Para que serve a cerveja sem álcool? Sinceramente, gostava de saber. Gostava de falar com o inventor da cerveja sem álcool, e perguntar-lhe: “Qual era a ideia? Andavas a fumar o quê? Podes dar-me um bocadinho? Vá lá…” Ora bem, eu até entendo minimamente a ideia. Eu gosto do sabor da cerveja. E pode haver gente que também goste do sabor, mas que não goste de ficar bêbado. (Se gosta do sabor, então pode beber uma ou duas cervejas, praticamente nem vai sentir o álcool) Mas para mim, seria ridículo beber cerveja sem álcool. Parece-me parvo e estúpido vender-se cerveja sem álcool. Entendo, que por aí fora, haja um pobre coitado que foi sair com os amigos, coitado. E por azar, que coitado, ele é o responsável por levar o carro. Temos pena, mas não vais beber cerveja sem álcool! Estás a enganar quem? Se vais conduzir e não podes beber álcool, ao menos bebe algo bom! Bebe uma Coca-Cola, um sumo de laranja ou talvez aquela coisa, o “granizado” (já agora, desafio cada um dos leitores, a beber um golo inteiro de grazinado, não pela palhinha. Encham a boca dessa bebida e engulam. Vão ver como sabe bem! É tão bom, que até vão sair lágrimas!)
Portanto, faz um favor a ti mesmo e bebe qualquer coisa de jeito. Mas não bebas cerveja sem álcool, por amor de deus! É o mesmo que comeres um belo frango, (daquelas à “ovo de Colombo”) mas sem batatas fritas e a usares os talheres. O sabor é o mesmo, mas nem tens o prazer de pegar na perna com a mão, comeres, acompanhado de umas belas dumas batatas fritas. Batatas fritas, daquelas feitas e fritas na loja. Não estamos aqui a falar das “Pala-pala” e doutras coisas do género! O que é bom é para se saborear! Sim, porque aí também está outro problema, a cerveja sem álcool não sabe exactamente igual a cerveja com álcool. É como a coca-cola zero. “Sabe igual”, lá dizia o anúncio. Sabe igual, o caralho é que sabe! Aquela merda sabe mesmo mal, não venham cá enganar o consumidor! Vou-me queixar a DECO!
Bom, aqui vai um conselho que quero dar a essa gente aí fora: Se forem beber, mas não querem por álcool no sangue, por favor não bebam cerveja sem álcool! Estão a tentar enganar quem? Para além de vocês próprios, claro! Só percebo a ideia da cerveja sem álcool, se uma rapariga do outro lado da mesa começar a meter-se convosco. E vocês, desesperados, quiserem que ela esteja bêbada e vocês não. Então aí, recomendo vivamente: bebam a vossa cerveja sem álcool e ela que continue-se a embebedar com cerveja com álcool. É claro que neste caso, ela é que é o homem e vocês não passam de uma mulher. Mas fora disso, está fora de questão! E mesmo aí, se querem enganar alguém e parecer “uns grandas malucos”, então esqueçam a cerveja sem álcool. Podem sempre encher um copo de vidro com água e colocar algumas pedras de gelo. E se vos perguntarem, respondem: “Sim, eu estou a beber vodka\absinto puro. Sou um grande homem, mas por favor, não cheirem o meu copo ou o meu hálito.” Ou se forem danados para a dança, podem sempre ir para o meio da multidão, porem-se a saltar e a pular agarrados a uma garrafa de água, de onde bebem de cinco em cinco minutos. “Sim, eu estou com speeds\pastilhas. Nem queiram imaginar como é que eu vou ser na cama hoje a noite!” É claro que, se querem mesmo impressioná-la nesta última parte, então é bom que não tenham disfunção eréctil.
Bom, basicamente é tudo o que tenho para dizer. Se querem enganar alguém, enganem. Mas por favor, não comprem cerveja sem álcool! Eu até percebo, para o pobre coitado que quer provar cerveja, mas é alérgico ao álcool. Repito, pobre coitado!!!! Para ti, boa sorte e ataca a cerveja sem álcool, para os restantes, com álcool! E se não querem ter álcool no sangue, é muito simples, não bebam!
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11 outubro 2008
16 setembro 2008
Teoria: Vestidos ou calças de ganga?
Devo confessar, que tenho um especial gosto pelos vestidos. E quando falo dos vestidos, refiro-me também ás roupas menos vulgares. Ou seja, tudo o que não é calças de ganga e uma t-shirt, ou outra coisa qualquer por cima.
Para mim, nada melhor que um vestido. Colado ao corpo. Justo. Principalmente, gosto muito do conjunto: short’s e um top. Para mim, é o perfeito. As calças de ganga, estão gastas. Estão usadas. Parece-me básico e pouco original. Não me atrai. Apesar de ter uma vantagem, que os vestidos não têm: as calças de ganga, tiram-se bem. E podemos tirar apenas a parte de baixo, ou a parte de cima. E os vestidos, esses já é mais complicado. Porque se queremos tirar um pouco da roupa, temos de tirar logo tudo. Mas como dizia, quanto à beleza, nada melhor que um vestido. Parece-me mais bonito e cativante. Mas o problema do vestido, é que também evidencia muito sobre a personalidade da rapariga em questão. Alguém que use um vestido, não é uma “Maria-rapaz”. Mas talvez uma rapariga mais calminha. Mais “menina”. Mais princesa. E as raparigas que usam sempre calças de ganga são, geralmente, mais “Maria-rapaz”. E para quem não conhece o termo, “Maria-rapaz”, no fundo, simboliza a rapariga que não é tão feminina. Que por razoes pessoais, cresceu e hoje não se apoia na sua feminilidade, mas no seu masculinismo. Geralmente, é a rapariga que cresceu com um ou outro irmão. Ou que na escola preferia brincar com os rapazes, do que com as raparigas. E para dar o seu aspecto e lado masculino, prefere vestir calças de ganga e mostrar que é forte. Perdeu o seu lado feminino. O seu lado de rapariga. Mas a “Maria-rapaz”, não representa necessariamente uma porca. Ou seja, apesar de ela não ser tão menina, não significa que ela é muito aberta ou muito “tesuda” (tesuda, que é uma palavra que é usada neste blog com alguma frequência, para caracterizar os rapazes com as hormonas aos pulos. Mas é injusto apenas utilizar no sexo masculino, e a verdade é que as raparigas também têm direito a estar tesudas).
