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02 novembro 2008

Sms's, o problema das novas tecnologias! (Parte 2)

Aqui fica a continuação dos terríveis sms's!

Ela manda mensagem - "podes-me ligar, não tenho muito saldo. Liga para o meu, que este é nº da minha irmã."
Eu - ligo e não atende
Ela - Nova msg - "Liga sff"
Eu - Ligo e não atende
Ela - 3ª msg - "Porque não ligas?"
Eu - volto a ligar e nada
Ela - 4ª msg - "LIGA-ME FDX! Tas a gozar cmg é?"
Eu então mando msg para o nº da irmã - "Já tou farto de ligar e tu não atendes a merda do tel pk?"
Ela liga e diz - "Ahh desculpa mas andava a procura do tel. Afinal tava no meu quarto e em silêncio."

"...estás distante..."

" Precisamos de falar!!! "
Versão mais soft: "Preciso de falar contigo "

“Olá”
“td bem”
“k fazes?”
“n respondes”
“responde”
“onde tas?”
“tas ai?”
“tas xateado cmg?”
“fugis.te”
“pk não respondes?”
“tas com outra”
“não me liga”
Resposta: “Estava na casa de banho, tem lá calma!”

"quero ser feliz"

"nunca sais cmg á noite"

"os teus amigos estão sempre primeiro"
(Ps: é verdade...)

31 outubro 2008

Sms's, o problema das novas tecnologias! (Parte 1)

A certa altura da nossa vida, recorremos ás novas tecnologias para interagirmos com as raparigas. Falo dos telemóveis. E recebemos sms’s estranhos! Muito estranhos. Sendo que as raparigas têm uma perícia inacreditável nesta área. Aqui seguem-se apenas alguns desses sms’s (e alguns extractos de conversas no msn). Cumprimentos.

"não me ligas .."

"tou gorda.."

" Hoje estás estranho... "

"quando gostavas de mim davas-me toques inteiros, agora já só dás meios-toques"

"porque é que puseste o meu numero na secção de convívios no correio da manha?"

“Hoje não estou com o período espero que não venhas outras vez com a história do sexo anal!”

"Ontem foste-te deitar muito cedo e não deu para falarmos, já não gostas de mim como gostavas dantes?"

"não me tens mandado kolmis.."

"Hoje estou triste"
“Porquê??”
"Não sei, sinto-me em baixo, não é preciso motivo para estar triste..."

"olha não tens que me mandar sempre msg de boa noite ok"
"porque é que ontem não me disseste nada?"

"Amo-te!"
"Eu também!"
"Se amas porque não dizes? O "eu também" não é a mesma coisa, aconteceu algo? Já não sentes o mesmo ?”

"Tás ai?"

"Vou tomar banho. Responde."

24 agosto 2008

O Mundo está cheio de Mulheres

Acho difícil ser-se fiel a uma só mulher. E digo isto, porque tenho uma filosofia de vida que, indirectamente, meu deu esta noção. Ora eu sempre apoiei que se deve namorar com raparigas diferentes. Diferentes umas das outras, nos seus géneros e hábitos. Se namoramos com uma mais para frente, a seguir namoramos com uma mais calminha. Se namoramos com uma que quer algo mais sério, a seguir namoramos com outra que quer algo mais livre. E com isto não digo que devemos saltar de rapariga em rapariga, só para experimentarmos mais. Não. O que eu apoio é que devemos experimentar tudo o que podermos com a nossa namorada. E se as coisas, por alguma razão não correrem bem, então seguimos para uma nova namorada. Mas desta vez procuramos uma rapariga diferente. De modo a que está não sofra dos mesmos defeitos que a anterior. E com esta ideologia, cresce-se e descobre-se cada vez mais qual a rapariga ideal para cada um de nós.
O problema desta ideia é que por vezes não resulta, porque descobrimos a rapariga ideal, antes de experimentarmos o suficiente. Mas até que ponto é que descobrimos a rapariga ideal, se não experimentámos todo o tipo de raparigas? Se assentamos com uma rapariga do coro da igreja, que é feita da Gótica no canto? Da porca no alto? Da menina politicamente correcta lá atrás? Da ninfomaníaca escondida? Apoio portanto, que enquanto somos novos e não procuramos a rapariga ideal, que possamos experimentar o máximo. De modo a termos a certeza do que queremos. A verdade é que aqui surge um problema. Algo que me aconteceu recentemente. Estava eu na praia, fiel à minha menina, quando vi passar uma bela rapariga de biquini vermelho. Depois de ela passar, passou outra mais bonita. E outra. E outra. Levantei-me e notei que estava rodeado de raparigas, todas diferentes. Umas mais ossudas, outras mais corpulentas. Umas com rabos perfeitos, outras sem rabos. Umas com mamas com um tamanho consideravelmente, outras que cabiam na mão. E na minha mente, talvez demasiado pervertida, dei por mim a pensar no orgasmo de cada uma destas raparigas. Pôs-me a pensar na maneira com que cada uma destas raparigas te beija e diz “Gosto de ti”. E conclui em pouco tempo: não é fácil contentarmo-nos com uma só mulher para amar.
Basta pensar um pouco para concordar comigo. Se namoramos com uma rapariga e recebermos o amor dela, gostamos. Mas se namoramos com outra rapariga, recebemos um amor completamente diferente, mas também agradável. Os momentos que passamos com uma, não são iguais aos que passamos com outra. E isto acentua-se se namorarem só com raparigas diferentes das que namoraram anteriormente. Em pouco tempo vão perceber que o mundo está cheio de raparigas para amar. E cada uma delas vai reagir de maneira diferente à tua pessoa. Cada uma delas vai te agarrar doutra forma. Cada uma delas tem um colo diferente para adormeceres. Cada uma delas geme de maneira diferente. Cada uma delas tem um corpo diferente. Assim, é realmente difícil, na minha visão, dizermos que amamos uma rapariga. Porque no fundo, nos amamos o que essa rapariga nos proporciona. O que ela representa. Os beijos que ela dá. Os momentos sexuais que partilhamos. As tardes que vivenciamos. E todas as raparigas proporcionam isso, à sua maneira. Portanto, como podemos dizer que amamos alguém perdidamente e que ela é única? Se o mundo está cheio de raparigas diferentes, cada uma delas disposta a ser amada e a amar. Se o mundo é tão vasto e cada rapariga ama à sua maneira, umas que nos agradam mais e outras que nos agradam menos. Acho que a conclusão possível a esta teoria, é que não devemos parar de procurar. Não devemos assentar com uma rapariga. Pelo menos não agora. Enquanto há tempo, há esperança.


