you you're thirsty,
They'll tell you you're sober, sober,
It's all over, over,
They'll tell you you're fine,
Then the curse of Tequila....
If there's a lot on your mind it's there to help you forget,
To relax and rewind and leave behind the regret,
First sip makes you well before you know it it's time,
And you're saying to hell with the salt, lemon and lime,
Salt, lemon and lime, time Tequila,
That's the curse of Tequila.....
Penso que o álcool é essencial. Para além da ressaca que dá, e das dores de barriga, é perfeito. A capacidade que tem de nos libertar e simplesmente descontrair é essencial. Então se for acompanhado com amigos, o álcool lidera.
Contudo, acho que o álcool pode ser muito traiçoeiro. Pode ser um traidor! Então se começamos a pensar em casos com raparigas que não funcionaram. Se pensamos em merdas do passado, aí o álcool não tem a mínima consideração. Ficamos a noite a repetir coisas tristes e toda a gente a tentar que mudemos.
Mas tirando isso, faço uma vénia ao álcool. Á Tequila e ao seu efeito. Ao Gregório e o seu conforto depois de tudo sair. Mesmo quando algumas pessoas enfiam os dedos na goela e insistem que ainda falta sair mais um bocado.
A tudo isso junto e á festa: Para sempre o álcool e o Gregório!
Terrorvision - Tequilla
Ode to Jose the curse of Cuervo,
So hard to say no though it gives one the fever,
Pretends to be friendly,
Then it's all over, over,
It's all over, over,
Pretends to be fine,
Then the curse of Tequila,
It makes me happy,
Con Tequila it feels fine,
Con Tequila when the doors are opened,
And con Tequila when they're calling time,
That's the curse of,
Sierra sunrise and Margarita,
They'll break your heart in the desert heat,
Tell you you're thirsty,
They'll tell you you're sober, sober,
It's all over, over,
They'll tell you you're fine,
Then the curse of Tequila....
If there's a lot on your mind it's there to help you forget,
To relax and rewind and leave behind the regret,
First sip makes you well before you know it it's time,
And you're saying to hell with the salt, lemon and lime,
Salt, lemon and lime, time Tequila,
That's the curse of Tequila.....
13 outubro 2007
Visão Hi5, mundo cancelado
Dos autores do blog
“A tua conta do hi5 foi cancelada
Olá Lusabedoria,
A Equipa de Apoio ao Cliente do hi5 removeu uma imagem que carregaste para a porque viola as Condições de Serviço do hi5.
Os materiais que NÃO são permitidos no hi5 incluem:
- Material pornográfico ou de sexo explícito
- Fotos que tenham sido copiadas do perfil de outro membro sem a sua autorização
- Cópia não autorizada do trabalho de outra pessoa protegido por direitos de autor
- Material ou conteúdo que promova o racismo, fanatismo, ódio ou ofensas físicas de qualquer tipo contra qualquer grupo ou indivíduo
A tua conta do hi5 foi cancelada.
Obrigado,
A equipa do hi5”
Mas está tudo doido? Cancelaram-nos o hi5? Quer dizer, nós, os tipos ás direitas temos o hi5 cancelado? É compreensível até. Tantas imagens de gajas nuas nos álbuns, era uma questão de tempos, No fundo, só tenho pena da malta que não viu as tais imagens! Contudo, acho mal. O hi5 é hoje o maior mercado de carne, e pior que tudo é legal. Hi5 é possível resumir-se em poucas palavras, aqui vai uma tentativa:
Hi5 = pitas a promoverem a sua imagem de biquini + gajos com uma tusa do caralho e sem sexo
Hi5 explicasse assim. O problema do hi5 é que actualmente precisamos dele. Precisamos desse mercado. Precisamos de voltar de férias e ver as nossas amigas todas de biquini, e procurar atentamente, no mundo hi5, por futuras amigas. Também essas com fotos em biquini!
O hi5 é uma merda, e desculpem a expressão. Só serve para aquelas noites de sexta, em que fechados em casa, sem grande rumo, damos por nós mesmos á procura de velhas amigas, novas fantasias, bons momentos, em fotos todas alteradas e cortadas.
