Um breve aparte, antes de voltar ao beijo. Fui sair á noite, é verdade. A minha fraca experiência com sair á noite, não me trouxe nada de novo. Apenas algumas conclusões de treta. Primeira coisa é esta, a noite divide-se, a meu ver, em três grupos:
- Os que bebem;
- Os que comem;
- Os que passam fome.
Agora, vou caracteriza-los, para melhor perceberem cada um, e chegarem á conclusão, de qual são vocês:
Os que bebem saem á noite para, pelas duas da manhã, encontrarmos as sanitas e o chão da casa de banho cheio de vomitado ainda recente. São aquela malta que sai á noite com a carteira cheia de dinheiro, e pede as fichas de bebida aos amigos que não vão beber; e ambas, tanto as fichas com o dinheiro, raramente sobrevivem ao fim da noite. Estes sujeitos, são aqueles que muitas vezes arranjam porrada, e são expulsos ou da discoteca, ou dos bares. Podemos encontra-los em qualquer parte da noite, tanto em becos como parados quase em coma contra uma parede.
Os que comem muitas vezes, na generalidade, também bebem. Mas não precisam de beber tanto ao ponto de já nem se aguentarem. Eles sabem o limite do que precisam. Podem passear com um copo na mão e metem conversa sem problemas. São geralmente seguidos por vários encalhados que também gostariam de comer, mas não sabem como. Portanto, os que comem, ou têm namorada, ou “trabalharam” numa rapariga e esperam tirar os frutos, ou acabaram de conhecer. Muitas vezes podem comer mesmo uma miúda feia, mas no fundo, ao menos comeram.
Os que passam fome podem nem beber nada, mas comer, não comem. Primeiro, porque ou são muito acanhados, ou não sabem como. São aqueles que no geral são meninos do coro. Muitas vezes acabam por beber, no geral para afogar as mágoas, mas bebem tão pouco e ficam tão “supostamente” bêbedos que isso basta lhes para toda a noite. Passeiam aos pares, geralmente do mesmo sexo e gostam de ver. Ou não bebem porque não podem, ou porque não querem. E no fundo, servem para fazer número e para empilhar as filas das discotecas.
E após concluir esta minha explicação sobre a noite, concluo uma realidade, sou melhor sóbrio. Sou muito melhor sóbrio! Mas isso é o meu caso. Cada caso é um caso. Uma coisa é certa, recomendo que cada um passe por ser cada um destes três grupos que acima analisei. Cada um com a sua versão da noite. Basta-me despedir e aproveitar as férias para ver se combino alguma coisa com alguma miúda, e desta vez, conseguir algo. Mas de dia, porque a noite, para mim, não é o meu forte.
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24 março 2007
15 março 2007
Crónicas do Tusaboy: O primeiro beijo – parte II
Do artista que ele é, o TusaBoy
Ok, o beijo. É isso… Enfim quero primeiro dizer uma coisa, já ficaram especados a ir dar um beijo a uma rapariga? Posso dizer que fiquei. E, com calma, escolhi cuidadosamente o meu alvo, e os meus objectivos com a rapariga em causa. Ela, uma rapariga toda boa. Loira, alta, e com uma cara angelical… Perfeita. Linda. Sexy. Boa como o milho! Tantas palavras bonitas e já me estão a afastar da história Carago! Ok, vou explicar. Primeiro, tentei apanha-la sozinha. O que não é fácil como todos sabem. Primeiro porque as raparigas andam em manadas. Parecem animais. Vão aos montes para a casa de banho, vão os montes para a rua, vão aos montes para um lado e para outro. Porquê pergunto eu? Não faço ideia. Mas enfim, cá nos arranjamos para as separar que raio! Portanto foi buscar malta de confiança para me ajudar. E é importante dizer que não é qualquer um que me pode ajudar! Primeiro porque num grupo de amigos, existem três definições:
- Os amigos
- Os companheiros
- Os parvos
Agora, os amigos são aqueles tipos que são capazes de comer a nossa namorada se lhes for dada essa hipótese. Os companheiros são aqueles que confiam e se esforçam por nos fazer ganhar confiança. Os parvos fazem tudo por nos, até suportar uma divida para com eles de vários almoços e pancadas. E isto aprendi por mim mesmo.
Portanto escolhi os companheiros. Um deles veio ao grupo delas e disse:
Companheiro – Irina estão te á chamar na secretária.
Irina – Porquê? (E agora o mais importante, a justificação tanto credível como fácil para afastar as outras)
Companheiro – Qualquer cena do pagamento da escola e os teus pais.