E com isto me despeço, vou ter com a minha namorada. Portem-se.

08 junho 2008

Festejar e Trabalhar

O blog vai se ausentar, na próxima semana e meio. (aproveitem para verem textos antigos) Contudo, não vos deixo sem umas palavras.
Nesta altura em que festejamos e trabalhamos uma última vez, conto-vos um episódio que se passou comigo, muito recentemente. No outro dia recebi as palavras “Não abuses!” quando estava a beijar uma rapariga. Posso vos dizer que o “não abuses” não foi dirigido para o beijo. Não, ela estava a gostar do beijo. E muito! Não gostou foi do sítio onde pôs as minhas mãos. Deu para entender no momento que, a rapariga em questão, é na verdade uma “menininha”. E com “menininha” refiro-me ás meninas do coro. Aquelas que um beijo e um abraço é tudo o que elas mais querem. São aquelas que não tomam a iniciativa, normalmente. São aquelas que não dizem, como eu já ouvi “Beijos não me basta, acho que já estamos na idade de fazer qualquer coisa na cama.” (é verdade, acreditem que já me disseram isto).
Agora, uma coisa é certa, eu nunca fui bem habituado. E estar com uma menina do coro nunca foi o meu maior desejo. Mas, admito que dá uma segurança dos diabos. Como toda a gente sabe que ela é assim, poucos se metem com ela. Como não tolera muito o álcool, nunca se vai embebedar. E depois, tem um sentido de “namorado” muito maior que as outras raparigas. Apesar de ter ouvido o tal pedido para não abusar, acho que não vou desistir. Sempre ouvi dizer que devemos “experimentar os opostos”. E é um conselho que gosto de seguir. Experimentar os opostos, para perceber o que quero mesmo. E depois, um pouco de lentidão numa relação, nunca fez mal a ninguém. Ao menos assim, a surpresa não se vai tão depressa.

E agora, umas imagens para vos inspirarem. Festejem e divirtam-se! O verão está aí!





24 maio 2008

Só nos fodem os cornos, elas

Epa, para quê discussões estúpidas? Gostava de saber! Dou por mim a discutir com a miúda se eu disse “ás 6 horas” ou “ás 6h30”. Mas isto cabe na cabeça de alguém, discutir por uma miserável meia hora? Eu já nem sei. Porque depois da discussão resolvida, já tamos nós a trocar fluidos corporais, como se não houvesse amanhã. Para ali a comermo-nos e a dizer que gostamos muito um do outro. Eu, da minha parte, dispensava estas discussões estúpidas. Para que serve discutir? Não temos nós uma vida interessante? Precisamos mesmo de discutir? Eu sei lá. Isto das relações só serve para dar dores de cabeça. Mas que é bom, é bom. Isso não posso negar. E depois, andamos com uma moral do caraças! Já eu, dou por mim a falar bem em público e a atirar-me a todas as miúdas, apenas por andar com a moral alta! O que causa outro problema, se andar com uma miúda me levanta a moral e me faz atirar a outras miúdas… ás tantas ainda vou trair a rapariga com que ando, por que ela me anda a levantar a moral. Confusão.
Bom, mas vou vos falar de outra cena, as namoradas. Julgo que posso separar as namoradas (já agora, este blog como só fala de gajas, ás tantas não sei se já disse o que vou dizer, se já disse antes, perdoem-me) em dois parâmetros distintos:
- As namoradas que comemos;
- As namoradas.
As diferenças mantêm-se no que queremos delas. Passo a explicar:
- As namoradas que comemos, são as gajas que só servem para nós termos orgasmos…e lhes darmos orgasmos. Beijo aqui, abraço ali. São as gajas que damos uma palmada no cu á frente dos amigos. São as gajas que se sentam ao nosso colo e nos dão linguados sem problemas. Que pensam em sexo num lugar público e mexem-nos na “pila” sem problemas, onde quer que estejamos. Em pouco tempo estamos na cama com elas. Se não estamos a fazer sexo, estamos a dar-lhe nos bons preliminares. (Em uma semana, consegui ir com uma dessas para a cama. Não vos dou esta informação para me gabar, mas para terem uma noção do quanto “porcas” elas podem ser. O que, na minha opinião pessoal, não tem mal nenhum. Mas isso é apenas a minha opinião. E com um blog destes é sempre uma opinião duvidosa…)
- As namoradas são aquelas que partilhamos sensações, confissões e momentos que queremos recordar, não pela beleza do orgasmo, mas pela beleza da “paixão”. Este tipo de relações dão lugar a muitas mais discussões, ainda mais parvas e mais patéticas. Mas são aqueles relações onde não se faz sexo. Faz-se amor. E isso, faz toda a diferença. (Tem o problema de durar muito mais tempo até irmos para a cama com elas. Eu não vou dizer que vale a pena. Mas acho que basta experimentar uma vez para se sentir vontade de repetir uma e outra vez, até ao fim das nossas vida)
E após esta explicação despeço-me. Cumprimentos, até para próxima.

10 maio 2008

Porquê arranjar uma namorada?