Portanto, como dizia, prefiro os vestidos. Sempre simulam aquele aspecto de menina bonita. De princesa. O que é sempre bonito de se ver e de se ter. Se é que sou entendido por todos os que me lêem. Para mim, nunca fui com as “Maria-rapaz”. Sempre me pareceram muito convencidas. Muito intimidadoras. Muito rapazes. E sempre que estive com uma dessas, metade do tempo estava com medo de levar com um murro nos cornos. Sim porque essas raparigas, ainda dizem umas asneiras, arrotam, bebem cerveja e lutam, à sua maneira, se precisarem.
Enfim, o bom é que há variedade, assim não temos de andar todos atrás das mesmas. Viva à variedade!
Para mim, nada melhor que um vestido. Colado ao corpo. Justo. Principalmente, gosto muito do conjunto: short’s e um top. Para mim, é o perfeito. As calças de ganga, estão gastas. Estão usadas. Parece-me básico e pouco original. Não me atrai. Apesar de ter uma vantagem, que os vestidos não têm: as calças de ganga, tiram-se bem. E podemos tirar apenas a parte de baixo, ou a parte de cima. E os vestidos, esses já é mais complicado. Porque se queremos tirar um pouco da roupa, temos de tirar logo tudo. Mas como dizia, quanto à beleza, nada melhor que um vestido. Parece-me mais bonito e cativante. Mas o problema do vestido, é que também evidencia muito sobre a personalidade da rapariga em questão. Alguém que use um vestido, não é uma “Maria-rapaz”. Mas talvez uma rapariga mais calminha. Mais “menina”. Mais princesa. E as raparigas que usam sempre calças de ganga são, geralmente, mais “Maria-rapaz”. E para quem não conhece o termo, “Maria-rapaz”, no fundo, simboliza a rapariga que não é tão feminina. Que por razoes pessoais, cresceu e hoje não se apoia na sua feminilidade, mas no seu masculinismo. Geralmente, é a rapariga que cresceu com um ou outro irmão. Ou que na escola preferia brincar com os rapazes, do que com as raparigas. E para dar o seu aspecto e lado masculino, prefere vestir calças de ganga e mostrar que é forte. Perdeu o seu lado feminino. O seu lado de rapariga. Mas a “Maria-rapaz”, não representa necessariamente uma porca. Ou seja, apesar de ela não ser tão menina, não significa que ela é muito aberta ou muito “tesuda” (tesuda, que é uma palavra que é usada neste blog com alguma frequência, para caracterizar os rapazes com as hormonas aos pulos. Mas é injusto apenas utilizar no sexo masculino, e a verdade é que as raparigas também têm direito a estar tesudas).
Portanto, como dizia, prefiro os vestidos. Sempre simulam aquele aspecto de menina bonita. De princesa. O que é sempre bonito de se ver e de se ter. Se é que sou entendido por todos os que me lêem. Para mim, nunca fui com as “Maria-rapaz”. Sempre me pareceram muito convencidas. Muito intimidadoras. Muito rapazes. E sempre que estive com uma dessas, metade do tempo estava com medo de levar com um murro nos cornos. Sim porque essas raparigas, ainda dizem umas asneiras, arrotam, bebem cerveja e lutam, à sua maneira, se precisarem.
Enfim, o bom é que há variedade, assim não temos de andar todos atrás das mesmas. Viva à variedade!
24 agosto 2008
O Mundo está cheio de Mulheres
Acho difícil ser-se fiel a uma só mulher. E digo isto, porque tenho uma filosofia de vida que, indirectamente, meu deu esta noção. Ora eu sempre apoiei que se deve namorar com raparigas diferentes. Diferentes umas das outras, nos seus géneros e hábitos. Se namoramos com uma mais para frente, a seguir namoramos com uma mais calminha. Se namoramos com uma que quer algo mais sério, a seguir namoramos com outra que quer algo mais livre. E com isto não digo que devemos saltar de rapariga em rapariga, só para experimentarmos mais. Não. O que eu apoio é que devemos experimentar tudo o que podermos com a nossa namorada. E se as coisas, por alguma razão não correrem bem, então seguimos para uma nova namorada. Mas desta vez procuramos uma rapariga diferente. De modo a que está não sofra dos mesmos defeitos que a anterior. E com esta ideologia, cresce-se e descobre-se cada vez mais qual a rapariga ideal para cada um de nós.
O problema desta ideia é que por vezes não resulta, porque descobrimos a rapariga ideal, antes de experimentarmos o suficiente. Mas até que ponto é que descobrimos a rapariga ideal, se não experimentámos todo o tipo de raparigas? Se assentamos com uma rapariga do coro da igreja, que é feita da Gótica no canto? Da porca no alto? Da menina politicamente correcta lá atrás? Da ninfomaníaca escondida? Apoio portanto, que enquanto somos novos e não procuramos a rapariga ideal, que possamos experimentar o máximo. De modo a termos a certeza do que queremos. A verdade é que aqui surge um problema. Algo que me aconteceu recentemente. Estava eu na praia, fiel à minha menina, quando vi passar uma bela rapariga de biquini vermelho. Depois de ela passar, passou outra mais bonita. E outra. E outra. Levantei-me e notei que estava rodeado de raparigas, todas diferentes. Umas mais ossudas, outras mais corpulentas. Umas com rabos perfeitos, outras sem rabos. Umas com mamas com um tamanho consideravelmente, outras que cabiam na mão. E na minha mente, talvez demasiado pervertida, dei por mim a pensar no orgasmo de cada uma destas raparigas. Pôs-me a pensar na maneira com que cada uma destas raparigas te beija e diz “Gosto de ti”. E conclui em pouco tempo: não é fácil contentarmo-nos com uma só mulher para amar.
Basta pensar um pouco para concordar comigo. Se namoramos com uma rapariga e recebermos o amor dela, gostamos. Mas se namoramos com outra rapariga, recebemos um amor completamente diferente, mas também agradável. Os momentos que passamos com uma, não são iguais aos que passamos com outra. E isto acentua-se se namorarem só com raparigas diferentes das que namoraram anteriormente. Em pouco tempo vão perceber que o mundo está cheio de raparigas para amar. E cada uma delas vai reagir de maneira diferente à tua pessoa. Cada uma delas vai te agarrar doutra forma. Cada uma delas tem um colo diferente para adormeceres. Cada uma delas geme de maneira diferente. Cada uma delas tem um corpo diferente. Assim, é realmente difícil, na minha visão, dizermos que amamos uma rapariga. Porque no fundo, nos amamos o que essa rapariga nos proporciona. O que ela representa. Os beijos que ela dá. Os momentos sexuais que partilhamos. As tardes que vivenciamos. E todas as raparigas proporcionam isso, à sua maneira. Portanto, como podemos dizer que amamos alguém perdidamente e que ela é única? Se o mundo está cheio de raparigas diferentes, cada uma delas disposta a ser amada e a amar. Se o mundo é tão vasto e cada rapariga ama à sua maneira, umas que nos agradam mais e outras que nos agradam menos. Acho que a conclusão possível a esta teoria, é que não devemos parar de procurar. Não devemos assentar com uma rapariga. Pelo menos não agora. Enquanto há tempo, há esperança.