O hi5 é um mundo para os sonhadores, que põem lá as fotos pseudo artísticas;
O hi5 é um mundo para as pitas, desejadas de perderem a maldita virgindade;
O hi5 é um mundo para os punheteiros, que inventam histórias e ideias com fotos novas, cada dia diferentes;
O hi5 é um mundo para pedófilos, todos contentes por verem fotos de pequenas pitas que têm o cuidado de porém o mail disponível e fotos bonitinhas, a mostrarem o que não tem;
O hi5 é um mundo para as pessoas giras, porque no hi5 ninguém se julga, todos se tratam bem, e cada pessoa parece boa e bonita;
O hi5 é um mundo.
Mas pessoalmente, preferia que não fosse. [1]
“A tua conta do hi5 foi cancelada
Olá Lusabedoria,
A Equipa de Apoio ao Cliente do hi5 removeu uma imagem que carregaste para a porque viola as Condições de Serviço do hi5.
Os materiais que NÃO são permitidos no hi5 incluem:
- Material pornográfico ou de sexo explícito
- Fotos que tenham sido copiadas do perfil de outro membro sem a sua autorização
- Cópia não autorizada do trabalho de outra pessoa protegido por direitos de autor
- Material ou conteúdo que promova o racismo, fanatismo, ódio ou ofensas físicas de qualquer tipo contra qualquer grupo ou indivíduo
A tua conta do hi5 foi cancelada.
Obrigado,
A equipa do hi5”
Mas está tudo doido? Cancelaram-nos o hi5? Quer dizer, nós, os tipos ás direitas temos o hi5 cancelado? É compreensível até. Tantas imagens de gajas nuas nos álbuns, era uma questão de tempos, No fundo, só tenho pena da malta que não viu as tais imagens! Contudo, acho mal. O hi5 é hoje o maior mercado de carne, e pior que tudo é legal. Hi5 é possível resumir-se em poucas palavras, aqui vai uma tentativa:
Hi5 = pitas a promoverem a sua imagem de biquini + gajos com uma tusa do caralho e sem sexo
Hi5 explicasse assim. O problema do hi5 é que actualmente precisamos dele. Precisamos desse mercado. Precisamos de voltar de férias e ver as nossas amigas todas de biquini, e procurar atentamente, no mundo hi5, por futuras amigas. Também essas com fotos em biquini!
O hi5 é uma merda, e desculpem a expressão. Só serve para aquelas noites de sexta, em que fechados em casa, sem grande rumo, damos por nós mesmos á procura de velhas amigas, novas fantasias, bons momentos, em fotos todas alteradas e cortadas.
O hi5 é um mundo para os sonhadores, que põem lá as fotos pseudo artísticas;
O hi5 é um mundo para as pitas, desejadas de perderem a maldita virgindade;
O hi5 é um mundo para os punheteiros, que inventam histórias e ideias com fotos novas, cada dia diferentes;
O hi5 é um mundo para pedófilos, todos contentes por verem fotos de pequenas pitas que têm o cuidado de porém o mail disponível e fotos bonitinhas, a mostrarem o que não tem;
O hi5 é um mundo para as pessoas giras, porque no hi5 ninguém se julga, todos se tratam bem, e cada pessoa parece boa e bonita;
O hi5 é um mundo.
Mas pessoalmente, preferia que não fosse. [1]
18 junho 2007
Cobra Coral e Falsa Coral
Dos autores do blog
Caros leitores, venho hoje falar-lhes de um tema que muito me tem atormentado a mente ao longo de várias observações que levei a cabo, muitas vezes por mera coincidência. Aquilo de que vos falo é a mudança de postura por parte dos exemplares femininos de um local como a escola para outro como a discoteca, e a forma como ai encaram os espécimes masculinos.