Este texto, escrito pelo autor do blog, espera responder a esta pergunta fodida que nos atormenta a mente todos os dias. Porquê arranjar uma namorada?
Porquê? Porque é bom.
Podia me ficar por aqui. Mas vou antes continuar a responder a esta pergunta impertinente. Ora, ter uma namorada é bom. Porque quando estamos sozinhos, sempre conseguimos sorrir, porque ao longe há uma miúda que nos adora e quer passar tempo connosco. Uma miúda que podemos abraçar e beijar. Até começarmos a discutir por coisas parvas. Mas fora disso, é bom. Porque muitas vezes estamos desmotivados e cansados. Mas lembramo-nos de como beijamos a nossa namorada. E ela a fechar os olhos e a gemer baixinho para nós. Só para nós! Epa alegra qualquer um. E é suficiente para se arranjar uma namorada. É claro que o mais perspicaz ao ler o que escrevi, me responda:
“Olha lá, as putas também beijam de olhos fechados e gemem! Até gemem alto só para ti!”
Sem dúvida, concordo com este leitor perspicaz. Contudo, acredito mais nas namoradas do que nas putas. Por vezes o conceito confunde-se. E acredito seriamente que ao longo da nossa vida, vá ser difícil de distinguir ambas. Agora, uma coisa é certa, as namoradas até têm o seu nível. Desde que sejam capazes de fazer algumas coisas. E de não fazerem outras. Então, aí são perfeitas. Agora, é possível que o leitor esteja a notar algo de estranho com o autor do blog, e se esteja a perguntar:
“Este caralhão arranjou uma namorada! Está tudo tesudo e feliz com ela! Deixou de ser o gajo que a malta curtia!”
E eu, como bom anfitrião aqui deste blog, digo que não. Não, não arranjei uma namorada. Mas para lá caminho. Agora, uma coisa é certa. Continuo a ser o gajo que a malta curtia. Abaixo as gajas pá! Continuamos a estudar xavalas otárias! E a tentar perceber como é que elas mexem tanto connosco. A verdade é está, estou atrás duma miúda, e gosto de estar com ela. Será que isso faz de mim outro homem? Será que ainda sou eu mesmo?
Ai o caraças…

23 março 2008

Motivado para jogar na Bolsa

Do autor do BlogEstou desmotivado nas minhas relações com as miúdas, mas vocês não podem estar!
E vou, desde já dizer porque estou desmotivado: exigem muito trabalho! E quando a mão direita é bem mais fácil, então as relações parecem nos intermináveis contratos que só servem para nos desgastar por dentro. Verdade que é sempre agradável ter antes a mão direita feminina a fazer aquilo que a nossa mão já se cansa de fazer, a tantos anos. Mas sentia-me bem, até á uns dias atrás.
Não é que foi de férias, com uma data de amigos e deparei como um vício que não estava á espera. Amigos meus, que sempre foram malucos, a reterem-se das asneiras. A falarem ao telemóvel horas seguidas, dizendo pouco mais que “Desliga tu o telemóvel…não desliga tu!” Fiquei chocado, quando falamos de gajas, eles saírem-se sempre com “Eu gosto mesmo é dela.” Porra, fiquei enojado! Que raio de droga foram eles arranjar! E ainda por cima meteram-se na pior droga, aquela que não dá para partilhar com um amigo. Porque uma ganza, sempre se deixa o amigo dar uma passa. O álcool, sempre se faz um shot ou se pede uma imperial para um amigo. Agora uma GAJA!? Por amor de Deus, vê-los falarem das suas “queridas” dos seus “bebés” (nome que incrivelmente todos chamavam as suas namoradas), meteu-me impressão.
E contudo, ao regressar a casa, só pensava em arranjar uma namorada. Não sei o que me deu, parecia que tanto falaram delas que eu também fiquei com aquela “droga” no corpo. E agora sinto-me com vontade de arranjar uma! E no fim de contas, acabo por perceber o interesse de ter uma miúda. As miúdas são uma certa “garantia”. Quase se pode chamar-lhes de “acções”. Ou seja, e passo a explicar para quem não percebe muito de economia; são investimentos, que vão rendendo e aumentando os nossos lucros. Investimos pouco, e acabamos por ganhar muito. Sentimo-nos seguros, pois temos uma “acção” no mercado que está sempre a melhorar e a satisfazer-nos. Também eu quero apostar no mercado, também eu quero investir na bolsa! E vou faze-lo! Começo já hoje a procura de miúda.
Só espero que é não haja um “crash” da bolsa ou que eu invista no mercado errado, vamos lá a ver como vai correr.

12 janeiro 2008

(Mais) 10 Coisas que todos os homens gostariam que elas soubessem

Verdades universais que todas as mulheres deveriam saber:

1. Não pergunto pelas direcções quando estou a conduzir, porque estou apenas feliz por conduzir. A qualquer lado.

2. Masturbação é apenas para me treinar para o sexo. Encorajem-no.

3. Até gostamos de abraços e de mãos dadas. E não, não o fazemos só para irem para a cama connosco.

4. Mas podem fazer sexo connosco quando quiserem. Não se esqueçam disso, a sério.

5. Nao há nenhum som no mundo mais bonito do que tu, a teres um orgasmo.

6. Eu posso te mentir para te fazer sentir melhor. Não fiques chateada com isso. Na verdade, tu nem estavas a procura da verdade portanto…

7. Quando ficas chateada com alguma coisa simples e inútil, eu questiono-me da tua inteligência.

8. Quando finges, eu consigo notar.

9. Se eu te oferecer ajuda quando te estás a preparar para sairmos, é porque estás atrasada.

10. Nunca me peças para eu escolher a tua roupa para a noite. É inevitável, eu vou escolher mal, e acabamos por nos atrasar ainda mais.

03 janeiro 2008

10 Coisas que todos os homens gostariam que as mulheres soubessem

Encontrei esta preciosidade pela net, lá traduzi, mudei umas coisas. Espero que gostem.

Verdades universais que todas as mulheres deveriam saber

1. Gostamos que as mulheres se expressem. Dá-nos orgulho, mesmo que o que elas pensem esteja errado.

2. Ficam óptimas com calças de treino e calções. E tops apertados e cai-cais.

3. Não apreciamos tanto os joelhos como pensam.

4. Se achas que estou a guiar demasiado depressa, devias-me ver quando não estou a guiar contigo.

5. Se estão mesmo interessadas em nós, não se façam de difíceis.

6. Ir as compras é uma necessidade, não uma actividade.

7. Quando faço asneira, diz-me só uma vez.

8. Sou porreiro para ti, não para a tua irmã ou os teus amigos.

9. Não tenhas problemas em não usar maquilhagem. Natural é mais sezy.

10. Deixa as sobrancelhas em paz. Pequeninas demais não tem piada.

25 dezembro 2007

Dicionário Masculino

E agora o Dicionário Masculino. É caso para dizer: "Todos os caminhos vão dar a Roma."