E com isto me despeço, vou ter com a minha namorada. Portem-se.
O problema desta ideia é que por vezes não resulta, porque descobrimos a rapariga ideal, antes de experimentarmos o suficiente. Mas até que ponto é que descobrimos a rapariga ideal, se não experimentámos todo o tipo de raparigas? Se assentamos com uma rapariga do coro da igreja, que é feita da Gótica no canto? Da porca no alto? Da menina politicamente correcta lá atrás? Da ninfomaníaca escondida? Apoio portanto, que enquanto somos novos e não procuramos a rapariga ideal, que possamos experimentar o máximo. De modo a termos a certeza do que queremos. A verdade é que aqui surge um problema. Algo que me aconteceu recentemente. Estava eu na praia, fiel à minha menina, quando vi passar uma bela rapariga de biquini vermelho. Depois de ela passar, passou outra mais bonita. E outra. E outra. Levantei-me e notei que estava rodeado de raparigas, todas diferentes. Umas mais ossudas, outras mais corpulentas. Umas com rabos perfeitos, outras sem rabos. Umas com mamas com um tamanho consideravelmente, outras que cabiam na mão. E na minha mente, talvez demasiado pervertida, dei por mim a pensar no orgasmo de cada uma destas raparigas. Pôs-me a pensar na maneira com que cada uma destas raparigas te beija e diz “Gosto de ti”. E conclui em pouco tempo: não é fácil contentarmo-nos com uma só mulher para amar.
Basta pensar um pouco para concordar comigo. Se namoramos com uma rapariga e recebermos o amor dela, gostamos. Mas se namoramos com outra rapariga, recebemos um amor completamente diferente, mas também agradável. Os momentos que passamos com uma, não são iguais aos que passamos com outra. E isto acentua-se se namorarem só com raparigas diferentes das que namoraram anteriormente. Em pouco tempo vão perceber que o mundo está cheio de raparigas para amar. E cada uma delas vai reagir de maneira diferente à tua pessoa. Cada uma delas vai te agarrar doutra forma. Cada uma delas tem um colo diferente para adormeceres. Cada uma delas geme de maneira diferente. Cada uma delas tem um corpo diferente. Assim, é realmente difícil, na minha visão, dizermos que amamos uma rapariga. Porque no fundo, nos amamos o que essa rapariga nos proporciona. O que ela representa. Os beijos que ela dá. Os momentos sexuais que partilhamos. As tardes que vivenciamos. E todas as raparigas proporcionam isso, à sua maneira. Portanto, como podemos dizer que amamos alguém perdidamente e que ela é única? Se o mundo está cheio de raparigas diferentes, cada uma delas disposta a ser amada e a amar. Se o mundo é tão vasto e cada rapariga ama à sua maneira, umas que nos agradam mais e outras que nos agradam menos. Acho que a conclusão possível a esta teoria, é que não devemos parar de procurar. Não devemos assentar com uma rapariga. Pelo menos não agora. Enquanto há tempo, há esperança.
E com isto me despeço, vou ter com a minha namorada. Portem-se.
22 julho 2008
O blog vai de férias! Adeus, por agora.
Companheiros, despeço-me. Vou de férias, dar uma volta pelo Algarve. Passar uns tempos em casa com uns amigos. Curtir do bom do Sol. Eu, tal como o blog, devo voltar para finais Agosto. Espero aproveitar o tempo. Conhecer umas bifas. E ver se sou um rapaz fiel ou não. Não sei até quando irá o blog durar. Como tenho facilidade em mantê-lo espero que dure muito mais tempo. Tenham a bondade de rever post’s antigos, se andarem por este blog a vasculhar. Aproveitem a tabela da esquerda.
E agora que me vou, dedico-vos umas últimas palavras. O prazer da vida. Gostava de vos dizer, o que me dá um grande prazer. Para além do óbvio, claro. Encontrei um enorme prazer, em beber uma imperial fria, ao sol. Com uns belos de uns tremoços ou uns pistachos, se houver dinheiro para isso. (Custam caro para caraças os pistachos! Menos os que se compram de meio quilo. Esses são baratos, mas não sabem a pistacho. Ficam avisados…) Encontrei um enorme prazer em estar com amigos, e a curtir o momento. Fora dos dramas das namoradas ou das futuras conquistas. Ali, simplesmente para nos divertirmos. Nunca consegui manter uma amiga. Mas a verdade é que faz falta alguma rapariga para conversar. Só mesmo para conversar! É claro que aquela ideia de a comermos (a nossa amiga) vai sempre manter-se. É verdade, não podemos negar. É impossível termos uma amiga, em que nunca nos ocorreu, curtirmos com ela. É puramente impossível. Excepto se ela for a nossa mãe. Por falar em mãe, há pouco tempo percebi a palavra MILF. Não porque percebi o termo. Mas sobre as MILF’s, sempre achei que era tudo conversa, até ver a melhor MILF de sempre na semana passada. Aí que boa que era… Bom, mas não querendo fugir ao tema. Acho que apesar de tudo o que se diz, do verão ser a melhor altura para nos fazermos a elas. Que todos querem curtir no Verão. Acho que o mais importante é aproveitar o tempo, aproveitar todo e qualquer momento em que nos encontramos rodeados de amigos. E simplesmente chilar a ouvir um reggae, ou outro género musical que apreciem. A rapariga, a curte do Verão, o que lhe quiserem chamar, há de surgir. Mais tarde ou mais cedo. Ps: Mas em casa no Pc, é que ela não aparece…
E pronto, com estas palavras me despeço. Vai ser o primeiro Verão que vou estar comprometido. E com esta confissão é possível perceberem que nunca tive uma relação que durou mais que um ano. Enfim, porra que se lixe. Também, que estupidez comprometer-me mesmo antes do Verão… Que erro…
Gostava de saber com que idade é que um tipo deixa de comer merda ás colheres…
Umas imagens para a viagem. Portem-se e boas férias!
Não se esqueçam, para onde forem passar as férias, respeitem o esforço dos comerciantes...

Procurem apreciar os desportos locais...

Não estranhem se virem algo MUITO diferente do comum...

E acima de tudo, aproveitem as benditas das férias!