Desta forma começo por descrever uma das possibilidades de comportamento de um possível espécime do sexo feminino, assim esta caracterizar-se-ia por ser extremamente pudica no seu local de trabalho, encara os seus colegas do sexo masculinos como que estes fossem de qualidade inferior, apenas lhes aponta defeitos e tenta mostrar uma superioridade em relação a tudo o que estes machos façam. Apenas se relaciona com as do seu género ou então com algum macho de fora do local de trabalho. Tudo isto comportamentos diurnos. No entanto, esta mesmo fêmea, passadas algumas horas desloca-se a um local de lazer nocturno, onde de forma, aparentemente incompreensível, se torna numa verdadeira oferecida, demonstrando a verdadeira futilidade que há em si e que é incapaz de mostrar durante o dia. Poderiam dizer-me que o que faz com que esta fêmea adquira este comportamento é a sua grande ética laboral, e que por isso faz uma grande distinção entre trabalho e lazer, e eu poderia ate concordar, no entanto questionaria o porquê da vontade de se mostrarem superiores quando afinal a sua superioridade é apenas falsidade, como que uma camuflagem de um animal, mas não um predador, como o tigre que utiliza as suas listas para se aproximar da presa, mas sim do género da Cobra falsa coral, que tem a mesma imagem de uma Cobra Coral que possui um veneno mortal, mas esta não possuindo qualquer tipo de veneno, sendo verdadeiramente inofensiva, e tentando com esta imagem assumir uma posição de predador de topo, que no entanto, não é, servindo a camuflagem como defesa. Ainda de referir o facto de que estas “Falsas Coral” de natureza humana, andam muitas vezes acompanhadas de verdadeiras mulheres mortais, tendo assim a Falsa Coral facilidade em copiar o seu comportamento, e julgando muitas vezes que são verdadeiras Coral.
Para finalizar, meus caros leitores, refiro que Cobras Coral há poucas, Falsas Coral há muitas, por isso meus caros não tenham medo delas, confrontem-nas, afinal elas são inofensivas e só querem manter aquela postura de importantes. [2]
Caros leitores, venho hoje falar-lhes de um tema que muito me tem atormentado a mente ao longo de várias observações que levei a cabo, muitas vezes por mera coincidência. Aquilo de que vos falo é a mudança de postura por parte dos exemplares femininos de um local como a escola para outro como a discoteca, e a forma como ai encaram os espécimes masculinos.
Desta forma começo por descrever uma das possibilidades de comportamento de um possível espécime do sexo feminino, assim esta caracterizar-se-ia por ser extremamente pudica no seu local de trabalho, encara os seus colegas do sexo masculinos como que estes fossem de qualidade inferior, apenas lhes aponta defeitos e tenta mostrar uma superioridade em relação a tudo o que estes machos façam. Apenas se relaciona com as do seu género ou então com algum macho de fora do local de trabalho. Tudo isto comportamentos diurnos. No entanto, esta mesmo fêmea, passadas algumas horas desloca-se a um local de lazer nocturno, onde de forma, aparentemente incompreensível, se torna numa verdadeira oferecida, demonstrando a verdadeira futilidade que há em si e que é incapaz de mostrar durante o dia. Poderiam dizer-me que o que faz com que esta fêmea adquira este comportamento é a sua grande ética laboral, e que por isso faz uma grande distinção entre trabalho e lazer, e eu poderia ate concordar, no entanto questionaria o porquê da vontade de se mostrarem superiores quando afinal a sua superioridade é apenas falsidade, como que uma camuflagem de um animal, mas não um predador, como o tigre que utiliza as suas listas para se aproximar da presa, mas sim do género da Cobra falsa coral, que tem a mesma imagem de uma Cobra Coral que possui um veneno mortal, mas esta não possuindo qualquer tipo de veneno, sendo verdadeiramente inofensiva, e tentando com esta imagem assumir uma posição de predador de topo, que no entanto, não é, servindo a camuflagem como defesa. Ainda de referir o facto de que estas “Falsas Coral” de natureza humana, andam muitas vezes acompanhadas de verdadeiras mulheres mortais, tendo assim a Falsa Coral facilidade em copiar o seu comportamento, e julgando muitas vezes que são verdadeiras Coral.
Para finalizar, meus caros leitores, refiro que Cobras Coral há poucas, Falsas Coral há muitas, por isso meus caros não tenham medo delas, confrontem-nas, afinal elas são inofensivas e só querem manter aquela postura de importantes. [2]
01 fevereiro 2007
Teoria “Não há gajas feias, há vodka a menos”
Dos autores do blog. Nota dos autores: Ficamos gratos pelos comentários e pelas 500 views. Agora é sempre a seguir. Quanto ao texto pedido no último comentário, esta de momento em estudo e estará em exibição dentro tempos. Fiquem bem, e até lá.