Dicionário Masculino

(O que dizemos = o que significa)

Estou com fome. = Estou com fome.

Estou com sono. = Estou com sono.

Estou cansado. = Estou cansado.

Queres ir ao cinema? = Vamos dar uma queca?

Posso convidar-te para jantar? = Vamos dar uma queca?

Posso ligar-te? = Vamos dar uma queca?

Queres dançar comigo? = Vamos dar uma queca?

Bonito vestido! = Que decote! Vamos dar uma queca!

Pareces tensa... Deixa-me fazer-te uma massagem. = Ás tantas, ainda vamos dar uma queca.

Estou chateado. = Queres me ajudar? Vamos dar uma queca.

Amo-te! = Vamos dar uma queca, agora!

Vamos conversar... = Vamos dar uma queca...

21 dezembro 2007

Dicionário Feminino

Será sempre impossível entende-las. Mas podemos tentar. Aqui vai o dicionário feminino. Primeiro o que elas dizem, e depois o que significa.
Pode ser que elas um dia vos digam algumas das coisas que aqui estão. Agora já estão prevenidos. =P


Dicionário Feminino


(O que ela diz = o que significa)

Sim. = Não.

Não. = Sim.

Talvez... = Não.

Não sei se será assim. = Vai ser como eu quero.

Nós queremos. = EU quero.

Faz como quiseres. = Vais pagar muito caro por isto!

Precisamos de conversar... = Agora vais ouvir.

Vai em frente. = Não quero que vás.

Não estou chateada. = Lógico que estou chateada.

Sê romântico, apaga as luzes... = Sinto-me gorda.

Esta cozinha não dá muito jeito = Quero uma casa nova.

Até que ponto me amas? = Fiz algo que não vais gostar de saber...

Estou pronta num minuto! = Tira os sapatos, escolhe um canal de TV e relaxa.

Estou gorda? = Diz que estou bonita.

Precisas de aprender a comunicar. = Concorda comigo!

Não estou a gritar! = VOU PARTIR ESTA MERDA TODA!

07 dezembro 2007

Ela era tão pita na altura!

Dos autores do blog
Quero vos falar hoje, de um problema grave. Trata-se das raparigas, normalmente amigas das irmãs de amigos vossos, os amigas de uma amiga vossa. O que interessa é que tem todas uma coisa em comum: a idade. Falo daquelas raparigas que quando nos foram apresentadas, eram novinhas demais para nós, tinham uma carita engraçada, mas ninguém dava nada por elas. A verdade é que elas nos têm em grande respeito! Porquê? Porque nós somos o “gajo mais velho” aquele que elas nunca pensaram em cumprimentar sequer!
E o tempo passa. Um dia cumprimentamos, no outro já não. Deixamos de lhes sorrir sequer. Parece que existe uma tensão negativa e acabou-se o pequeno cumprimento diário. E os anos passam a uma rapidez incrível e sem darmos por isso, elas ficam altas brasas. E nós? Porra, nós envelhecemos! Já não as conhecemos, e elas guardam um certo rancor por termos deixado de falar com elas. Mas que raio, na altura parecia nos o melhor a fazer. Quer dizer, na altura ela era uma pitinha feia de óculos. Não atraia nem ao menino Jesus. Era uma pitinha feia.
E hoje? Hoje é uma loira com alto cu, e uns belos seios. E agora? Agora que deixámos de falar com ela, que iremos nós fazer? Nada. Olhar para ela e contar a um amigo que havia uma altura que a cumprimentávamos e éramos amigos. E ela não se importa connosco. Nem quer saber de nós. É uma brasa e na flor da idade, e nós, uns velhos com o “mangalho” na mão! É fodido, mas é verdade. E que nos custava a nos dizer-lhes olá de vez em quando e mandar um sorrisos? Nada. E agora, por não o termos feito, custou-nos uma pitinha gira, e quem sabe, algo mais sério.
Dedico este texto a toda a malta que ainda não deixou de dizer olá a essa tal pitinha. Digo-vos uma coisa, continuem a dizer olá. Pode ser que um dia ela se torne uma alta brasa, e se lembre de vocês como aquele “gajo mais velho que me ajudou a crescer”.
Escrito pelo Autor [1]

Aqui fica uma música que mostra isso mesmo, ela a vingar-se do homem que não a quis comer quando ela era mais nova. Coitado, a culpa é dele! Todos os homens deviam curtir com as pitinhas quando elas são pequeninas e feias. Pelo menos é isso que a música transmite. Não que eu esteja do lado dela...

Kelly Key – Baba Baby



Você não acreditou,
Você nem me olhou,
Disse que eu era muito nova pra você,
Mais agora que cresci você quer me namorar, (x2)

Não vou acreditar nesse falso amor,
Que só quer me iludir me enganar isso é cao,
E pra não dizer que eu sou ruim,
Vou deixar você me olhar,

Só olhar, só olhar,
Baba, Baby, Baba,
Olha o que perdeu,
Baba, criança cresceu,

Bem feito pra você ehh,
Agora eu sou mais eu,
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar,
Baba, Baby, Baby, Baba, Baba, Baby

Baba,
Olha o que perdeu,
Baba, criança cresceu,

Bem feito pra você ehh,
Agora eu sou mais eu,
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar,
Baba, Baby, Baby, Baba, Baba, Baby,

Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baby,
Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baby,

Você não acreditou,
Você se quer notou,
Disse que eu era muito nova pra você,
Mais agora que cresci você quer me namorar,

Não vou acreditar nesse falso amor,
Que só quer me iludir me enganar isso é cao,
E pra não dizer que eu sou ruim,
Vou deixar você me olhar,

Só olhar, só olhar,
Baba, Baby, Baba,
Olha o que perdeu,

Baba, criança cresceu,
Bem feito pra você ehh,
Agora eu sou mais eu,
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar,

Baba, Baby, Baby, Baba, Baba, Baby

Baba, Baby, Baba,
Olha o que perdeu,
Baba, criança cresceu,

Bem feito pra você ehh,
Agora eu sou mais eu,
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar,
Baba, Baby, Baby, Baba, Baba, Baby

Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baby,
Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baby,
Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baby,
Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baba, Baby, Baba, Baba, Baby,

PS: Só uma coisa, o que significa esnobar? E porque é que ela peda vezes sem conta para ele se babar? Será um metódo de tortura? Ás tantas...