E agora que me vou, dedico-vos umas últimas palavras. O prazer da vida. Gostava de vos dizer, o que me dá um grande prazer. Para além do óbvio, claro. Encontrei um enorme prazer, em beber uma imperial fria, ao sol. Com uns belos de uns tremoços ou uns pistachos, se houver dinheiro para isso. (Custam caro para caraças os pistachos! Menos os que se compram de meio quilo. Esses são baratos, mas não sabem a pistacho. Ficam avisados…) Encontrei um enorme prazer em estar com amigos, e a curtir o momento. Fora dos dramas das namoradas ou das futuras conquistas. Ali, simplesmente para nos divertirmos. Nunca consegui manter uma amiga. Mas a verdade é que faz falta alguma rapariga para conversar. Só mesmo para conversar! É claro que aquela ideia de a comermos (a nossa amiga) vai sempre manter-se. É verdade, não podemos negar. É impossível termos uma amiga, em que nunca nos ocorreu, curtirmos com ela. É puramente impossível. Excepto se ela for a nossa mãe. Por falar em mãe, há pouco tempo percebi a palavra MILF. Não porque percebi o termo. Mas sobre as MILF’s, sempre achei que era tudo conversa, até ver a melhor MILF de sempre na semana passada. Aí que boa que era… Bom, mas não querendo fugir ao tema. Acho que apesar de tudo o que se diz, do verão ser a melhor altura para nos fazermos a elas. Que todos querem curtir no Verão. Acho que o mais importante é aproveitar o tempo, aproveitar todo e qualquer momento em que nos encontramos rodeados de amigos. E simplesmente chilar a ouvir um reggae, ou outro género musical que apreciem. A rapariga, a curte do Verão, o que lhe quiserem chamar, há de surgir. Mais tarde ou mais cedo. Ps: Mas em casa no Pc, é que ela não aparece…
E pronto, com estas palavras me despeço. Vai ser o primeiro Verão que vou estar comprometido. E com esta confissão é possível perceberem que nunca tive uma relação que durou mais que um ano. Enfim, porra que se lixe. Também, que estupidez comprometer-me mesmo antes do Verão… Que erro…
Gostava de saber com que idade é que um tipo deixa de comer merda ás colheres…
Umas imagens para a viagem. Portem-se e boas férias!
Não se esqueçam, para onde forem passar as férias, respeitem o esforço dos comerciantes...

Procurem apreciar os desportos locais...

Não estranhem se virem algo MUITO diferente do comum...

E acima de tudo, aproveitem as benditas das férias!
06 julho 2008
Partindo para outra, infelizmente
Eu nunca serei um grande trabalhador. Eu nunca serei um grande atleta. Eu nunca irei ter uma família funcional. Eu nunca irei ter a namorada ideal. Eu nunca alcançarei a imortalidade. Eu nunca alcançarei a perfeição. Eu nunca serei nada disto. E contudo, tenho um sorriso na cara. Porquê? Porque podia ser pior. E com isto não digo que devemos aceitar a vida como ela é, sem lutarmos pelo melhor. Mas a verdade é esta, tanta gente sofre constantemente. Todos os dias, duma maneira que nenhum de nós alguma vez sofreu. A cada segundo que passa, mais alguém morre. Mais alguém falece num lugar qualquer remoto, ou talvez não, talvez mesmo ali ao lado. Tanta merda existe, que dá que pensar no porquê de nós queixarmos de cada merdinha que nos acontece. Fodasse, isto podia ser bem pior. Tenho a certeza que me faço entender quando vos digo que estamos aqui para aproveitar a vida. Para quê gastar tempo com o orgulho. Para quê dar desprezo e entrar em esquemas marados. Todos nós queremos o mesmo. Ser felizes. Porque não admitirmos isso mesmo, que queremos ser felizes.
Não sou a pessoa que mais gostaria de ser, mas para lá caminho. Admito que se hoje não sou um gajo com potencial e com um futuro promissor, é porque a culpa foi minha. Sim, eu não fiz tudo como poderia ter feito. Errei, fiz merda. E pronto, isso é o passado. Isso é algo que eu podia ter controlado. Que eu podia ter mudado. Mas há tanta coisa que está fora do nosso alcance e que atribuímos ás culpas a nós mesmos. Não, a culpa não foi nossa. Temos de entender o que se deve aos nossos erros e o que foi inevitável. Hoje percebo isso. Hoje percebo que perdi a miúda ideal e que a culpa foi minha, porque não me esforcei o suficiente. Hoje percebo que não sou um trabalhador ideal, não me destaco e dificilmente serei promovido. Agora, a culpa não é minha, pelos erros dos outros. O mundo tem muita merda e a culpa não é só minha. Alias, nem vou mandar as culpas a alguém. Vou admitir que errei e que mereço uma segunda oportunidade. E por isso, aqui estou eu, pronto para mais uma.
Já fiz muita merda no passado, e hoje dou por mim a contemplar o que podia ou não ter tido. Mas uma coisa é certa. Cada um encontra o seu caminho. Quer ele seja fruto do nosso esforço e dedicação ou o resultado de uma vida despreocupada e inútil. Aqui vou eu para mais uma, sem fim á vista.
Não sou a pessoa que mais gostaria de ser, mas para lá caminho. Admito que se hoje não sou um gajo com potencial e com um futuro promissor, é porque a culpa foi minha. Sim, eu não fiz tudo como poderia ter feito. Errei, fiz merda. E pronto, isso é o passado. Isso é algo que eu podia ter controlado. Que eu podia ter mudado. Mas há tanta coisa que está fora do nosso alcance e que atribuímos ás culpas a nós mesmos. Não, a culpa não foi nossa. Temos de entender o que se deve aos nossos erros e o que foi inevitável. Hoje percebo isso. Hoje percebo que perdi a miúda ideal e que a culpa foi minha, porque não me esforcei o suficiente. Hoje percebo que não sou um trabalhador ideal, não me destaco e dificilmente serei promovido. Agora, a culpa não é minha, pelos erros dos outros. O mundo tem muita merda e a culpa não é só minha. Alias, nem vou mandar as culpas a alguém. Vou admitir que errei e que mereço uma segunda oportunidade. E por isso, aqui estou eu, pronto para mais uma.
Já fiz muita merda no passado, e hoje dou por mim a contemplar o que podia ou não ter tido. Mas uma coisa é certa. Cada um encontra o seu caminho. Quer ele seja fruto do nosso esforço e dedicação ou o resultado de uma vida despreocupada e inútil. Aqui vou eu para mais uma, sem fim á vista.
28 junho 2008
Reter a Ejaculação (não se vir)
Eu, primeiro que tudo, ia jurar que era “ejeculação” mas o corrector de Word pede para por “ejaculação”. Quem sou eu para o contrariar.