Caros leitores, trago-vos hoje um tema sobre o qual existem várias opiniões, mas que na minha opinião apenas uma é verídica e deverá ser tomada em conta.
Como provavelmente já se sucedeu com muitos dos nossos leitores, existem noites de festejo e ate mesmo dias em que a vontade de facturar, de caçar e comer a presa, é grande, mas que pelo facto de muitas vezes não haver um exemplar de elevada qualidade a nível dos atributos e de estatuto na sociedade em que nos inserimos, que esteja interessada nos nossos serviços ou se deixe levar pelos nossos encantos optamos por ficar simplesmente a mirar aqueles que com audácia, sorte ou engenho se encontram a “comê-las”… e é então que surge mesmo à nossa frente um exemplar que não tem as qualidades de outros exemplares, mas que bem vistas as coisas “fazia o serviço”.
Começam então as dúvidas, aquelas interrogações e hesitações que surgem sempre antes do acto de comer. Pensamos naquilo que os nossos amigos diriam se devorássemos um espécime que de facto não é de elevada qualidade, apresenta massa gorda a mais, ou ate tem tudo no sítio mas não deve muito a beleza. Pensamos nas repercussões que a nossa atitude pode ter em relação a um outro espécime que andamos a trabalhar e que se for informado do sucedido poderá decidir que de facto nos não a apreciávamos assim tanto, pode-se suceder também, que o espécime que pretendemos adquirir nutre por nos um sentimento de amizade que poderá deteriorar-se após o cometer do acto de curtir. Ou ainda porque simplesmente achamos o exemplar mau demais.
Pois bem meus caros, a minha resposta a todas estas perguntas é a seguinte: Amigo que é amigo apoia, não aponta defeitos e incentiva o comparsa a atacar o espécime mesmo que este não seja dos mais bonitos, não indo depois colocar tal assunto na praça pública, ate porque esse amigo poderá já ter realizado acto semelhante ou vir a cometer, o que é sempre um conforto. Em relação ás repercussões em relação a outra rapariga que poderão vir a ter uma relação, sugiro o seguinte, façam o trabalho bem feito, sem dar nas vistas ou então vejam que se calhar esta na altura de fazer de “cãozinho” e assumir a pele do lobo começando da melhor forma, comendo uma ovelha. Se o espécime que pretendem adquirir for um membro da vossa amizade, pois bem alonguem essa amizade e levem-na para territórios bem mais interessantes onde pode ser que entre o prazer e tirem os dois maior partido dessa mesma amizade.
Por fim e vendo bem as coisas, “não há gajas feias, há vodka a menos”, como muito bem disse fonte chegada à minha pessoa, porque de facto assim é, uma rapariga só é feia enquanto conseguirmos raciocinar de forma correcta, por isso bebam e deixem de raciocinar, evitando todo um mundo de questões, entre as quais as que anteriormente referi. Ou seja, ás vezes, mais vale beber muito, do que ficar a mirar as raparigas bonitas e a chuchar no dedo. [2]
Caros leitores, trago-vos hoje um tema sobre o qual existem várias opiniões, mas que na minha opinião apenas uma é verídica e deverá ser tomada em conta.
Como provavelmente já se sucedeu com muitos dos nossos leitores, existem noites de festejo e ate mesmo dias em que a vontade de facturar, de caçar e comer a presa, é grande, mas que pelo facto de muitas vezes não haver um exemplar de elevada qualidade a nível dos atributos e de estatuto na sociedade em que nos inserimos, que esteja interessada nos nossos serviços ou se deixe levar pelos nossos encantos optamos por ficar simplesmente a mirar aqueles que com audácia, sorte ou engenho se encontram a “comê-las”… e é então que surge mesmo à nossa frente um exemplar que não tem as qualidades de outros exemplares, mas que bem vistas as coisas “fazia o serviço”.
Começam então as dúvidas, aquelas interrogações e hesitações que surgem sempre antes do acto de comer. Pensamos naquilo que os nossos amigos diriam se devorássemos um espécime que de facto não é de elevada qualidade, apresenta massa gorda a mais, ou ate tem tudo no sítio mas não deve muito a beleza. Pensamos nas repercussões que a nossa atitude pode ter em relação a um outro espécime que andamos a trabalhar e que se for informado do sucedido poderá decidir que de facto nos não a apreciávamos assim tanto, pode-se suceder também, que o espécime que pretendemos adquirir nutre por nos um sentimento de amizade que poderá deteriorar-se após o cometer do acto de curtir. Ou ainda porque simplesmente achamos o exemplar mau demais.
