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15 setembro 2007

As ginásticas de hoje em dia…



Dos autores do blog
Caros leitores, observando esta noticia de um jornal matutino que com certeza a maioria conhece o que podemos concluir?
Ginástica vaginal???? Não ponho em causa o profissionalismo ou os resultados do dito curso. Aliás até gostaria de saber mais sobre o tal curso, talvez o aconselha-se a alguma rapariga que bem precisa, (nunca se sabe o que se pode aprender com tais coisas) visto que é bom para a saúde e para o prazer sexual.
Aconselharia imediatamente á namorada do momento (se eu tivesse…) a tirar o curso.
Em suma, as mulheres provavelmente tem ainda muito da sua sexualidade por descobrir (ao contrario dos homens, desconfio…) o que é positivo para o universo masculino, pois cabe a nós fazer por descobrir facetas menos conhecidas.
Desejos de boas descobertas :D [3]

20 junho 2007

Deixemo-nos de coisas…

Dos autores do blog
E a isso se resume este texto. Tenho tido várias discussões com amigos meus e tenho que admitir que eles tem razão.
Seja qual for a nossa idade, sejamos mais velhos ou mais novos, e eu no meu caso mais novo, reconheço que já perdi inúmeros contactos, amizades, férias ou até algo mais por simplesmente ter medo da chamada “tampa”.
Não quero generalizar mas acho que grande parte dos rapazes sofre deste síndroma de receio. Não vamos lá porque temos medo e admitamos levar com uma tampa, é mau.
Sim, é mau mas voltando ao ponto crucial do assunto, se nunca tentarmos nunca saberemos.
Não afirmo que conseguirão algo logo na primeira, na décima ou na vigésima vez mas o certo é que temos que tentar.
Deixemo-nos então de coisas e olhemos a nossa volta com outros olhos, encham o peito de confiança (de ar também, dá jeito) e vão e façam a tal pergunta que quebra o gelo.
Que pergunta fazer? Perguntem algo vulgar simples, directo, subtil. Algo que mostre a estão interessados em conhecê-la e não saltar-lhe logo a espinha (embora, verdade seja dita algumas só querem isso=P). Ajuda sempre se já a tiverem visto em alguma lado…

-Não és amiga da…?
-Não vives perto de…?
-Em que escola\universidade andas?

Isto são apenas exemplos parvos, mas o essencial está lá, ou seja, temos que perder a vergonha, o medo, receio, o que quer que seja pois se continuarmos assim vamos viver uma vida inteira de oportunidades perdidas.
Finalizando, deixemo-nos de coisas, vamos em frente seja o que Deus quiser (e ele as vezes até é amigo) porque apenas tentando podemos ganhar, marcar, concretizar.
Vão em frente.Abraço. [3]

10 junho 2007

De Verão

Aí esta ele e em força. A estação onde apetece sair de casa, usar menos roupa e sobretudo ir à praia….mas isso é tema para outro texto.
Dias quentes, noites quentes, tudo quente e quem é que não gosta das coisas quentes…
Ponto essencial: o Verão é a estação por excelência do copulamento, apesar do calor.
Ora porquê? Porque há menos roupas, porque há férias (para a maioria) e isso implica tempo livre para ser gasto da melhor maneira, porque há noites agradáveis e….e é mesmo preciso dizer mais alguma coisa.
Vim dar-vos um conselho que considero importante: definir muito bem o tempo a ser gasto e com quem. Isto por um motivo simples, não haver confusão. Vou então explicar-vos a importância de tal conselho.
Com certeza não estão à espera de passar o Verão com uma e única pessoa. Pois bem ao não planearem bem os vossos objectivos e ao deixarem-se levar ao sabor do vento, ou seja, combinar uma coisa aqui e outra ali com raparigas diferentes, nunca pode dar bom resultado. Por exemplo: estás num café, muito bem, na conversa e aquilo até está a ir bem e recebes uma sms de outra “amiga” tua. Não é nada grave, obviamente, mas são nestes pequenos pormenores que se decidem os “grandes” acontecimentos.