22 novembro 2007

A minha ex não tem mamas!

Dos autores do blog
Eu sei, e é sem pudor que o digo, que a minha ex não tem mamas. É verdade, aliás pela estatura dela, seria provável que ela não tivesse mamas. Tive o comprovativo disso quando a despi pela primeira vez. Trazia um granda soutien, preto, que puxava as mamas mesmo para cima. E depois de ver aquilo, só tive vontade de o tirar. Não é que quando o tirei apareceram duas coisitas miseráveis. Porra, aquilo não era mamas não era nada!
Mas pronto, nesse dia aprendi que existem raparigas que ficam melhor de soutien, do que sem ele. O que até a idade me parecia uma idiotice (tirando claro as velhotas e as gordas, caso que já falei aqui no blog, essas que mantenham todas as peças de roupa pedidas, e até mais peças do que necessário). Mas pronto, namorei com ela uns tempos, e a verdade é que as raparigas sem mamas sabem se desenrascar doutra maneira. O que a meu ver é totalmente compreensível, e até apoiado.
Bom mas diz o ditado que o português gosta da mama que lhe cabe na mão. A verdade é que nem isso ela tem. Então não é que ao ver o hi5 dela, á menos de uma semana, vejo uma foto em que assim, magicamente, ela tem grandes mamas!? Eu sei, meus caros, que aquilo não é verdadeiro. E que o raio do vestido que ela está a usar, na foto em questão, lhe puxa as mamas todas para cima! É verdade, ela não tem mamas! Eu sei porque eu bem as procurei em todas as vezes em que estivemos juntos! Mas tem um belo cu, isso sim. E até tenho saudades da tusa, que ela me dava, nas noites frias… Mas isso é outra história.
A verdade é esta: Raparigas que saem á noite, não usem esses vestidos e soutiens que puxam as mamas dando a impressão que tem de facto alguma coisa. Aceitem o corpo que Deus vos deu. Coitado Deus tem mais com que se preocupar do que com miúdas coitadinhas que gostavam de ter maminhas como aquelas que vêm no balneário!
Está dito. Se quiserem comer alguém, não o enganem dessa maneira! Tenham respeito! Pode ser que o caso dê para sério, e depois aí, num dia em que tirem o soutien, o vosso parceiro dirá:
-“As mamas? Não estão cá! Fugiram. Olha, por falar em fugir, adeus, bye bye, fui!”
Autor [1]

06 setembro 2007

Lábia, para que te quero

Dos autores do blog
Tenho jeito para a “lábia”. E explicando melhor, o que é isso da lábia. No fundo é simples, a lábia é o saber fazer, o “dar a volta” pró palavras. E no geral, toda a gente gostaria de ter lábia. É de recordar as alturas em que, para nos desenrascarmos de uma situação, temos de recorrer á lábia. Saber improvisar, saber bem falar.
Mas no geral, a lábia serve para falar com as raparigas. Para criar um á vontade, uma certo ar de descontracção. O bom da lábia é o facto de nos dar o papel de sermos imprevisíveis. E raios, quem é imprevisível, ou é melhor não confiarem ou esperarmos de tudo. E uma rapariga que espera tudo de um rapaz, encontra-se numa situação muito delicada.
Portanto, já concluímos que a lábia dá jeito, e muito. O maior problema é passar da lábia para a acção. Eu, vejo me muitas vezes sobre esse problema. Assim, sou capaz de dizer tudo a uma rapariga. Faze-la sorrir e sentir-se especial, mas no fim, naquela altura em que ela está mentalmente a dizer:
“Se ele me tentasse beijar agora, eu nem me mexia.”
Acabo por não fazer nada, pois não sei fazer a transição da lábia para a acção. E assim certamente perco essa e futuras oportunidades. Passam as raparigas a olhar para nós como aqueles desenrascados e porreiros que sabem sempre o que dizer. Mas o pior da lábia, é que toda a gente gosta de julgar quem tem lábia.
Por exemplo, eu, pela lábia que tenho, já ouvi várias raparigas a descreverem-me como um “cabrão”, sendo que para as raparigas o cabrão é aquele que “come” raparigas á força toda, e não tem um pouco de amor para dar. Só quer as raparigas para um dia curtir com elas e depois seguir para outras sem qualquer problema, sem mesmo dar contacto para se poderem voltar a ver outro dia.
Não está em causa o facto de eu ser ou não cabrão, mas a velocidade com que as pessoas julgam que quem tem lábia é na verdade um cabrão e só quer é curtir contigo e depois descartar-te. O que no fundo, até tem nexo. Pois um tipo que sabe falar é, na teoria, um tipo confiante, e portanto, capaz de conseguir qualquer rapariga. E no fim, tenho uma grande lábia, mas raramente a confiança para avançar. Assim, a lábia é muito importante, mas claro, não é tudo.
Quanto ao facto da lábia dar muitas oportunidades de algo acontecer, ás vezes, quando fazemos as raparigas sentirem-se especiais, mas não as tentamos beijar, elas até nos beijam a nós, porque já não aguentam mais. São raros os casos, mas acontece. [1]