Pois bem meus caros, a minha resposta a todas estas perguntas é a seguinte: Amigo que é amigo apoia, não aponta defeitos e incentiva o comparsa a atacar o espécime mesmo que este não seja dos mais bonitos, não indo depois colocar tal assunto na praça pública, ate porque esse amigo poderá já ter realizado acto semelhante ou vir a cometer, o que é sempre um conforto. Em relação ás repercussões em relação a outra rapariga que poderão vir a ter uma relação, sugiro o seguinte, façam o trabalho bem feito, sem dar nas vistas ou então vejam que se calhar esta na altura de fazer de “cãozinho” e assumir a pele do lobo começando da melhor forma, comendo uma ovelha. Se o espécime que pretendem adquirir for um membro da vossa amizade, pois bem alonguem essa amizade e levem-na para territórios bem mais interessantes onde pode ser que entre o prazer e tirem os dois maior partido dessa mesma amizade.
Por fim e vendo bem as coisas, “não há gajas feias, há vodka a menos”, como muito bem disse fonte chegada à minha pessoa, porque de facto assim é, uma rapariga só é feia enquanto conseguirmos raciocinar de forma correcta, por isso bebam e deixem de raciocinar, evitando todo um mundo de questões, entre as quais as que anteriormente referi. Ou seja, ás vezes, mais vale beber muito, do que ficar a mirar as raparigas bonitas e a chuchar no dedo. [2]
28 janeiro 2007
Teoria do Dómino
Ora esta teoria, vem falar-vos de um fenómeno que é regular e que acontece em todo o lado, nuns sítios mais cedo, noutros mais tarde.
Um fenómeno a que eu gosto de chamar Dominó.
Já assistiram com certeza nos vários meios de informação aqueles dominós em que as peças se encontram umas a frente das outras e vão caindo consecutivamente formando um efeito engraçado.
Muito bem, esta teoria dirige-se talvez a público mais jovem ou talvez mesmo a público da nossa idade ou ainda mais impressionante (não acredito muito, mas nunca se sabe) em pessoal mais velho ainda.
Imaginem, por momentos, que todas as vossas amigas e conhecidas são muito, por assim dizer, “beatas”. Daquele tipo que se derem um abraço já tem o dia ganho ou então, por exemplo, se puserem a mão no ombro ou na perna já é um abuso.
Pois bem, e usando outra expressão popular, há que faze-las “sair do armário”.
Proponho que localizem qual é a primeira “peça” do dominó e que lhe dêem um suave toque para que o todo domino caía formando o tal efeito giro.
Para quem não percebeu as metáforas, o método é o seguinte: localizar a tal amiga que consegue influenciar todas as outras e faze-la entender que realmente há coisas no mundo que vale a pena experimentar.
A partir daí só é preciso apreciar o dominó a desenrolar-se suavemente por todo o lado.
Mais uma vez queria dizer as nossas leitoras que o texto não propõe qualquer tipo de comportamento….vocês sabem o que quero dizer…
Abraços para todos. [3]
Um fenómeno a que eu gosto de chamar Dominó.
Já assistiram com certeza nos vários meios de informação aqueles dominós em que as peças se encontram umas a frente das outras e vão caindo consecutivamente formando um efeito engraçado.
Muito bem, esta teoria dirige-se talvez a público mais jovem ou talvez mesmo a público da nossa idade ou ainda mais impressionante (não acredito muito, mas nunca se sabe) em pessoal mais velho ainda.
Imaginem, por momentos, que todas as vossas amigas e conhecidas são muito, por assim dizer, “beatas”. Daquele tipo que se derem um abraço já tem o dia ganho ou então, por exemplo, se puserem a mão no ombro ou na perna já é um abuso.
Pois bem, e usando outra expressão popular, há que faze-las “sair do armário”.
Proponho que localizem qual é a primeira “peça” do dominó e que lhe dêem um suave toque para que o todo domino caía formando o tal efeito giro.