Exemplo:
Julho-semana no Algarve-Rita
Julho-(outra)semana no Algarve-Joana
Agosto-Foz do Arelho-Catarina
Agosto-semana com os cotas-filha do casal amigos dos pais
Setembro-voltar a Lisboa (casa) já com contactos predefinidos

Pensem neste exemplo como maneira de organizar melhor o tempo para proveito próprio, o que não exclui (claro!) as belas das saídas à noite onde se pode sempre aproveitar para aprofundar certas relações.
Desejo a todos os leitores e leitoras um Verão o mais proveitoso quanto puderem e que sobretudo se divirtam. [3]

03 maio 2007

Farto de curtes

Dos autores do blog
Meus caros leitores, venho desta vez falar de algo que mais tarde ou mais cedo irá acontecer-nos a todos.
Apesar de adorar a minha vida boémia de curtes (LOL, ya claro!) e encontros casuais com raparigas e de, obviamente, ser bastante agradável e proveitoso creio que chegarei a um ponto em que ficarei farto de curtes.
Sim, eu sei. De início parece mais que absurdo mas penso que todos chegaremos a uma altura em que se calhar gostávamos mais… (sim parece um bocado lamechas xD) conhecer melhor uma rapariga, falar com ela a sério e trocar opiniões, saber gostos pessoais….resumindo conhecer uma gaja a sério.
E como acho que, provavelmente, muitos de vós estarão fartos de certas pitas, de certas atitudes e gestos infantis (claro, há vezes em que nos adoramos, não vamos negar) porque não tentar conhecer uma gaja melhor?
Depois de alguns estudos, cheguei à conclusão que:
a) Poucas raparigas se deixam conhecer a sério (uma estimativa:30%, isto porque para falar com um rapaz é preciso cá umas merdinhas do caraças e são preguiçosas, não tão para isso)
b) Leva tempo, (muita) paciência e também dinheiro (se quiseres dar uma de “gentleman”)
c) Tem a desvantagem de não dar certo pois podes chegar à conclusão que afinal era não era assim tão fixe
d) Por outro lado podes encontrar alguém com quem realmente gostas de estar, falar, partilhar (e não são só pensamentos ;))

Concluindo, para o pessoal que já pensa mais à frente e acha que precisa de uma cena mais séria só tenho que reforçar o incentivo e desejar boa sorte porque pelo que experimentei não e nada fácil. Abraço e boas conversas em boas companhias. [3]

28 abril 2007

Pitas e gajas

Dos autores do blog
Queria desde já informar os leitores\as que o uso do termo “gaja” neste texto não tem qualquer cotação perjurativa. Muito pelo contrário, como vamos ver adiante….