Bom, a questão de um tipo não se vir antes de tempo, atormenta cada um de nós, homens. Sim é verdade que nós nos queremos vir e que se pudéssemos vínhamo-nos sempre que nos apetecia. A verdade é que poucas raparigas vão querer fazer mais sexo com um tipo que não sabe durar tempo suficiente para lhes dar prazer. Sem dúvida que podemos fazer muitos preliminares. Mas até que pouco é que depois de várias dezenas de minutos de preliminares, é que temos o direito de nos virmos em segundos? Portanto, torna-se óbvio, que temos de adiar a nossa altura em que nos vimos. Não só para podermos dar-lhes prazer, mas também para conseguirmos estar outra vez com elas.
Sim porque estar com uma mulher, é como comer num bom restaurante. Sendo nós os donos do restaurante, elas só voltam se o serviço for bom e a comida valha o seu preço. Também é possível, a partir desta ideia do restaurante, concluir outras coisas. Existem os restaurantes rascos, em que o serviço é mau e a comida não vale nada, mas em compensação os preços são baixos. E mesmo assim, existem sempre alguns clientes que vão lá comer. Mas partindo do principio que estamos a gerir um bom restaurante e que procuramos clientes de alto gabarito e com posses monetários, então temos que tratar bem os clientes.
Ora, a questão de um tipo não se vir antes de tempo, passa muito, a meu ver (e seguindo a perspectiva de tudo o que li e consultei sobre o assunto) pelo treino. Como todos nós damos “uma limpeza ao mastro” várias vezes por semana, recomendo o seguinte treino:
- Quando se estiver a vir, estrangule o animal pela parte que liga ao corpo, perto dos tomates. Se resultar, não te vens e consegues continuar em estado “on”. Podes repetir este processo as vezes que quiseres;
- Sempre que se for mijar, pare de mijar por cinco segundos, mije de novo, pare de mijar de novo por mais cinco segundos, e recomece até não haver mais mijo;
Agora, podem acreditar na minha palavra, que isto vai dar resultado. Tenho tido das melhores ejaculações da minha vida e recomendo a toda a gente para seguir estes exercícios. Sim, porque para além de aguentares bem mais tempo, quando chega a altura de te vires, tiras muito mais prazer. Como se o tempo que te esforçaste para não te vir, compensa-se te com um prazer enorme.
Eu digo-vos, o futuro passa por aqui!
Bom, a questão de um tipo não se vir antes de tempo, atormenta cada um de nós, homens. Sim é verdade que nós nos queremos vir e que se pudéssemos vínhamo-nos sempre que nos apetecia. A verdade é que poucas raparigas vão querer fazer mais sexo com um tipo que não sabe durar tempo suficiente para lhes dar prazer. Sem dúvida que podemos fazer muitos preliminares. Mas até que pouco é que depois de várias dezenas de minutos de preliminares, é que temos o direito de nos virmos em segundos? Portanto, torna-se óbvio, que temos de adiar a nossa altura em que nos vimos. Não só para podermos dar-lhes prazer, mas também para conseguirmos estar outra vez com elas.
Sim porque estar com uma mulher, é como comer num bom restaurante. Sendo nós os donos do restaurante, elas só voltam se o serviço for bom e a comida valha o seu preço. Também é possível, a partir desta ideia do restaurante, concluir outras coisas. Existem os restaurantes rascos, em que o serviço é mau e a comida não vale nada, mas em compensação os preços são baixos. E mesmo assim, existem sempre alguns clientes que vão lá comer. Mas partindo do principio que estamos a gerir um bom restaurante e que procuramos clientes de alto gabarito e com posses monetários, então temos que tratar bem os clientes.
Ora, a questão de um tipo não se vir antes de tempo, passa muito, a meu ver (e seguindo a perspectiva de tudo o que li e consultei sobre o assunto) pelo treino. Como todos nós damos “uma limpeza ao mastro” várias vezes por semana, recomendo o seguinte treino:
- Quando se estiver a vir, estrangule o animal pela parte que liga ao corpo, perto dos tomates. Se resultar, não te vens e consegues continuar em estado “on”. Podes repetir este processo as vezes que quiseres;
- Sempre que se for mijar, pare de mijar por cinco segundos, mije de novo, pare de mijar de novo por mais cinco segundos, e recomece até não haver mais mijo;
Agora, podem acreditar na minha palavra, que isto vai dar resultado. Tenho tido das melhores ejaculações da minha vida e recomendo a toda a gente para seguir estes exercícios. Sim, porque para além de aguentares bem mais tempo, quando chega a altura de te vires, tiras muito mais prazer. Como se o tempo que te esforçaste para não te vir, compensa-se te com um prazer enorme.
Eu digo-vos, o futuro passa por aqui!
19 junho 2008
Pornografia, Pai-Nosso de todo o dia
Sempre que vejo pornografia, sinto-me um animal. Porque quando vejo pornografia, sinto que estou ali, feito voyeur. Sinto vontade de entrar em cena. A ideia da pornografia é mesmo essa, sermos parte do filme. Contudo, não consigo deixar de ver os actores. Que estão ali a foderem e eu de lado a bater uma. Eles a olharem para mim surpreendidos, e eu a dizer: “Por favor, continuem.” Não deixa de ser estranho. O prazer da pornografia, não deixa de ser estranho. Pensemos sobre o assunto. Estamos sentados no pc, e dá-nos a vontade. Buscamos um guardanapo ou outra coisa qualquer. (conheço quem use copos e sacos de plástico) E depois começamos a ver os filmes. Pessoalmente prefiro filmes da Internet. É sempre algo novo. E depois, tal como no cinema, podemos acompanhar as nossas actrizes preferidas nos seus últimos filmes. Cria-se ali uma relação actriz-punheteiro, que no cinema não existe. Deixamo-nos levar pela cena.
Sacamos o animal cá para fora e lá começamos a limpar o mastro. Vamos escolhendo o próximo filme que vamos ver. Por vezes um filme basta. Às vezes são vários. Depende da vontade que temos e da rapidez com que batemos. Eu pessoalmente, ultimamente, tenho me sentido desiludido, sempre que o faço. Parece que um pouco de mim vai-se embora. Quer dizer, milhões de pequenos “eus” saem para liberdade, e sufocam. E o problema não é esse, o problema é isso acontecer TODOS os dias. Às vezes mais que uma vez por dia. Por muito trabalho que tenhamos, por muito cansados que estejamos, á sempre uma horita por dia para bater uma. É daquelas coisas que fazemos, mesmo sem querermos.
