Introduzimos um correspondente ao blog. Um tremendo maxista que decidiu expor a sua capacidade de escrever para o nosso modesto blog. Digam olá ao primeiro maxista no blog, sim porque nenhum dos outros autores é maxista. Ou já escreveu algo maxista. Nenhum, mas nenhum! Pois tá claro. (Como os autores do blog gostam do seu público feminino, se é que realmente temos algum, então não se sintam ofendidas com este texto. Como já foi dito antes, até as feministas podem mandar textos para o blog, se assim o desejar. A dúvida é se concordaremos em os publicar aqui… Mas isso, enfim, será mesmo importante?)
Quem são as raparigas para me darem estaladas? Quem julgam elas que são? Acham que são gente? Ora fiquem a saber que só têm alma á menos de 500 anos caraças!
É verdade, e não me venham com tretas de:
“Somos tão importantes quanto vocês!”
Porque vos digo, até á uns bons séculos vocês eram a fonte de dor e sofrimento na terra. Terá realmente algo mudado?
Foi no Concílio de Trento, realizado de 1545 a 1563, que foi proclamado pela igreja, que a mulher era um ser vivo detentor de alma. O que não me espanta muito. Enquanto todos os outros seres vivos já tinham alma, a mulher ainda não tinha. Na altura, se algum mal ocorria, era porque a mulher estava possuída pelo demónio. Já passou muito tempo, mas ainda hoje me espanto de esta ter alma. Que ser brinca com a nossa mente? Que ser vivo sai á noite seminu para mostrar o pouco ou nada que têm?
A mulher, meus caros, é estranha e maldosa. Ela é a fonte do desentendimento. Antes a mulher ficava em casa com os filhos. E agora? Agora estamos condenados á lidarmos com ela diariamente na rua e onde quer que seja. Posso parecer muito Maxista, mas coloquem vos esta questão:
Quem quer ter um trabalho onde ouve diariamente os problemas da vida das outras pessoas e faz perguntas parvas? As mulheres, logo tornam-se psicólogas.
Quem quer ter um trabalho onde passa o dia a mexer nas coisas das outras pessoas, a deixar tudo impecável e a gastar chamadas com o dinheiro de outros? As mulheres, logo tornaram-se donas de casa.
Quem quer usar uma mini-saia falar e atender aos pedidos de perfeitos estranhos durante horas e sujeitar-se a estranhos “bitates” como “Quando é que se come?” e “Pode me ajeitar aqui…isso, perfeito.”? Só as mulheres para serem…hospedeiras de bordo.
Sigam-me o raciocínio, as mulheres podem ser as mais belas criaturas á face da terra, mas há certas coisas que não têm jeito, por favor, não o neguem! Não foram feitas para muita coisa, limitem-se a fazer aquilo a que foram destinadas a fazerem. Obrigado.
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02 junho 2007
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