Dirijo-me especialmente aos nossos leitores que ao observarem o meio ao seu redor apenas vêem mais do mesmo e nada de diferente. Problema? De certeza as respostas variam….
Refiro-me essencialmente aquele tipo de raparigas normalmente determinado por “pitas”.
ATENÇÃO: não pretendo denominar de “pitas” raparigas mais novas, betinhas ou qualquer que seja o que entendes como “pitas”.
Estou a falar àquele tipo de raparigas que andam em grupo, qual matilha, que vão juntinhas aos W.C’s (mais uma vez, atenção, não quero com isto dizer que não acho positivo elas retocarem a maquilhagem e se ponham bonitas para nós).
Este tipo de raparigas não consegue (ou pior não quer, desconfio eu) estar com um rapaz na conversa normalmente; é altamente influenciada pelas amigas que participam em toda e qualquer decisão relacionada com a vida pessoal; não tem coragem de aceitar um convite para um café ou um cinema (amigas?).
De ressaltar também a característica (e perdoem-me mas não consigo encontrar outra expressão) de serem todas “cocós”, ou seja, de fugirem ou darem uma estalada ao mínimo contacto físico. Andam todas vestidas da mesma maneira, se “fazem” alguma coisa fazem-no pela calada e daí os cochichos com as amigas (na maior parte das vezes são só mesmo para dizer mal de outras raparigas ou para realçar um gajo que passou agora mesmo).
No entanto há, como em tudo, a outra face da moeda que eu (e isto é uma opinião estritamente pessoal) considero a melhor: o que chamo de GAJAS.
Ora, e que raio considero eu uma gaja???
Uma gaja é aquela rapariga que se sabe vestir de maneira a se diferenciar das outras; é aquela rapariga já quase mulher não só fisicamente, mas também, principalmente na mentalidade. Sabem o que querem, não precisam que ninguém lhes diga. Falam com as amigas, claro, como todos nós, mas são sobretudo independentes.
É aquela “gaja” que se lhe disseres que tens em casa um novo DVD para ver e a convidares aceita sem qualquer tipo de pudor. Ela vai ter contigo da mesma maneira que vais ter com ela, com naturalidade. São raparigas com sentido de opinião e não se limitam a responder “Yah, tens razão”.
Não “se fazem” crescer por usar malinhas ou por pôr base e risco no olho. Fazem-no apesar disso e, fazem-no bem. Provocando-nos, é certo, mas em boa verdade nós até gostamos….
São gajas com quem até podes ir às compras (e não estou a brincar) que não te chateias, pois tu gostas de estar com ela e ela contigo; com quem podes tomar cafés, ir ao cinema e fazer o que te apetecer, mesmo ainda na “onda” da amizade e depois num dia qualquer chegar ao ponto que queres…
Espero ter-me feito entendido, caros amigos.
Com os maiores desejos de manhãs, tardes e noites bem passadas em boa companhia (seja ela pita ou gaja….XD) [3]

19 março 2007

Sair à noite!?

Sair à noite. Algo que com certeza já foi, é, ou será parte do quotidiano de muitos de vós, caros leitores e leitoras.
Tenho cá para mim que existe apenas duas categorias de saídas a noite.
No primeiro caso, a saída tendo em vista o puro convívio com os amigos, as parvoíces, as frases proferidas por organismos já com um pouco de álcool no sangue que no dia seguinte serão relembradas e motivo de grandes risos e ressaca.
Este tipo de saída é sempre bom para descontrair, para momentos de riso e de total amnésia dos problemas do dia-a-dia.
Agora temos que referir outro tipo de saída. A saída com o intuito de, como dizem cronistas, caçar.
Não vou estar com meias palavras, nem com subterfúgios; nós, rapazes, muitas das vezes (ok, quase a totalidade) que saímos e ou para finalmente dar um ultimo passo em algo previamente preparado, ou então para simplesmente ver uma rapariga gira e….
O simples acto de sair prepara imediatamente o ambiente certo, as pessoas estão logo mais afim. Não é necessário um jantar romântico, rosas ou até pagar a bebida \ entrada na discoteca.
Não querendo prolongar-me muito nem fazer analises sociológicas demasiado extensas apenas posso dizer: vistam-se bem, perfume nunca fez mal a ninguém, sejam vocês próprios com quem já conhecem ou com quem estão a conhecer.
Hoje em dia é tudo muito simples…um olhar, um toque basta para despertar a chama por uma noite ou por várias.
Há mesmo raparigas, e isto passa-se várias vezes, que nem é preciso falar. É só avançar e concretizar. Por exemplo as “bifas” no Algarve, em pleno Verão. Que avançamos para elas, e elas até podem estar a curtir com um tipo qualquer, que seguem logo para nós.
Sobretudo, desejo boas saídas e, sobretudo, boas conquistas neste mundo cada vez mais louco. [3]

06 março 2007

Elas passam-nos à capa?

Dos autores do blog
Caros leitores, nesta manha de sábado estava a ler o semanário “Sol”(sim, porque somos um blog intelectual e que se actualiza muito regularmente), quando ao ler uma coluna de que sou leitor habitual, me deparei com um tema que nos afecta todos os dias.