Agora, gostava de desmentir aquele mito de que “se batermos muito, ficamos sem esperma”. Até pode ser verdade! A questão é esta, há tanta gente aí fora que bate todos os dias, e a toda a hora, e nunca ninguém falou desse problema. Nunca ninguém veio á televisão e disse: “Epa eu batia 2 a 3 vezes por dia, e hoje tenho 23 anos e já não tenho esperma. E pronto, é isso.” Quer dizer, se isso fosse verdade, já estavam a espalhar folhetos e a fazer as crianças perceberem que o esperma não vai estar sempre cá. Apesar de já ter ouvido história de que só produzimos 2 litros de esperma durante toda a vida. (ou eram 20 litros) O que quer que seja, bater uma não deixa de ser um hábito imprescindível do homem. De todos nós. É como comer. Podemos passar fome, mas ficamos pouco saudáveis. E eu sempre aprendi a ser saudável! Por falar nisso, vou ver um filme. Portem-se.
Sacamos o animal cá para fora e lá começamos a limpar o mastro. Vamos escolhendo o próximo filme que vamos ver. Por vezes um filme basta. Às vezes são vários. Depende da vontade que temos e da rapidez com que batemos. Eu pessoalmente, ultimamente, tenho me sentido desiludido, sempre que o faço. Parece que um pouco de mim vai-se embora. Quer dizer, milhões de pequenos “eus” saem para liberdade, e sufocam. E o problema não é esse, o problema é isso acontecer TODOS os dias. Às vezes mais que uma vez por dia. Por muito trabalho que tenhamos, por muito cansados que estejamos, á sempre uma horita por dia para bater uma. É daquelas coisas que fazemos, mesmo sem querermos.
Agora, gostava de desmentir aquele mito de que “se batermos muito, ficamos sem esperma”. Até pode ser verdade! A questão é esta, há tanta gente aí fora que bate todos os dias, e a toda a hora, e nunca ninguém falou desse problema. Nunca ninguém veio á televisão e disse: “Epa eu batia 2 a 3 vezes por dia, e hoje tenho 23 anos e já não tenho esperma. E pronto, é isso.” Quer dizer, se isso fosse verdade, já estavam a espalhar folhetos e a fazer as crianças perceberem que o esperma não vai estar sempre cá. Apesar de já ter ouvido história de que só produzimos 2 litros de esperma durante toda a vida. (ou eram 20 litros) O que quer que seja, bater uma não deixa de ser um hábito imprescindível do homem. De todos nós. É como comer. Podemos passar fome, mas ficamos pouco saudáveis. E eu sempre aprendi a ser saudável! Por falar nisso, vou ver um filme. Portem-se.
14 junho 2008
Porque é que as traímos? (e Vídeos do Rui Unas)
Como já é de notar, a minha opinião não satisfaz toda a gente. Mas enquanto tiver um blog, ninguém me cala. (antigamente fazia se revoluções, hoje escrevesse em blogs. Sociedade perdida…) Ora, a meu ver, nos traímos as meninas porque estamos tesudos. Enquanto beijamos a nossa namorada, é tudo bom. Estamos com ela. Estamos tesudos. Coisa puxa por coisa. Saímos todos contentes. Sem tesão. Agora, quando estamos sem ela. Sentimos a falta daquele estímulo. Aquele estímulo que facilmente nos fazia “deixar de tar tesudos”. E como todos sabemos, a nossa cabeça de baixo manda, algumas vezes, na de cima. O chamamento para satisfazer a “tesão” é, insaciável. Pensamos em estar com elas, para pormos fim a esse chamamento interminável. Mas não é fácil. Temos vontade de a trair. Ninguém precisa de saber. É tudo muito bonito. Não chateamos ninguém. E traímos. E no fim, fizemos merda. Tínhamos uma miúda tão gira que gostava de nos. E fomos acabar tudo, só para passar a tesão. Porra até uma punheta faz parar a tesão!
Enfim, não sei o que vos diga. Alias, digo já a toda a gente daqui. Arranjei uma namorada e agora não digo coisa com coisa. Traiam as vossas namoradas. Sejam felizes. Sejam homens!
E aqui fica, esse grande Rui Unas. A cantar. Cada um de nós tem um pouco a aprender com o Rui Unas. Aqui fica então:
Enfim, não sei o que vos diga. Alias, digo já a toda a gente daqui. Arranjei uma namorada e agora não digo coisa com coisa. Traiam as vossas namoradas. Sejam felizes. Sejam homens!
E aqui fica, esse grande Rui Unas. A cantar. Cada um de nós tem um pouco a aprender com o Rui Unas. Aqui fica então:
08 junho 2008
Festejar e Trabalhar
O blog vai se ausentar, na próxima semana e meio. (aproveitem para verem textos antigos) Contudo, não vos deixo sem umas palavras.
Nesta altura em que festejamos e trabalhamos uma última vez, conto-vos um episódio que se passou comigo, muito recentemente. No outro dia recebi as palavras “Não abuses!” quando estava a beijar uma rapariga. Posso vos dizer que o “não abuses” não foi dirigido para o beijo. Não, ela estava a gostar do beijo. E muito! Não gostou foi do sítio onde pôs as minhas mãos. Deu para entender no momento que, a rapariga em questão, é na verdade uma “menininha”. E com “menininha” refiro-me ás meninas do coro. Aquelas que um beijo e um abraço é tudo o que elas mais querem. São aquelas que não tomam a iniciativa, normalmente. São aquelas que não dizem, como eu já ouvi “Beijos não me basta, acho que já estamos na idade de fazer qualquer coisa na cama.” (é verdade, acreditem que já me disseram isto).
Agora, uma coisa é certa, eu nunca fui bem habituado. E estar com uma menina do coro nunca foi o meu maior desejo. Mas, admito que dá uma segurança dos diabos. Como toda a gente sabe que ela é assim, poucos se metem com ela. Como não tolera muito o álcool, nunca se vai embebedar. E depois, tem um sentido de “namorado” muito maior que as outras raparigas. Apesar de ter ouvido o tal pedido para não abusar, acho que não vou desistir. Sempre ouvi dizer que devemos “experimentar os opostos”. E é um conselho que gosto de seguir. Experimentar os opostos, para perceber o que quero mesmo. E depois, um pouco de lentidão numa relação, nunca fez mal a ninguém. Ao menos assim, a surpresa não se vai tão depressa.
E agora, umas imagens para vos inspirarem. Festejem e divirtam-se! O verão está aí!