23 agosto 2007

Masturbação para todos

Dos autores do blog
Considero a masturbação um desporto. Daquelas que é mais bonito praticar á dois. É claro que podemos praticar sozinhos. Sendo que é um pouco estranho praticarmos a nossa masturbação e não a delas. Acho que a masturbação deveria ser sempre para a nossa parceira. Porque se não, porque nos masturbamos? Não vamos bater uma a um gajo para ele nos dizer que batemos bem! Logo, a masturbação é claramente pessoal, e intransmissível. Não admira que quando o fazemos a uma rapariga, não percebemos nada do que fazemos. E se colocarmos a língua de fora, como se fossemos uma criança a experimentar, ela vai logo pensar que estamos a sugerir algo.
Portanto, porque nos masturbamos? Que ganhamos com isso? Porque o fazemos vezes e vezes sem conta ao longo da vida?
Não quero responder, nem o vou fazer. O máximo que posso dizer é isto, sabe bem! Porra sabe tão bem! E contudo, fazemo-lo tantas vezes. Como se fosse uma droga. E por aqueles segundos de satisfação fechamos os olhos e estamos felizes. Nos minutos seguintes abrimos os olhos, limpamos a porcaria que fizemos, e bazamos, calmamente e sem qualquer problema. E claro, lavamos as mãos antes.
Acho, e digo-o sem problemas, que tenho um problema de me masturbar muito. E não cheguei a esta conclusão, enquanto o fazia nas casas de banho de um café, mas sim quando percebi que não me ganhava nada em faze-lo. Claro que se tem prazer, e se está claramente mais calmo e lúcido depois. Mas no fundo, que produzimos? Que criamos? Nada. Se ao menos tivéssemos a faze-lo para o banco de esperma, sempre sacávamos uns 15 euros. Mas assim, masturbando-se para a sanita, guardanapo ou chão, até soa um pouco porco e miserável.
Tentei portanto parar, até fiz uma aposta com uns tipos para ver quem aguentava mais tempo. Mas a verdade é que sempre que tentamos parar, sabemos inevitavelmente que vamos voltar, é apenas uma questão de tempo…e vontade. Já pensei em arranjar hobbies, não pensar no assunto, mas é lixado. E o pior é que as fantasias se repetem e gradualmente perdeu aquela piada. Talvez seja eu que já não bata bem da cabeça, mas a verdade é que vou ver se paro.
Ouvi dizer que nos quando nos masturbamos muito é porque temos um problema na vida. A primeira resposta a esta resposta seria:
“É, o teu problema é não teres miúda.”
A verdade é que até os rapazes com miúda se masturbam. [1]

26 junho 2007

Recaídas e Resistência

Dos autores do blog
Caros leitores, quantas vezes após um longo período de “abstenção” a uma dada rapariga que exerce um poderosíssimo efeito sobre nós, não vos aconteceu que elas voltem a dar-vos atenção e que a vontade de voltarmos a tentar protagonizar um caso com ela vos tome conta da mente? Pois bem, é precisamente sobre essas recaídas, que recairá a minha reflexão.
Assim, começo por vos colocar uma dada situação, em que um rapaz está há pouco mais de duas semanas a conseguir manter-se independente, sem dar qualquer sinal de vida à rapariga que durante tanto tempo ele tentou “conquistar”, mas que ela se limitava a gerir a distância a que ele rastejava. Passadas estas duas semanas começa a cimentar-se na cabeça do rapaz que está finalmente liberto das “mágicas” daquela rapariga que durante tanto tempo fez dele “gato-sapato”, começa a pensar que realmente seria capaz de lhe resistir, até que, surge no canto inferior direito do ecrã do seu computador uma pequena mensagem, em que a pessoa que chama por ele é a “tal rapariga”. Nesse momento, tudo aquilo que ele havia dado como certo, a sua independência, a sua capacidade para lhe resistir é posta em causa, começa a apoderar-se dele um desejo de ser querido com ela, no entanto reside na capacidade de lhe resistir, de dizer “não”, que se encontra a resposta à pergunta “estarei realmente livre?”. E é neste momento, uma questão de segundos, que temos de ser capazes de ser frios, de lhe mostrar que não lhes pertencemos e que se nos querem terão de ser elas a “suar”, a lutar por nós, sem nunca pensarmos no facto de “se eu tivesse sido querido com ela…” nunca poderemos pensar assim, ou então nunca nos livraremos das tais “mágicas”.
Finalizando, caros leitores, pretendi neste texto deixar-vos uma mensagem de resistência, uma mensagem de coragem, para que mantenham a vossa integridade de uma forma inteligente, tentando sempre manter a vossa independência em relação a uma mulher que apenas vos quer ter atrás delas. [2]

12 junho 2007

Desgosto de amor

Dos autores do blog
Sou de opinião que todos nós temos de sofrer de um desgosto de amor. Quanto mais cedo melhor. E o que esse desgosto nos traz, faz-nos crescer mais que mil anos de vida. Somos jovens e apaixonamo-nos. Pouco ou nada sabemos da vida e contudo já achamos que estamos apaixonados! Essa perfeita idiotice faz de nós humanos.
Mas direito ao assunto. Chega uma altura na vida que sentimos amor por alguém. Muitas vezes tal passa-se com a primeira rapariga que tem de facto algo a ver connosco. Pode ser uma boa amiga, uma companheira, uma estranha. Mas sentimos algo por ela. É estranho. Sentimo-nos completos com ela. Alguns de nós, avançam. Beijam-na e alcançam muito. Outros apenas mantém a ideia dela na cabeça e começam a imaginar. Este gosto estranho, pela tal pessoa “perfeita” é apenas uma ilusão. Achamos que a vida seria perfeita com ela. Mais que perfeita, eterna e feliz. Sim, porque todos nós procuramos a felicidade.
Acontece que por muito que gostemos dessa pessoa, vamos acabar por ter um desgosto. Um desgosto de amor. Para sempre ela será uma referência. Sempre que pensarmos nas raparigas especiais ela terá o seu lugar marcado. Todos nós, sem excepção, passamos por isso. Eu, por exemplo, passei por isso duas vezes. A primeira era uma paixão imaginada. Até dizíamos quantos filhos íamos ter, e onde viveríamos. A segunda vez foi com uma rapariga que fiz de tudo. Em pouco tempo ela levara-me para onde nenhuma outra rapariga alguma vez me levara: ao amor. Ou pelo menos era o que eu achava.
O pior dessas pessoas que nos fazem sentir apaixonados, realmente felizes, é que não vemos os seus defeitos. Nos momentos em que estamos tão concentrados, tão ligados a esse tipo de gente, acabamos por não ver os seus erros. Aquelas pequenas coisas que no nosso estado normal não seríamos capazes de tolerar. E na primeira vez que abrimos os olhos, ou nos abrem os olhos a nós (se tivermos essa sorte), finalmente percebemos:
“Fodasse… Será que eu estava cego?”
Não, estavas apenas a imaginar coisas. Estavas tapado por um manto invisível de imaginação e ilusão. Já o disse e repito, desgosto de amor fazem parte. Todos nós teremos aquela miúda que no fundo era uma puta, ou aquela rapariga que parecia perfeita mas que tinha medo da vida e nos estava lentamente a contagiar. Todas as raparigas têm aquele rapaz que achavam perfeito, aquele que curtiu com outra rapariga mesmo a vossa frente e contudo continuavam a gostar dele, aquele rapaz que era arrogante e não gostava de ninguém. Faz parte. E vai doer. Vai doer muito perceberem que se tinham enganado.
Eu, tal como todos os outros, enganei-me. Essa paixão vai sempre ser uma referência, apesar de não ser real. E depois de admitirem que essa paixão era apenas uma criação da expectativa que a nossa vida criou desde que ouvimos a palavra amor, então aí crescemos mais que se vivêssemos um milénio inteiro. A única coisa que eu vejo de útil a dizer, depois deste texto um tanto desmotivador, é que uma paixão falhada não deve condicionar o nosso resto da vida. Não devemos procurar por algo igual. Apenas devemos estar abertos a novas relações, novas gentes, novos sentimentos. E tentar que, se algum dia essa paixão antiga nos procurar, talvez para nos usar e magoar, que a consigamos mandar á merda. Tal como eu fiz quando aconteceu comigo. Pelo menos uma das vezes que aconteceu.
Raios, somos humanos. [1]