Margarida Rebelo Pinto escreve: “A sedução é um jogo com regras explícitas e implícitas no qual o poder oscila de uma lado para o outro. Os homens pensam que são as mulheres que tem o poder, as mulheres concentram-se para não o perder, e para que os homens não percebam o poder que têm sobre elas.”
(…)“Quando um homem está mesmo interessado numa mulher, faz o que for preciso para estar com ela; atravessa países, apanha aviões, vem de barco, de bicicleta, de camelo ou de trotineta, até alcançar o seu objectivo. Passar os homens à capa, dando-lhes a entender que somos difíceis de agarrar; é uma arte feminina milenar cuja eficácia nem vale a pena discutir.”

Ora, caros amigos do sexo masculino, apesar de me custar admitir, concordo absolutamente com as passagens desta senhora da escrita moderna.
1º-Fazemos de facto TUDO quando estamos apanhados, enfeitiçados; chamem-lhe o que quiserem. Desde de adiar PESadas em casa dos amigos, aquele jogo de futebol combinado há semanas ou até aquela noite de poker com fichas (dinheiro), álcool e conversas animadas sobre a vida sexual de cada um.

2º-Elas têm realmente esse poder sobre nós, é inevitável. Basta elas dizerem “Passa cá por casa e depois vamos ao cinema”-largamos imediatamente o que estamos a fazer e vamos a correr para o Metro, já a pensar qual é a estação mais próxima da casa dela.

Sim, estes dois pontos não nos favorecem em nada, mas o que eu queria destacar era a passagem “ (…) e para que os homens não percebam o poder que tem sobre elas.”
Pois bem, obviamente elas também não são super-mulheres, que não resistem a olhares toques e por aí fora…
Que posso eu dizer: APROVEITEM!!!
Não se deixem ir logo à primeira, mostrem que têm “stamina” para resistir.
Não atendam o telefone à primeira, deixem tocar duas ou três vezes. Tenham a coragem de dizer que nesta sexta não dá jeito, na próxima era melhor.
Elas precisam de estar connosco tal como nós também sentimos falta daquele sorriso e daqueles beijos muito personalizados.
Todos somos ser humanos, homens e mulheres. Conclusão natural: todos somos falíveis e todos temos necessidades e sentimentos.
Deixo-vos com este pensamento e acreditem que é bastante verdadeiro na maioria dos casos: se vocês já pensaram nela desde daquela ultima saída ou cinema asseguro-vos ela também já pensou em vocês.
Boas conquistas. [3]

16 fevereiro 2007

Mal necessário

Dos autores do blog
É o que o meu pai lhes chama a elas, mulheres no geral, um mal necessário.
Caros leitores, venho agora falar-vos de um fenómeno que se tem desenvolvido a minha volta: homens a sofrer que nem mártires por causa de raparigas só porque elas os deixaram, porque a relação não funcionou, ou por outra qualquer razão que leve o pobre do rapaz a ficar nas ruas da amargura.
Elas sofrem? NÃO!
Então porque ficamos mal por causa delas?
Segundo uma psicóloga as mulheres são mais manhosas e os homens mais sinceros.
Qual o problemas disto? Nenhum.
Simplesmente, caros amigos, por mais manipuladoras, encantadoras e charmosas que elas sejam, tudo bem, desde de que não fiquem completamente dependentes delas.
Mantenham contactos com outras pessoas, tenham a coragem de dizer: “Desculpa amor, já combinei ir tomar uma café com a Margarida”. (ou outra tipa qualquer como é óbvio)
Atenção, não pensem que vejo as mulheres como seres malignos, pelo contrário, apenas achei que devia transmitir-vos o que se passa à minha vota.
Não fiquem lixados. Avancem, estabeleçam contactos. Não desanimem por causa de um “caso” que vos correu mal. Acontece a todos sem excepção.
Com votos de “relações saudáveis”. Um abraço.
PS: Raparigas há muitas, e enfim, se uma não correu bem, que siga a próxima. E falando pelos três autores, ás vezes é puxado ultrapassar de uma rapariga em especial. Que siga outra porque, que raio, estamos a chuchar no dedo feitos parvos porquê? Venha outra. E que fiquem as fotos e os dias de prazer e noites sem fim. (até me vieram lágrimas aos olhos) [3]