Irina – Ok, vou lá. Já volto.
Amigas – Queres que a gente vá contigo?
Irina – Não deve ser nada.
Ok, primeira fase completa. Ela está sozinha. Agora deixo ela ir a secretária, saber que ninguém a chamava, e vê-la voltar desiludida. Aí vem ela de volta e contra-ataque!
Tusaboy – Então Irina por cá?
Irina – Não, estou ali.
Tusaboy – (calma ela está irritada) Olha porque não vamos ao bar, ofereço-te alguma cena.
Irina – Neps, deixa-te disso meu!
Tusaboy – Ok. Olha não queres falar ou isso?
Irina – Sem paciência.
Tusaboy – (Agora!) Ouvi umas cenas de ti.
Irina – (Que melhor para captar a atenção feminina?) O quê? Quem disse?
Tusaboy – Ouvi dizer que se eu te tentasse beijar tu até deixavas.
Irina – Nunca mudas tu. Já tentaste ter uma conversa em que não incluísses palavras como beijos ou miúdas?
Tusaboy – Só tu é que te queixas. Deve ser só contigo. Fico nervoso e não penso bem, não?
Irina – É capaz… Já não és o primeiro a passar por isso.
Tusaboy – Pois. E achas que devo tentar?
Irina – Força.
Começo-me a aproximar, mais que “incrédulo” (que raio de palavreado hoje! E ainda nem disse uma asneira!) Aproximo-me. Ela começa a fazer sons de respiração nervosa. Aproximo-me Ela inclina a cara para mim a sorrir e afasta a cara para o meu ouvido.
Irina – Podes tentar, mas conseguir, isso, já é outra conversa.
Afasta-se a rir-se com a mão no ar a dizer adeus. Estou confuso. Será que não se deve falar quando se quer beijar uma rapariga? Estive eu todo este tempo errado?
Ok, o beijo. É isso… Enfim quero primeiro dizer uma coisa, já ficaram especados a ir dar um beijo a uma rapariga? Posso dizer que fiquei. E, com calma, escolhi cuidadosamente o meu alvo, e os meus objectivos com a rapariga em causa. Ela, uma rapariga toda boa. Loira, alta, e com uma cara angelical… Perfeita. Linda. Sexy. Boa como o milho! Tantas palavras bonitas e já me estão a afastar da história Carago! Ok, vou explicar. Primeiro, tentei apanha-la sozinha. O que não é fácil como todos sabem. Primeiro porque as raparigas andam em manadas. Parecem animais. Vão aos montes para a casa de banho, vão os montes para a rua, vão aos montes para um lado e para outro. Porquê pergunto eu? Não faço ideia. Mas enfim, cá nos arranjamos para as separar que raio! Portanto foi buscar malta de confiança para me ajudar. E é importante dizer que não é qualquer um que me pode ajudar! Primeiro porque num grupo de amigos, existem três definições:
- Os amigos
- Os companheiros
- Os parvos
Agora, os amigos são aqueles tipos que são capazes de comer a nossa namorada se lhes for dada essa hipótese. Os companheiros são aqueles que confiam e se esforçam por nos fazer ganhar confiança. Os parvos fazem tudo por nos, até suportar uma divida para com eles de vários almoços e pancadas. E isto aprendi por mim mesmo.
Portanto escolhi os companheiros. Um deles veio ao grupo delas e disse:
Companheiro – Irina estão te á chamar na secretária.
Irina – Porquê? (E agora o mais importante, a justificação tanto credível como fácil para afastar as outras)
Companheiro – Qualquer cena do pagamento da escola e os teus pais.
Irina – Ok, vou lá. Já volto.
Amigas – Queres que a gente vá contigo?
Irina – Não deve ser nada.
Ok, primeira fase completa. Ela está sozinha. Agora deixo ela ir a secretária, saber que ninguém a chamava, e vê-la voltar desiludida. Aí vem ela de volta e contra-ataque!
Tusaboy – Então Irina por cá?
Irina – Não, estou ali.
Tusaboy – (calma ela está irritada) Olha porque não vamos ao bar, ofereço-te alguma cena.
Irina – Neps, deixa-te disso meu!
Tusaboy – Ok. Olha não queres falar ou isso?
Irina – Sem paciência.
Tusaboy – (Agora!) Ouvi umas cenas de ti.
Irina – (Que melhor para captar a atenção feminina?) O quê? Quem disse?
Tusaboy – Ouvi dizer que se eu te tentasse beijar tu até deixavas.