08 junho 2007

Decidam-se!

Um leitor do blog decidiu colaborar com um texto. Também tu podes colaborar enviando imagens, textos, frases, ideias, tudo o que poder ser útil para: pensandoemgajas@hotmail.com Obrigado e apreciem a arte de um nosso leitor.
Em primeiro lugar gostaria de me apresentar, sou um leitor deste blog cujo nome é “Carabino Tiro Certo”. Decidi então publicar um texto para este magnífico blog.
Através de um amigo, tomei conhecimento de uma situação que lhe aconteceu deixando-me extremamente fodido!
Tal como todos nós, ele teve uma paixão impossível…Passou uma grande quantidade do seu tempo atrás de uma rapariga, a qual “parecia” dar-lhe bola. Ora, este meu amigo fazia de tudo para poder estar com ela…enfim, para de algum modo a tentar “encantar” digamos. Mostrar o seu verdadeiro eu. Todas as tardes livres que ele tinha perdia-as para ficar à espera dela, ia almoçar com ela (muitas vezes rejeitando convites de amigos explicando a situação) e até por vezes se baldava às aulas para poder estar com ela! Tinha atitudes de apaixonado que o levavam a fazer estas coisas. Tal como um provérbio italiano diz: quanto maior a paixão, menor é a razão.
Agora minhas caras amigas não me venham com tretas que “não reparam” nestes “sinais” ou pormenores ou como quiserem! Peço desculpa á gente feminina mas REPARAM SIM! Tudo bem que não têm que partilhar o mesmo sentimento que o outro indivíduo, mas pelo menos digam-lhe! Não o iludam!
O que me deixa extremamente fodido é o facto de quererem fazer-nos seus “escravos”! Ou como geralmente dizem neste blog, os seus “cãezinhos”. Neste caso o apaixonado serve de reserva! Por exemplo: se esta possui um “titular em campo” num “bom momento de forma” mantém-no e que se lixe o “reserva”. Mas mal se “lesiona” este habitual “titular”, que venha o reserva agora, ou então o escravo, como se diz muitas vezes o cãozinho (como já foi referido neste blog), o escravo, o parvo que pode disponibilizar o seu tempo a todo e belo prazer da miúda! Meus senhores isto é descabido! Mas, evidentemente que há uma altura em que o homem fica farto, perde a paciência e desiste, que foi o que sucedeu com este amigo do qual vos falo. Fartou-se de ser o cachorrinho dela e voltou a ter a sua vida normal (graças a Deus!!!).
Passado um tempo a rapariga, da qual ele se fartou, decidiu aproximar-se dele para conseguir tê-lo de novo “a seu dispor”. Mas como costumo dizer: o feitiço quebra!
Embora ele a ignorasse, ela insistia em tentar lançar um outro feitiço (coisa que as mulheres conseguem exercer muita facilidade). Será isto possível?!?!?! Minhas amigas, não é não! Nem dizer ao rapaz “não” anteriormente foi ela capaz! Deu-lhe falsas esperanças, o que é péssimo para a cabeça de um gajo! Quando ele queria ter algo com ela, esta guardou-o nas reservas e ele fartou-se! Com razão (digo eu). Agora não entendo esta atitude dela! Será que quereria ela mesmo desta vez algo com ele??? Seria desta??? Claro que não! Embora o feitiço já tivesse passado nele, veio a descobrir que tudo o que ela estava a encenar era apenas para voltar a meter-lhe a coleira à volta do pescoço!
Portanto digo-vos: DECIDAM-SE!!! Não deixem um gajo rodeado de falsas esperanças, porque certamente não gostariam que vos fizessem o mesmo. Quando não estiverem interessadas digam! Parecendo que não…magoam muito mais uma pessoa dando falsas esperanças (que é o que pelos vistos “vossas excelências” gostam de fazer). Obrigado.

Nota dos autores: É uma verdade dura que este leitor nos relata. Mas a verdade é que também nos temos raparigas de reserva. Também nos gostamos de ter algumas em “stock”. A diferença é que nós só recorremos a ela se precisarmos mesmo. E elas recorrem a nós mal se sentem sozinhas ou desamparadas, nem que seja por pouco tempo.

06 junho 2007

Curtiam com a namorada de um amigo vosso?