28 janeiro 2007

Teoria do Dómino

Ora esta teoria, vem falar-vos de um fenómeno que é regular e que acontece em todo o lado, nuns sítios mais cedo, noutros mais tarde.
Um fenómeno a que eu gosto de chamar Dominó.
Já assistiram com certeza nos vários meios de informação aqueles dominós em que as peças se encontram umas a frente das outras e vão caindo consecutivamente formando um efeito engraçado.
Muito bem, esta teoria dirige-se talvez a público mais jovem ou talvez mesmo a público da nossa idade ou ainda mais impressionante (não acredito muito, mas nunca se sabe) em pessoal mais velho ainda.
Imaginem, por momentos, que todas as vossas amigas e conhecidas são muito, por assim dizer, “beatas”. Daquele tipo que se derem um abraço já tem o dia ganho ou então, por exemplo, se puserem a mão no ombro ou na perna já é um abuso.
Pois bem, e usando outra expressão popular, há que faze-las “sair do armário”.
Proponho que localizem qual é a primeira “peça” do dominó e que lhe dêem um suave toque para que o todo domino caía formando o tal efeito giro.
Para quem não percebeu as metáforas, o método é o seguinte: localizar a tal amiga que consegue influenciar todas as outras e faze-la entender que realmente há coisas no mundo que vale a pena experimentar.
A partir daí só é preciso apreciar o dominó a desenrolar-se suavemente por todo o lado.

Mais uma vez queria dizer as nossas leitoras que o texto não propõe qualquer tipo de comportamento….vocês sabem o que quero dizer…
Abraços para todos. [3]

19 janeiro 2007

Opurtonidade desperdiçada?

Dos autores do blog
Venho-vos falar de uma situação pessoal que já me aconteceu mais que uma vez e que cada vez que recuo no tempo, acho que faria tudo diferente.
Vejam este exemplo: um grupo de amigos vai sair, os teus amigos convidam outros amigos\as. Jantas, conversas, etc. Um dos teus grandes amigos diz-te que já anda atrás de certa pessoa há um tempo que vai finalmente fazer o último (e usando uma expressão popular americana) “move”, ou seja o predador depois de muito trabalhar vai finalmente tentar “agarrar”a presa.
Essa tal rapariga parece dar uma resposta negativa ao teu amigo e, passado um tempo vem ter contigo e começa a dar “sinais” (esta coisa dos sinais é matéria-prima para outra discussão).
Será que interpretaste bem os sinais? Deves avançar? Deves beija-la sem te preocupares com o amigo ou que ele sente por ela? Remorsos? Um amigo é para toda a vida e acabaste aquela rapariga de conhecer… Sim? Não?
Meus amigos a reposta é, sem dúvida, SIM!
Alguns de vós pensaram que sofro de uma qualquer falta da noção de lealdade ou fidelidade mas acreditem que não.
Uma noite, uma saída, ou seja, divertimento, animação. Não desperdicem uma boa ocasião de se envolverem com pessoas novas, experimentarem novas coisas e até para os mais experientes para aprenderem porque hoje em dia não se pode saber tudo sobre algo e além disso as raparigas, parecendo que não, tem todas coisas bastante diferentes.
Obviamente que neste caso especifico, SE esse teu amigo detiver fortes sentimentos pela pessoa em causa deves pensar duas vezes. Mas lembrem-se sempre: vida só há uma e temos que a aproveitar. Quem diz saídas diz, noitadas, cafés, aulas, trabalho, etc.

