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16 janeiro 2008

Jenna Jameson vai desistir da pornografia

Do autor do blog
NãoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooO! Porquê? Foi alguma coisa que nós fizemos? Por favor não vás! Todos te queremos de volta! O sol já não brilha da mesma maneira agora que partiste! Volta por amor de Deus!
Ai Jenna Jameson, ai. Para quem não sabe (é possível não saberem da notícia), a Jenna Jameson, tão prestigiada actriz pornográfica vai desistir da sua carreia. Pois é, aquela que sempre que vinha para o trabalho, era para se vir. Aquela que seduzia e produzia tanto para os filmes pornográficos. Sim ELA vai desistir de fazer filmes pornográficos. Fico triste. Mesmo muito. Deixa que te diga, Jenna, contigo aprendi muito. Aliás, nem digas que não passamos bons momentos! E agora vais-te assim, ainda na flor da idade, tão bonita quanto a primeira vez que te vi. Todos sentiremos a tua falta. O PP dedica-te uns versos:

Jenna Jameson deusa
Desde a primeira vez que me vim
Venerei essa tua pureza
Hoje já não posso mais, é o fim

És um marco no meu eu
Se porventura quiseres foder
Serei para sempre teu
É duro te querer e não te poder ter

Não sei o que irei fazer sem ti Jenna Jameson! Já partiste e já sinto a tua falta. E naquelas noites frias, depois de discutir com mais uma daquelas gajas irritantes, que irei eu fazer sem ti? Como me poderei aquecer sabendo que já não te posso ter. Não te vás, por amor de Deus! Já me foi difícil despedir de outras e agora tu! Elas não significavam nada para mim, não! Não eram como tu Jenna. Ai Jenna… Não por favor não.
Fica sabendo Jenna Jameson, serás recordada hoje mesmo, e para sempre, até me fartar dos mesmos vídeos que tenho teus, onde tu bela me fazes vir e sorrir.

Jenna Jameson, volta estás perdoada.

26 novembro 2007

PP, Cântico Segundo

Noite, Cântico II

Para quê continuar a escrever?
Para quê ter de mais sofrer?
A vida é mera ilusão
Eterna dúvida e confusão.

Outrora foi diferente
Erguido no meu eco interior,
Senti a dor do largo exterior.
Fui animal de sangue quente

Noutros tempos, tempos sóbrios
Sem o meu querido bagaço
Nunca caído feito pobre cachaço
Mas que dias tão óbvios!

E hoje, como me tornei um pobre
Doidivanas publico e privado
Merecedor de uma medalha de cobre
Que miséria de sonho alcançado!

Perdi-me pela beleza
Que facilmente se tornou tristeza
E hoje sou quem sou
Foi nunca serei diferente, isso é certeza

Antes fui banal, não sabia escrever
Apenas bem sucedido queria ser
Um tipo cheio de sorte
Inconsciente sem nunca crescer

E esse prazer sempre escondido
O estado de vida apaixonado
Foi me um dia relevado
E eu facilmente fui levado!

Passei tanto tempo dedicado a ela
Se hoje soubesse que não era aquela
Talvez não tivesse jurado amor eterno
E a minha vida não fosse um inferno!

E hoje tornei-me um bêbado
Comedor desse sabor
Desse calor e clamor,
Que o sexo diário traz
A quem muito e muito o faz…

17 novembro 2007

PP, Cântico Primeiro

Segue-se o primeiro de vários cânticos da obra do Poeta Pervertido:

Noite, Cântico I

Mais uma noite,
Só mais uma bebida
Completa e servida
Juntamente com ela,
A minha derradeira partida

Viagem de metro
Pensativo e reflexo
Terá a noite algum nexo?
Ou apenas o sonho do sexo?

Cerveja á pressão,
Três vezes mais cara
É tanta a pressão…
E tão bonita a sua cara!

Mais uma bonita
Perdida e pequenita,
E eu animal perigoso
Preso por um largo fosso.

Tem namorado
Honro o código masculino?
Ou fodo-me para este inquilino?
Vou em frente, sou louco e marado!

Gostava de não tremer
Sempre que penso em foder
Mas não consigo parar,
Fico esfomeado e quero mamar!

27 maio 2007

Poesia do Poeta Pervertido

Este autor não está sujeito á censura, foram avisados.