Irina – Nunca mudas tu. Já tentaste ter uma conversa em que não incluísses palavras como beijos ou miúdas?
Tusaboy – Só tu é que te queixas. Deve ser só contigo. Fico nervoso e não penso bem, não?
Irina – É capaz… Já não és o primeiro a passar por isso.
Tusaboy – Pois. E achas que devo tentar?
Irina – Força.
Começo-me a aproximar, mais que “incrédulo” (que raio de palavreado hoje! E ainda nem disse uma asneira!) Aproximo-me. Ela começa a fazer sons de respiração nervosa. Aproximo-me Ela inclina a cara para mim a sorrir e afasta a cara para o meu ouvido.
Irina – Podes tentar, mas conseguir, isso, já é outra conversa.
Afasta-se a rir-se com a mão no ar a dizer adeus. Estou confuso. Será que não se deve falar quando se quer beijar uma rapariga? Estive eu todo este tempo errado?
10 março 2007
Crónicas do Tusaboy: O primeiro beijo – parte I
Do, esperemos nós, prestigiado personagem Tusaboy
Ok, vendo vocês o título deste texto, deduzo que já estão a pensar:
“Queres ver que aquele palerma não beijou ninguém? Ta ali primeira parte, tou memo a ver que ele se acagaçou a última!”
Epa é verdade. É verdade sim senhor, a última da hora não a beijei. É necessário dizer, antes de começarem a mandar vir comigo, que não é fácil. Até porque defini objectivos, antes de beijar a minha primeira rapariga, e isto disse-me um tipo batido do assunto e que tenho plena confiança, resulta sempre. Disse-me ele, definir os objectivos, aqui estão eles:
1 - Descobrir a rapariga que queres beijar (nota: escusas de esperar um século ou fazer uma lista, não estás a escolher uma casa ou um emprego);
2 - Perceber se tens algum chance com ela, (nota: é preciso admitir e levar a sério este ponto, há pessoas que nunca passam deste ponto porque ficam demasiados presos a duvidar se têm chances ou não) Se não tiveres, volta ao ponto 1;
3 – Definir o tipo de relação que queres com ela (nota: Curte, ou “amor”, sendo esta segundo muito perigosa, muda-te a cabeça e não raciocinas bem o suficiente);
4 – Perceber como ela reage e como ela é, não vás tu escolher um estafermo do caraças (nota: enfim, se ela for uma burra, as tantas é mais fácil… é estritamente pessoal este ponto);
5 – Ter uma relação com ela, e essa relação tem de passar do olá e como estás (nota: não podes escolher a melhor de todas, sem teres nenhuma “amizade” preestabelecida com ela) Se não tiveres, trata de ter, ou volta ao ponto 1;
6 – Estar com ela o tempo suficiente para poderes “brincar” e ter a confianças com ela (nota: isto inclui abdicares de um futebol ou passares uns tempos de seca com ela, mas sem nunca te tornares muito interessado, ou perderes a integridade, ou denunciares a tua posição, e nunca te tornes num colas irritante);
7 – Perceber o timing, descobrir a altura, e beijar (nota: adiar sempre não ajuda muito, e esperar por dias “milagrosos” ou mesmo momentos “memoráveis” é um dos maiores erros possíveis).
E aqui estão os sete pontos do beijar uma rapariga. Agora, é necessário dizer, que eles não se aplicam ao sair a noite. Na noite qualquer tipo come uma gaja, mesmo se fores um feio do caraças, bem podes comer gajas sem problemas, a noite resume-se a isso. Mas pronto, como não tenho a noite do meu lado, estou de castigo por ter bebido demais e outras cenas decidi pois confiar nestes sete pontos. E lá fui eu, fiz tudo isto (não numa semana como seria de pensar, isto leva tempo) e no momento crucial… Enfim, aqui relato o sucedido:
Tusaboy – Pois acho mesmo que o stor é um parvo! (conversa da treta)
Ela – Sim mas tipo ele, bla bla bla bla, muito mau mesmo eu fiquei naquela tipo “ya”.
Tusaboy – Pois, olha ah, gostas de alguém lá da turma? (pergunta pantanosa)
Ela – Porque perguntas isso? (calma e inventa algo para explicar)
Tusaboy – A bocado estavas a falar disso com a Rita não era? Pelo menos pareceu-me… (justificação mesmo estúpida mas tenho que me safar)
Ela – Ah pois, estávamos a falar duma cena… Mas não, não curto ninguém da turma. E tu? (já ta a mudar de assunto, pressiona)
Tusaboy – Estou a ver. Nem de mim? (atrevido mas pode resultar)
Ela – De ti… acho que és muita porreiro. (*CENSURADOOOOOO* porreiro=treta de amigo)
Tusaboy – Ah, pois. (última esperança) E se eu te roubasse um beijo?