PS – Queria dirigir-me em especial as nossas leitoras, dizendo que este texto não simboliza nem pretende retratar qualquer tipo de apoio as curtes badalhocas nem a “putatividade”. Cada caso é um caso. [3]

02 dezembro 2006

Temos de falar, mas não sobre isso...

Dos autores do blog
Escrevo este texto simplesmente para discordar desse grande senhor, Jerry Seinfeld, a pior frase continua a ser: “Temos que falar,”
Quantas vezes, a tal miúda de quem já andamos atrás há muito tempo vem ter connosco, ainda mais bonita que o habitual (como se fosse para bater ainda mais no ceguinho), e nos diz num tom de voz fora do normal: “Temos que falar…”
A princípio pensas que é finalmente desta vez que vai tudo rolar como sempre quiseste. Pois ouve o sábio e pensa duas vezes. Provavelmente irá dizer-te que não te quer magoar, que arranjou namorado e que te queria referir o facto (mais uma vez, para que não sofras), ou que te adora, és mesmo bestial mas como amigo.
Faço uma pergunta a todas as raparigas e mulheres deste mundo: se não nos querem ver sofrer e se nos adoram assim tanto porque é que nãos nos dão uma oportunidade.
Atenção! Obviamente se o tal indivíduo for feio como tudo ou talvez até uma grande besta, estão desculpadas.
No entanto isso e raríssimo e continua a haver milhões de gajos porreiros no mundo (no qual me incluo, claro!) que continuam a ter a palavra “single” em profiles de HI5 entre outros, e por isso senhoras, não se venham queixar que estão sozinhas, ou que o tipo certo não anda por ai….

Voltando ao assunto inicial, defini um limite.
Conheces uma rapariga. Ela é gira, simpática, até mesmo perfeita, o sorriso dela é lindo e por ai adiante.
Subitamente estás com uma panca e, porque essa panca se pode transformar rapidamente numa situação em que vês a cara dela em todo o lado, onde só pensas em estar com ela: basicamente estás apaixonado.
Por isso estabeleci um limite de 3 meses.
Três meses é o tempo que tens para tomar cafés, conversar, sair a noite, conhecer, combinar sessões de cinema, etc.
Se passados esses três meses não tens o que querias, esquece.
Vais acabar por continuar a pensar nela e tentar estar com ela com aquela esperança que ela repare no que sentes por ela. E tudo por causa de uma rapariga?!
Não pretendo ofender as nossas leitoras, mas pessoal pensem que ela e só uma rapariga e raparigas há muitas por esse mundo fora. (o mesmo se aplica para as raparigas, rapazes a muito, não sofram de desgostos por um só, provavelmente, e para citar mais um culto qualquer no assunto, “ele não vos merecia”)
Despeço-me com um abraço e malta não se apaixonem dum dia para outro e sem pensarem minimamente no que estão a fazer, para se apaixonarem, tenham calma, tem tempo. [3]

27 novembro 2006

Teoria do Desprezismo

Dos autores do blog
A seguinte teoria não garante, alias como todas, 100% de eficácia, contudo é um método, na maioria dos casos, bastante eficaz.
Um rapaz ao aproximar-se de uma rapariga e ao ver que, apesar de se darem bastante bem, de ela se rir de todas as tuas piadas e de ate te ver como um belo exemplar do sexo masculino, as tuas investidas não terem dado resultado, só há uma coisa a fazer: DESPREZO.
Não algo demasiado duro ou até bruto. Descobre quais as dependências que ela tinha de ti e corta-as.
Ora sendo o sexo feminino vaidoso por natureza e vendo que um dos seus “cãezinhos” (para usar uma expressão popular) já não anda atrás da “Dona”, ela vai com certeza ressentir-se e num curto espaço de tempo irá ter contigo e perguntar: “Então?! O que é que se passa?”
E subitamente o interesse não é nosso mas sim dela. É preciso fazê-las crer que já não nos tem na mão, pois é isso que elas gostam de sentir.
Sejam homens, porque elas não são santinhas nenhumas. (A aprofundar…) [3]