Noitada e tu

Saí á noite
Apanhei um bezana!
Levei um açoite
Porque dei muita cana!

Valeu a pena
Porque estava lá.
Presa na tua cena
Que tristeza amena!

Pensei em beber
Para não te falar
Mas logo fui saber
Que me faltava o ar

Fiquei a sufocar
Quase sem respirar
E todos me batiam
Todos me atingiam
E tu a sorrir,
Só queria fugir!

Mas lá me levantei
E lá me limpei
Estava sóbrio e sem ninguém
Mas eu cá não serei
Um gajo sem alguém

Fui meter conversa
Mas tu querias festa
Eras um soldado persa
E eu um troiano á cesta

Dei-te por trás
Gemias alto
Fiz-me soldado da paz
E até deste um salto!

Meti lá o braço!
Ficaste assustada?
É duro como o aço
Faz-me então uma mamada

Saíste coxa
Satisfeita e magoada
Até estavas roxa
E eu sem nada

“Adeus namorado”
Disse-me a vaca
E eu já marado
Fechei-lhe a matraca

Devia ficar quieto
Já me enganei na rata!
Armei-me em Eto
E dei-lhe com a prata!

Lá fui eu beber
Triste e sozinho
Já quase a morrer
Fiquei sem o bom carinho.

PP

07 maio 2007

Poesia do Poeta Pornográfico

E aqui ficam dois poemas do nosso Poeta, PP, cumprimentos

Trabalhos Manuais

Começo por te elogiar,
depois começo-te a beijar
rapidamente começas-te a excitar,
e é aí que as mãos começam a trabalhar

Toco as tuas nádegas,
bonitas e tonificadas,
agarro-as bom com a mão
e pressiono-te contra o “Zezão”

Podes acariciá-lo
Se quiseres, até beijá-lo,
mas cuidado Madame,
ou fica cheia de “champanhe”

Levo os meus dedos para baixo,
alcanço-te a vagina
agora geme,
geme como uma boa menina

Já não estou a aguentar,
acho que te vou penetrar
vou só o “capacete” colocar
para a seguir “cabecear”

PP

"Mamas"

Partes integrantes de uma gaja são os seios
Bonitos e redondos
Ou feios e descaídos
Todos eles podem ser lambidos

Eu prefiro bonitos e tonificados
Não só devido á textura
Mas mais pela ranhura
Que se forma entre os dois montados

Grandes ou pequenos
Redondos ou tipo lua
Todos eles chupados
Todos eles apalpados

Mas a vida não é só tetas
Á que olhar a mulher como um todo
Porque mesmo não tendo mamas
Todas sabem chupar o “cotolho”

PP

17 abril 2007

Poesia do Poeta Porco

Introduzimos hoje outro autor de nome PP. O nome poderia ser FF, mas como essas inicias já estavam tomadas por outro sujeito, optamos pelo PP. Ninguém sabe ao certo o nome deste tipo mas as inicias PP, significam uma série de coisas. Neste texto por exemplo o autor identifica-se por Poeta Porco (PP). Apreciem a sua poesia, mesmo que porca, não deixa de ser interessante. Aqui ficam três poemas seus. (Nota: este autor não se sujeita ao poder da censura, foram avisados! Portanto, as pessoas mais calmas e que não aceitem conversa “porca” por favor não leiam estes poemas. Não queremos de nenhum modo denegrir a imagem deste nosso modesto blog. Obrigado.)

És boa

Vi-te toda nua
Nua e crua
Estavas boa
Tão linda pessoa!

Eras minha
E eu que já me vinha
Oh! Tarde demais
Estou sem esperma para mais

Vou-te então masturbar
E mais não falar
Apenas te mamar
Para depois, quem sabe, ejacular

17.04.07 - PP

Fazes-me um broche?

Sacas-me um bico?
Seco e tão rico?
Mama-o até ao fim
O que sai não é certamente alecrim!

Também não sai xixi
Portanto cala-te e sorri!
Para mim?
Faz muito bem, sim

17.04.07 - PP

Geme para mim

Gostava de te ouvir
Ouvir-te a vir
Meter-te o dedo
Lamber sem medo!

Mas magoar-te não
Eu não sou cá cão!
Portanto começa a gemer
Geme sem temer.
O que eu mesmo queria
Era dar-te com a Lusabedoria!

17.04.07 - PP