Nesta altura em que festejamos e trabalhamos uma última vez, conto-vos um episódio que se passou comigo, muito recentemente. No outro dia recebi as palavras “Não abuses!” quando estava a beijar uma rapariga. Posso vos dizer que o “não abuses” não foi dirigido para o beijo. Não, ela estava a gostar do beijo. E muito! Não gostou foi do sítio onde pôs as minhas mãos. Deu para entender no momento que, a rapariga em questão, é na verdade uma “menininha”. E com “menininha” refiro-me ás meninas do coro. Aquelas que um beijo e um abraço é tudo o que elas mais querem. São aquelas que não tomam a iniciativa, normalmente. São aquelas que não dizem, como eu já ouvi “Beijos não me basta, acho que já estamos na idade de fazer qualquer coisa na cama.” (é verdade, acreditem que já me disseram isto).
Agora, uma coisa é certa, eu nunca fui bem habituado. E estar com uma menina do coro nunca foi o meu maior desejo. Mas, admito que dá uma segurança dos diabos. Como toda a gente sabe que ela é assim, poucos se metem com ela. Como não tolera muito o álcool, nunca se vai embebedar. E depois, tem um sentido de “namorado” muito maior que as outras raparigas. Apesar de ter ouvido o tal pedido para não abusar, acho que não vou desistir. Sempre ouvi dizer que devemos “experimentar os opostos”. E é um conselho que gosto de seguir. Experimentar os opostos, para perceber o que quero mesmo. E depois, um pouco de lentidão numa relação, nunca fez mal a ninguém. Ao menos assim, a surpresa não se vai tão depressa.
E agora, umas imagens para vos inspirarem. Festejem e divirtam-se! O verão está aí!


24 maio 2008
Só nos fodem os cornos, elas
Epa, para quê discussões estúpidas? Gostava de saber! Dou por mim a discutir com a miúda se eu disse “ás 6 horas” ou “ás 6h30”. Mas isto cabe na cabeça de alguém, discutir por uma miserável meia hora? Eu já nem sei. Porque depois da discussão resolvida, já tamos nós a trocar fluidos corporais, como se não houvesse amanhã. Para ali a comermo-nos e a dizer que gostamos muito um do outro. Eu, da minha parte, dispensava estas discussões estúpidas. Para que serve discutir? Não temos nós uma vida interessante? Precisamos mesmo de discutir? Eu sei lá. Isto das relações só serve para dar dores de cabeça. Mas que é bom, é bom. Isso não posso negar. E depois, andamos com uma moral do caraças! Já eu, dou por mim a falar bem em público e a atirar-me a todas as miúdas, apenas por andar com a moral alta! O que causa outro problema, se andar com uma miúda me levanta a moral e me faz atirar a outras miúdas… ás tantas ainda vou trair a rapariga com que ando, por que ela me anda a levantar a moral. Confusão.
Bom, mas vou vos falar de outra cena, as namoradas. Julgo que posso separar as namoradas (já agora, este blog como só fala de gajas, ás tantas não sei se já disse o que vou dizer, se já disse antes, perdoem-me) em dois parâmetros distintos:
- As namoradas que comemos;
- As namoradas.
As diferenças mantêm-se no que queremos delas. Passo a explicar:
- As namoradas que comemos, são as gajas que só servem para nós termos orgasmos…e lhes darmos orgasmos. Beijo aqui, abraço ali. São as gajas que damos uma palmada no cu á frente dos amigos. São as gajas que se sentam ao nosso colo e nos dão linguados sem problemas. Que pensam em sexo num lugar público e mexem-nos na “pila” sem problemas, onde quer que estejamos. Em pouco tempo estamos na cama com elas. Se não estamos a fazer sexo, estamos a dar-lhe nos bons preliminares. (Em uma semana, consegui ir com uma dessas para a cama. Não vos dou esta informação para me gabar, mas para terem uma noção do quanto “porcas” elas podem ser. O que, na minha opinião pessoal, não tem mal nenhum. Mas isso é apenas a minha opinião. E com um blog destes é sempre uma opinião duvidosa…)
- As namoradas são aquelas que partilhamos sensações, confissões e momentos que queremos recordar, não pela beleza do orgasmo, mas pela beleza da “paixão”. Este tipo de relações dão lugar a muitas mais discussões, ainda mais parvas e mais patéticas. Mas são aqueles relações onde não se faz sexo. Faz-se amor. E isso, faz toda a diferença. (Tem o problema de durar muito mais tempo até irmos para a cama com elas. Eu não vou dizer que vale a pena. Mas acho que basta experimentar uma vez para se sentir vontade de repetir uma e outra vez, até ao fim das nossas vida)
E após esta explicação despeço-me. Cumprimentos, até para próxima.
Bom, mas vou vos falar de outra cena, as namoradas. Julgo que posso separar as namoradas (já agora, este blog como só fala de gajas, ás tantas não sei se já disse o que vou dizer, se já disse antes, perdoem-me) em dois parâmetros distintos:
- As namoradas que comemos;
- As namoradas.
As diferenças mantêm-se no que queremos delas. Passo a explicar:
- As namoradas que comemos, são as gajas que só servem para nós termos orgasmos…e lhes darmos orgasmos. Beijo aqui, abraço ali. São as gajas que damos uma palmada no cu á frente dos amigos. São as gajas que se sentam ao nosso colo e nos dão linguados sem problemas. Que pensam em sexo num lugar público e mexem-nos na “pila” sem problemas, onde quer que estejamos. Em pouco tempo estamos na cama com elas. Se não estamos a fazer sexo, estamos a dar-lhe nos bons preliminares. (Em uma semana, consegui ir com uma dessas para a cama. Não vos dou esta informação para me gabar, mas para terem uma noção do quanto “porcas” elas podem ser. O que, na minha opinião pessoal, não tem mal nenhum. Mas isso é apenas a minha opinião. E com um blog destes é sempre uma opinião duvidosa…)
- As namoradas são aquelas que partilhamos sensações, confissões e momentos que queremos recordar, não pela beleza do orgasmo, mas pela beleza da “paixão”. Este tipo de relações dão lugar a muitas mais discussões, ainda mais parvas e mais patéticas. Mas são aqueles relações onde não se faz sexo. Faz-se amor. E isso, faz toda a diferença. (Tem o problema de durar muito mais tempo até irmos para a cama com elas. Eu não vou dizer que vale a pena. Mas acho que basta experimentar uma vez para se sentir vontade de repetir uma e outra vez, até ao fim das nossas vida)
E após esta explicação despeço-me. Cumprimentos, até para próxima.
10 maio 2008
Porquê arranjar uma namorada?
Este texto, escrito pelo autor do blog, espera responder a esta pergunta fodida que nos atormenta a mente todos os dias. Porquê arranjar uma namorada?