Para quem não percebeu as metáforas, o método é o seguinte: localizar a tal amiga que consegue influenciar todas as outras e faze-la entender que realmente há coisas no mundo que vale a pena experimentar.
A partir daí só é preciso apreciar o dominó a desenrolar-se suavemente por todo o lado.
Mais uma vez queria dizer as nossas leitoras que o texto não propõe qualquer tipo de comportamento….vocês sabem o que quero dizer…
Abraços para todos. [3]
23 janeiro 2007
Teoria do “Cão para o poço”
Caros leitores, após largas semanas sem me expressar ou apontar qualquer teoria em que demonstre os defeitos das mulheres ou formas de gestão das mesmas, volto assim ao activo com um assunto que me tem despertado interesse.
Assim, começo por referir uma situação decorrente hoje em dia entre um rapaz e uma rapariga, em que o rapaz por tão apanhado que está é aquilo a que facilmente designamos por “cão”, não só pelo facto de ser incapaz de negar seja aquilo que for ao espécime por que nutre sentimentos que vão alem da amizade, muitas vezes panca ou paixão, e que passa muitas das conversas do dia-a-dia, seja no MSN, telemóvel ou ao vivo, a fazer subir o ego ao espécime adorado, com elogios constantes, perdendo muitas vezes a dignidade. Este predador, que supostamente deveria ser um lobo à caça de ovelhas, esta assim transformado num caniche que serve a sua dona com aquilo que tem, sujeitando-se ás mais diversas coisas, que para ele não são mais do que demonstrações amorosas a que com certeza a mulher dará o devido valor. O que muitas vezes não acontece, normalmente porque o predador transformado em rato, nunca fez com que elas sentissem falta destes elogios, miminhos e coisas próprias de cãozinho.
A teoria do “Caniche para o poço” defende assim que atiremos a pele de caniche que vestimos para o poço e deixemos os instintos selvagens do lobo que há em nós sobressair, para que elas possam sentir a falta e darem o devido valor ás coisas, muitas vezes passando a olhar o antigo caniche como um verdadeiro lobo, predador e com vontade própria não sendo domesticável por elas, muitas vezes este é um passo muito complicado de dar, devido ao medo que temos em perde-la de vez, nem que isso signifique que apenas se perca aquele beijinho que elas mandam nas mensagens ou o simples facto de saberem quem somos, mas acreditem que vale a pena visto que mesmo que a percam de vez, isso significará duas coisas, a primeira é que ela não vos merecia porque de facto não significavam muito para elas, em segundo e mais importante, recuperaram a vossa dignidade e o estatuto de predador. Mas muitas vezes o que acontece é que elas sentem de facto a falta, e vêem em busca daquilo a que consideram ser seu, o caniche que lhes levanta o ego, mas ao buscarem-no para o trazer de volta entendem a falta que este lhes faz e as situações invertem-se, visto que vocês aprenderam a viver sem elas, mas elas não vivem sem vocês.
Assim vos deixo com mais esta teoria, pedindo desculpa mais uma vez pela prolongada ausência, abraços. [2]
Assim, começo por referir uma situação decorrente hoje em dia entre um rapaz e uma rapariga, em que o rapaz por tão apanhado que está é aquilo a que facilmente designamos por “cão”, não só pelo facto de ser incapaz de negar seja aquilo que for ao espécime por que nutre sentimentos que vão alem da amizade, muitas vezes panca ou paixão, e que passa muitas das conversas do dia-a-dia, seja no MSN, telemóvel ou ao vivo, a fazer subir o ego ao espécime adorado, com elogios constantes, perdendo muitas vezes a dignidade. Este predador, que supostamente deveria ser um lobo à caça de ovelhas, esta assim transformado num caniche que serve a sua dona com aquilo que tem, sujeitando-se ás mais diversas coisas, que para ele não são mais do que demonstrações amorosas a que com certeza a mulher dará o devido valor. O que muitas vezes não acontece, normalmente porque o predador transformado em rato, nunca fez com que elas sentissem falta destes elogios, miminhos e coisas próprias de cãozinho.