Dos autores do blog
Deparo-me com um problema, talvez, comum: Comiam a namorada de um amigo vosso? E com comer, falo de uma curte. Uma curte mesmo a sério, já que a rapariga em causa quer mesmo aproveitar o momento e dar tudo o que tem nesta única e fantástica oportunidade de trair o namorado, sem compromisso, sem problemas. Acho, e talvez seja machista dizer isto, que se um rapaz trair uma rapariga, o caso irá chegar aos ouvidos da namorada, mais rápido do que se trata se do oposto.
Mas desta vez, falo-vos de uma rapariga, que com o seu namorado, está disposta a traí-lo. É claro que, eu, posso dar uma ajuda á essa situação ocorrer. Posso e deverei eu faze-lo? A questão é esta, se me dão uma oportunidade de fazer algo, que supostamente ninguém devera saber, deverei eu faze-lo? Se eu curtir com a namorada dele, estarei eu a dizer que todos os rapazes podem curtir com raparigas que já têm namorado?
Eu poderia, como já disse curtir com ela. E neste caso específico, eu nem gosto do namorado dela. Mas contudo, temos um certo mútuo entendimento. Como um respeito inquebrável e de enorme valor. E eu sou um forte apologista do respeito entre homens. Seria eu menos homem, se curtisse com uma miúda comprometida? É que no fundo, quem está a trair, é ela, e não eu. Eu sou no fundo o pobre tipo metido na alhada!
Agora, quais são as possibilidades após eu curtir com ela? Vou sintetizar:

- Primeira hipótese, ambos curtem a cena, ninguém os descobre e os dois tiveram uma situação boa de prazer. Ela, traiu o namorado, que pouco lhe satisfazia, ou apenas traiu para curtir o momento, ou para se vingar dele. E ele, curtiu com a namorada de outro, beijou e gostou do momento, e quem sabe futuramente a situação se repete.

- Segunda hipótese, ambos curtem a cena, mas são descobertos. O namorado dela, é capaz de bater no tipo que curtiu com a sua namorada. Acaba tudo com ela ou perdoa-a, dependendo se gosta mesmo dela ou não.

Destas duas hipóteses, a primeira que parece mesmo intocável e perfeita, pode contudo resultar em problemas. O rapaz pode-se apaixonar pela rapariga comprometida, e ou ela acaba, ou ele usa a situação como chantagem. O que lixa a rapariga que traiu o namorado. De qualquer das maneiras, quem somos nos para por cornos uns nos outros? Acho que todos nós devemos dizer o mesmo, sempre que nos perguntam:
“Já alguma vez te puseram os cornos man?”
“Não. Pelo menos que eu saiba.”
E isto, meus caros amigos, é uma dura verdade. Como poderemos nós saber se a nossa namorada nos traiu? De nenhuma maneira. E digo mesmo, se queremos saber, temos de controla-las? Mas é mesmo isso que queremos? Uma relação sufocante com ambos sempre a controlarem-se e a certificarem-se onde o outro está, com quem está, o que faz, porque faz. Enfim, acho que nenhum de nós quer uma relação assim. Pois não?
Enfim, quero vos dizer a verdade, se tiver oportunidade, irei curtir com ela. E se seguirmos a linha natural dos acontecimentos, então é provável que eu curta com ela. Porque se ela se faz a mim, e se eu sei como dar a volta a ela, então vou aproveitar e curtir com ela. Respondendo á pergunta deste texto: Sim, mas vamos primeiro definir que amizade é essa com o nosso amigo.
Amigos são amigos, mas raparigas também são raparigas. [1]

04 junho 2007

Revolução ou afastamento progressivo?

Dos autores do blog
Quantas vezes pensamos ter finalmente encontrado “a rapariga”, quantas vezes pensamos nas coisas que poderemos fazer juntos e naquilo que estamos dispostos a fazer por elas, quantas vezes passamos horas à espera de falar nem que seja um minuto com a tal rapariga?
Pois bem caros leitores, após um período experimental (um dos motivos que levou à minha longa ausência a nível da escrita de textos), conclui que este espaço de tempo em que alimentamos esperanças, acarretamos sonhos e levamos a cabo esforços e serões inteiros de verdadeira espera, durante o qual pensamos não nos fazer mal algum mantermo-nos nesta situação de eterna esperança que um dia ela comece a gostar de nós da mesma forma que nós gostamos delas, faz-nos de facto algum mal. Por esse motivo, analisei o meu comportamento, consultei variados espécimes do sexo masculinos já experimentados em relações semelhantes e cheguei a duas possíveis soluções: a primeira, o confrontar o espécime feminino em questão em relação à possibilidade de contracenar um caso amoroso, no fundo uma questão do género “vamos continuar neste jogo do cão e da dona, em que nos picamos constantemente e não sucede nada, ou andamos? O que como é óbvio conduz a duas saídas: a primeira ela aceita e ficamos muito contentes e valeu a pena a coragem e o risco corrido. A segunda saída é ela recusar a nossa proposta e uma possível amizade que exista deixa de existir, quebram-se os laços, acaba a amizade e fica no ar um sentimento de algum “desconforto”, no entanto acabamos com as esperanças infundadas de vez, estamos prontos a recomeçar a pensar em definir alvos. A outra possibilidade é o afastamento progressivo do espécime feminino, assim, este demonstra-se como um processo mais demorado, menos radical, com soluções portanto não tão imediatas mas podendo serem saídas mais fundadas, e pode conduzir a relação a três saídas: a primeira saída é que com o afastamento a rapariga e o predador acabem por se esquecer deixando de se falar progressivamente, outra hipótese é que a rapariga se ressinta da falta de atenção e dê o devido valor ao rapaz acabando estes por contracenarem uma relação mais “acesa”, a terceira e ultima opção é que com o passar do tempo vá sendo fundamentada uma grande amizade. No entanto este processo de afastamento progressivo apresenta vários entraves, como por exemplo, o facto de o afastamento progressivo e não radical implicar um grande auto-controlo, visto a rapariga poder recomeçar com chamadas de atenção e voltar a adquirir-nos como “animais de estimação”.
Concluindo, tomem a decisão que tomarem pensem bem antes de a concretizar, sabendo que existem soluções mais radicais e com efeitos mais imediatos e soluções mais morosas mas com mais variedade ao nível da saídas. [2]