Ela – … (nada, eu aproximo-me ligeiramente) Os beijos não se pedem, dão-se.
Tusaboy – (já tou todo *censurado*!) E…
Ela afastasse lentamente e vira-me as costas.
E eu aprendo, á séria, a pior das lições, nunca pedir por um beijo a miúdas inteligentes ou convencidas. TRETA. Para a semana beijo outra, e desta vez, não peço!
Ok, vendo vocês o título deste texto, deduzo que já estão a pensar:
“Queres ver que aquele palerma não beijou ninguém? Ta ali primeira parte, tou memo a ver que ele se acagaçou a última!”
Epa é verdade. É verdade sim senhor, a última da hora não a beijei. É necessário dizer, antes de começarem a mandar vir comigo, que não é fácil. Até porque defini objectivos, antes de beijar a minha primeira rapariga, e isto disse-me um tipo batido do assunto e que tenho plena confiança, resulta sempre. Disse-me ele, definir os objectivos, aqui estão eles:
1 - Descobrir a rapariga que queres beijar (nota: escusas de esperar um século ou fazer uma lista, não estás a escolher uma casa ou um emprego);
2 - Perceber se tens algum chance com ela, (nota: é preciso admitir e levar a sério este ponto, há pessoas que nunca passam deste ponto porque ficam demasiados presos a duvidar se têm chances ou não) Se não tiveres, volta ao ponto 1;
3 – Definir o tipo de relação que queres com ela (nota: Curte, ou “amor”, sendo esta segundo muito perigosa, muda-te a cabeça e não raciocinas bem o suficiente);
4 – Perceber como ela reage e como ela é, não vás tu escolher um estafermo do caraças (nota: enfim, se ela for uma burra, as tantas é mais fácil… é estritamente pessoal este ponto);
5 – Ter uma relação com ela, e essa relação tem de passar do olá e como estás (nota: não podes escolher a melhor de todas, sem teres nenhuma “amizade” preestabelecida com ela) Se não tiveres, trata de ter, ou volta ao ponto 1;
6 – Estar com ela o tempo suficiente para poderes “brincar” e ter a confianças com ela (nota: isto inclui abdicares de um futebol ou passares uns tempos de seca com ela, mas sem nunca te tornares muito interessado, ou perderes a integridade, ou denunciares a tua posição, e nunca te tornes num colas irritante);
7 – Perceber o timing, descobrir a altura, e beijar (nota: adiar sempre não ajuda muito, e esperar por dias “milagrosos” ou mesmo momentos “memoráveis” é um dos maiores erros possíveis).
E aqui estão os sete pontos do beijar uma rapariga. Agora, é necessário dizer, que eles não se aplicam ao sair a noite. Na noite qualquer tipo come uma gaja, mesmo se fores um feio do caraças, bem podes comer gajas sem problemas, a noite resume-se a isso. Mas pronto, como não tenho a noite do meu lado, estou de castigo por ter bebido demais e outras cenas decidi pois confiar nestes sete pontos. E lá fui eu, fiz tudo isto (não numa semana como seria de pensar, isto leva tempo) e no momento crucial… Enfim, aqui relato o sucedido:
Tusaboy – Pois acho mesmo que o stor é um parvo! (conversa da treta)
Ela – Sim mas tipo ele, bla bla bla bla, muito mau mesmo eu fiquei naquela tipo “ya”.
Tusaboy – Pois, olha ah, gostas de alguém lá da turma? (pergunta pantanosa)
Ela – Porque perguntas isso? (calma e inventa algo para explicar)
Tusaboy – A bocado estavas a falar disso com a Rita não era? Pelo menos pareceu-me… (justificação mesmo estúpida mas tenho que me safar)
Ela – Ah pois, estávamos a falar duma cena… Mas não, não curto ninguém da turma. E tu? (já ta a mudar de assunto, pressiona)
Tusaboy – Estou a ver. Nem de mim? (atrevido mas pode resultar)
Ela – De ti… acho que és muita porreiro. (*CENSURADOOOOOO* porreiro=treta de amigo)
Tusaboy – Ah, pois. (última esperança) E se eu te roubasse um beijo?