A teoria do “Caniche para o poço” defende assim que atiremos a pele de caniche que vestimos para o poço e deixemos os instintos selvagens do lobo que há em nós sobressair, para que elas possam sentir a falta e darem o devido valor ás coisas, muitas vezes passando a olhar o antigo caniche como um verdadeiro lobo, predador e com vontade própria não sendo domesticável por elas, muitas vezes este é um passo muito complicado de dar, devido ao medo que temos em perde-la de vez, nem que isso signifique que apenas se perca aquele beijinho que elas mandam nas mensagens ou o simples facto de saberem quem somos, mas acreditem que vale a pena visto que mesmo que a percam de vez, isso significará duas coisas, a primeira é que ela não vos merecia porque de facto não significavam muito para elas, em segundo e mais importante, recuperaram a vossa dignidade e o estatuto de predador. Mas muitas vezes o que acontece é que elas sentem de facto a falta, e vêem em busca daquilo a que consideram ser seu, o caniche que lhes levanta o ego, mas ao buscarem-no para o trazer de volta entendem a falta que este lhes faz e as situações invertem-se, visto que vocês aprenderam a viver sem elas, mas elas não vivem sem vocês.
Assim vos deixo com mais esta teoria, pedindo desculpa mais uma vez pela prolongada ausência, abraços. [2]
21 janeiro 2007
Teoria do pico da Montanha
Dos autores do blog

Esta teoria, acompanhada de imagem, baseia-se numa reflexão de casa de banho. Descobri que as relações, são como subir uma montanha. No topo, está um tesouro O topo é uma relação estável, ou uma curte gratificante. E no início da montanha, é a amizade com uma rapariga, que gostaríamos de ver o seu topo. Existem milhares de montanhas. Fazemos tudo para subir ao topo, e no topo, estamos no céu. Temos direito a tudo, e estamos felizes. Contudo, pode acontecer que nos expulsem para baixo. A questão é, quando cá em baixo, quereremos nós procurar uma estância de Inverno e ficar a morar na zona baixa da montanha? Ou abandonarmos a montanha e seguir para outra? É preciso dizer, que nem todas as montanhas, nos querem como pequenos turistas, a contaminar as suas “raízes”. Mas algumas querem, e muito. Eu, e falo por experiência própria, estou actualmente nessa fase. A de tentar manter uma amizade. Confesso que é muito difícil, até porque visitei o pico da montanha, e adorava lá voltar e ficar-me por lá outra vez. Contudo admito que não é possível. Não num futuro próximo. Portanto, a única coisa que posso dizer, é que essa decisão cabe a cada um. Ou se ganha uma grande amiga e por vezes se visita o pico da montanha, mas num teleférico, ou se abandona a montanha e se teme um tremor de terra ou um vulcão assassino. [1]
02 janeiro 2007
Visão Peitoral
Se já falei do “cu” das raparigas, dedico então este texto, a falar dos “peitorais”. É obvio que não falo dos abdominais, até porque abdominais em raparigas, a meu ver, é algo completamente absurdo e até grotesco. Quem não gosta de uma boa barriguinha com um umbigo sexy?
Mas falo-vos dos seios. Sim. O que nos leva a gostar deles? Penso que apesar de toda a tecnologia, todos os avanços possíveis na história, esse, continuara a ser mais um mistério. A contudo, varias teorias. A mais interessante é que nos admiramos, o que não temos do corpo oposto. O que não deixa de ser um cliché estranho, já que eu não admiro o cabelo grande ou o período. Podia expor aqui as teorias todas, mas deixo-vos com a mais lógica. Hormonas, esta no nosso sangue, mais vale aprecia-las em vez de procurar a razão para admira-las.
Pronto, defino então, os três tipos de seios. Pequenos, médios e grandes. Os pequenos têm o seu interesse. Já que todas as raparigas, e isto é um caso preocupante, os sabem destacar. Sim, é verdade camaradas! As raparigas têm uns truques, uns soutiens todos marados, que os fazem parecer grandes. E esta é a verdade. Já dei por mim a dizer: “Não tem mamas.” E depois a ver toda arranjada, e a sair a noite, com alto decote e a revelar algo que a todos tinha escapado. Sim, elas sabem realçar o que têm... e o que não têm! A contudo um interesse nas mamas pequenas, apesar das raparigas, e penso que isto é a nível geral, terem uma certa vergonha, se tem mamas demasiado pequenas.
Agora, o nível seguinte, as médias. As médias, a meu ver, englobam-se no nível do “bom português”. Com isto, estou a citar o ditado do bom português “Boas mamas, são as que cabem na mão.” As mamas médias despertam o interesse do bom homem, já que este poderá iniciar “brincadeiras” e estímulos com mais gosto, no sexo oposto.
Depois passamos para as mamas demasiado grandes. Geralmente associadas as raparigas com… uns quilos a mais. A contudo, e não quero estar a por um rotulo as raparigas por tudo o mundo com mamas grandes, que vocês são gordas. Não, não são. Talvez sejam desproporcionais. Talvez sejam, abusivas. Talvez sejam, demasiado grandes. Mas, eu e quem me lê, não nos queixamos.
Portanto, quero deixar claro, a todas as raparigas a seguinte mensagem, quer sejam pequenos, médios ou grandes; quer os tenham, não tenham ou gostassem de ter; quer sejam brancas, bronzeadas (sou um forte apoiante dos topless!) ou pretas; quero deixar claro, todos os homens as apreciam! Mostrem-nas quando saírem a noite, e quando não saírem. Façam delas a vossa arma de sedução! Usem-nas!
Obrigado, e já mandei a mensagem para todas as complexadas das raparigas com medo de mostrarem os seios para todos os homens rebarbados e não rebarbados por todo o País fora.[1]
Mas falo-vos dos seios. Sim. O que nos leva a gostar deles? Penso que apesar de toda a tecnologia, todos os avanços possíveis na história, esse, continuara a ser mais um mistério. A contudo, varias teorias. A mais interessante é que nos admiramos, o que não temos do corpo oposto. O que não deixa de ser um cliché estranho, já que eu não admiro o cabelo grande ou o período. Podia expor aqui as teorias todas, mas deixo-vos com a mais lógica. Hormonas, esta no nosso sangue, mais vale aprecia-las em vez de procurar a razão para admira-las.
Pronto, defino então, os três tipos de seios. Pequenos, médios e grandes. Os pequenos têm o seu interesse. Já que todas as raparigas, e isto é um caso preocupante, os sabem destacar. Sim, é verdade camaradas! As raparigas têm uns truques, uns soutiens todos marados, que os fazem parecer grandes. E esta é a verdade. Já dei por mim a dizer: “Não tem mamas.” E depois a ver toda arranjada, e a sair a noite, com alto decote e a revelar algo que a todos tinha escapado. Sim, elas sabem realçar o que têm... e o que não têm! A contudo um interesse nas mamas pequenas, apesar das raparigas, e penso que isto é a nível geral, terem uma certa vergonha, se tem mamas demasiado pequenas.
Agora, o nível seguinte, as médias. As médias, a meu ver, englobam-se no nível do “bom português”. Com isto, estou a citar o ditado do bom português “Boas mamas, são as que cabem na mão.” As mamas médias despertam o interesse do bom homem, já que este poderá iniciar “brincadeiras” e estímulos com mais gosto, no sexo oposto.
Depois passamos para as mamas demasiado grandes. Geralmente associadas as raparigas com… uns quilos a mais. A contudo, e não quero estar a por um rotulo as raparigas por tudo o mundo com mamas grandes, que vocês são gordas. Não, não são. Talvez sejam desproporcionais. Talvez sejam, abusivas. Talvez sejam, demasiado grandes. Mas, eu e quem me lê, não nos queixamos.
Portanto, quero deixar claro, a todas as raparigas a seguinte mensagem, quer sejam pequenos, médios ou grandes; quer os tenham, não tenham ou gostassem de ter; quer sejam brancas, bronzeadas (sou um forte apoiante dos topless!) ou pretas; quero deixar claro, todos os homens as apreciam! Mostrem-nas quando saírem a noite, e quando não saírem. Façam delas a vossa arma de sedução! Usem-nas!
Obrigado, e já mandei a mensagem para todas as complexadas das raparigas com medo de mostrarem os seios para todos os homens rebarbados e não rebarbados por todo o País fora.[1]
(Este artigo só vem provar a realidade. O mais estranho é que foi preciso um estudo de cinco anos em duzentos homens diferentes para se perceber o milagroso efeito dos seios.)
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