Ela – … (nada, eu aproximo-me ligeiramente) Os beijos não se pedem, dão-se.
Tusaboy – (já tou todo *censurado*!) E…
Ela afastasse lentamente e vira-me as costas.
E eu aprendo, á séria, a pior das lições, nunca pedir por um beijo a miúdas inteligentes ou convencidas. TRETA. Para a semana beijo outra, e desta vez, não peço!
02 março 2007
Crónicas do Tusaboy: O Início
A primeira de muitas crónicas deste autor revolucionário
“Olá, serei o correspondente deste blog de uns amigos meus. É necessário apresentar-me, sou o Tusaboy (chamam-me assim pois passo o tempo todo de Tusa) e porque sou um boy. E ainda bem! Odiava ter de ser uma rapariga! Que nojo… Desenhar estrelinhas e sóis com um smile lá posto e passar o tempo todo a falar de roupa e de coisas estúpidas. Prefiro antes desenhar pilas e falar de futebol! Ao menos isso é útil.
Mas, é preciso dizer que elas têm algo que nos põe louco. Um par de mamas e uma *censurado* grande só para nós. É mesmo por isso que aqui venho escrever as minhas histórias de namoro. Sim. As hipotéticas histórias… Porque nunca dei um beijo na boca delas! Pois, é *censurado*! Mais uma razão para eu me por aqui como anónimo. Porque um rapaz de idade já deveria ter beijado uma rapariga! É claro que fiquei lixado quando soube que aquilo que me dava tusa era as raparigas… Julguei que tivesse doente! Até falei com a minha mãe. Mas ela disse para eu parar de lá mexer.
Acabei por concluir que o conhecimento do sexo vem dos amigos, e nunca dos pais. É óbvio! Se perguntamos a uma mãe como se faz sexo ela diz com preservativo. Mas um amigo dirá que a varias posições e varias formas de as excitar sem mesmo as *censurado*. Mesmo a bocado virei-me para a minha mãe e disse:
“Mãe, gostava de beijar uma rapariga lá da escola, mas tou com falta de timing…”
“Quando for o tempo certo, vocês saberão.”
For o tempo certo? Mas que treta de conselho é este? Ao menos na rua aprende-se tácticas, objectos e incentivos para se poder chegar a esse ponto de as beijar. E é uma treta, mas não beijo os lábios de uma rapariga desde que nasci… Estou-me a lixar! Vou beijar a minha primeira rapariga, e espero colocar aqui, ainda nesta próxima semana esta minha acção! Torçam por mim.”
“Olá, serei o correspondente deste blog de uns amigos meus. É necessário apresentar-me, sou o Tusaboy (chamam-me assim pois passo o tempo todo de Tusa) e porque sou um boy. E ainda bem! Odiava ter de ser uma rapariga! Que nojo… Desenhar estrelinhas e sóis com um smile lá posto e passar o tempo todo a falar de roupa e de coisas estúpidas. Prefiro antes desenhar pilas e falar de futebol! Ao menos isso é útil.
Mas, é preciso dizer que elas têm algo que nos põe louco. Um par de mamas e uma *censurado* grande só para nós. É mesmo por isso que aqui venho escrever as minhas histórias de namoro. Sim. As hipotéticas histórias… Porque nunca dei um beijo na boca delas! Pois, é *censurado*! Mais uma razão para eu me por aqui como anónimo. Porque um rapaz de idade já deveria ter beijado uma rapariga! É claro que fiquei lixado quando soube que aquilo que me dava tusa era as raparigas… Julguei que tivesse doente! Até falei com a minha mãe. Mas ela disse para eu parar de lá mexer.
Acabei por concluir que o conhecimento do sexo vem dos amigos, e nunca dos pais. É óbvio! Se perguntamos a uma mãe como se faz sexo ela diz com preservativo. Mas um amigo dirá que a varias posições e varias formas de as excitar sem mesmo as *censurado*. Mesmo a bocado virei-me para a minha mãe e disse:
“Mãe, gostava de beijar uma rapariga lá da escola, mas tou com falta de timing…”
“Quando for o tempo certo, vocês saberão.”
For o tempo certo? Mas que treta de conselho é este? Ao menos na rua aprende-se tácticas, objectos e incentivos para se poder chegar a esse ponto de as beijar. E é uma treta, mas não beijo os lábios de uma rapariga desde que nasci… Estou-me a lixar! Vou beijar a minha primeira rapariga, e espero colocar aqui, ainda nesta próxima semana esta minha acção! Torçam por mim.”
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