Porquê? Porque é bom.
Podia me ficar por aqui. Mas vou antes continuar a responder a esta pergunta impertinente. Ora, ter uma namorada é bom. Porque quando estamos sozinhos, sempre conseguimos sorrir, porque ao longe há uma miúda que nos adora e quer passar tempo connosco. Uma miúda que podemos abraçar e beijar. Até começarmos a discutir por coisas parvas. Mas fora disso, é bom. Porque muitas vezes estamos desmotivados e cansados. Mas lembramo-nos de como beijamos a nossa namorada. E ela a fechar os olhos e a gemer baixinho para nós. Só para nós! Epa alegra qualquer um. E é suficiente para se arranjar uma namorada. É claro que o mais perspicaz ao ler o que escrevi, me responda:
“Olha lá, as putas também beijam de olhos fechados e gemem! Até gemem alto só para ti!”
Sem dúvida, concordo com este leitor perspicaz. Contudo, acredito mais nas namoradas do que nas putas. Por vezes o conceito confunde-se. E acredito seriamente que ao longo da nossa vida, vá ser difícil de distinguir ambas. Agora, uma coisa é certa, as namoradas até têm o seu nível. Desde que sejam capazes de fazer algumas coisas. E de não fazerem outras. Então, aí são perfeitas. Agora, é possível que o leitor esteja a notar algo de estranho com o autor do blog, e se esteja a perguntar:
“Este caralhão arranjou uma namorada! Está tudo tesudo e feliz com ela! Deixou de ser o gajo que a malta curtia!”
E eu, como bom anfitrião aqui deste blog, digo que não. Não, não arranjei uma namorada. Mas para lá caminho. Agora, uma coisa é certa. Continuo a ser o gajo que a malta curtia. Abaixo as gajas pá! Continuamos a estudar xavalas otárias! E a tentar perceber como é que elas mexem tanto connosco. A verdade é está, estou atrás duma miúda, e gosto de estar com ela. Será que isso faz de mim outro homem? Será que ainda sou eu mesmo?
Ai o caraças…
Porquê? Porque é bom.
Podia me ficar por aqui. Mas vou antes continuar a responder a esta pergunta impertinente. Ora, ter uma namorada é bom. Porque quando estamos sozinhos, sempre conseguimos sorrir, porque ao longe há uma miúda que nos adora e quer passar tempo connosco. Uma miúda que podemos abraçar e beijar. Até começarmos a discutir por coisas parvas. Mas fora disso, é bom. Porque muitas vezes estamos desmotivados e cansados. Mas lembramo-nos de como beijamos a nossa namorada. E ela a fechar os olhos e a gemer baixinho para nós. Só para nós! Epa alegra qualquer um. E é suficiente para se arranjar uma namorada. É claro que o mais perspicaz ao ler o que escrevi, me responda:
“Olha lá, as putas também beijam de olhos fechados e gemem! Até gemem alto só para ti!”
Sem dúvida, concordo com este leitor perspicaz. Contudo, acredito mais nas namoradas do que nas putas. Por vezes o conceito confunde-se. E acredito seriamente que ao longo da nossa vida, vá ser difícil de distinguir ambas. Agora, uma coisa é certa, as namoradas até têm o seu nível. Desde que sejam capazes de fazer algumas coisas. E de não fazerem outras. Então, aí são perfeitas. Agora, é possível que o leitor esteja a notar algo de estranho com o autor do blog, e se esteja a perguntar:
“Este caralhão arranjou uma namorada! Está tudo tesudo e feliz com ela! Deixou de ser o gajo que a malta curtia!”
E eu, como bom anfitrião aqui deste blog, digo que não. Não, não arranjei uma namorada. Mas para lá caminho. Agora, uma coisa é certa. Continuo a ser o gajo que a malta curtia. Abaixo as gajas pá! Continuamos a estudar xavalas otárias! E a tentar perceber como é que elas mexem tanto connosco. A verdade é está, estou atrás duma miúda, e gosto de estar com ela. Será que isso faz de mim outro homem? Será que ainda sou eu mesmo?
Ai o caraças…
10 abril 2008
Estar sozinho e lúcido
Será que me sinto na necessidade de arranjar uma parceira? Alguém com quem partilhar ideias, pensamentos e sonhos? Ou apenas uma namorada para beijar e me esporar? Dá que pensar, na verdadeira razão do amor, quando se é jovem. No fundo, é uma maneira de resolver dois dos maiores problemas de cada jovem: a insegurança e as hormonas.
- A insegurança, pois como todos os jovens, somos inseguros. Não confiamos em toda a gente. Atravessamos uma idade incompreendida e seriamente fodida. Logo, ninguém é capaz de nos ajudar. Somos tão inconscientes que, no dia em que percebemos que a juventude é uma fase da vida sem ajuda e sem nexo, é o dia em que nos tornamos adultos.
- E as hormonas, pois é na juventude que as hormonas pulam alto e bom som. Pedindo, exigindo para serem saciadas. Quer essa exigência seja por uma masturbação diária, ou por uma tristeza constante que pede para alguém lhe saciar a sua vontade sexual.
A verdade é que ter uma namorada, é completamente possível de ser prescindido. Pelo menos na juventude. Basta acabarmos com a nossa insegurança, na procura de conselhos amigos. E saciar as nossas hormonas com uma curte aqui e ali, e uma masturbação por cá e por lá. Logo, é possível percebermos que as namoradas são altamente dispensáveis. Quando se é jovem. Porque quando se é adulto, as namoradas são outra coisa. Os amigos já não são aquela âncora sempre disponível, eles têm a vida deles, não estão sempre disponíveis. E as curtes começam a não ter muito sentido. A procura por mais exige a resposta óbvia: a namorada.
Dá que pensar em todos os jovens que namoram. Que agarram-se mais que super cola 3. Não querem largar. Que se beijam e passeiam de mãos dadas. Como se tudo fosse mais belo, como se não conseguissem viver sem a sua parceira. E no fundo, só precisam dela para aquela punhetinha semanal, ou aquela foda mensal. São um pouco patéticos.
E chamam-lhe amor? Sabem lá o que é amor…
- A insegurança, pois como todos os jovens, somos inseguros. Não confiamos em toda a gente. Atravessamos uma idade incompreendida e seriamente fodida. Logo, ninguém é capaz de nos ajudar. Somos tão inconscientes que, no dia em que percebemos que a juventude é uma fase da vida sem ajuda e sem nexo, é o dia em que nos tornamos adultos.
- E as hormonas, pois é na juventude que as hormonas pulam alto e bom som. Pedindo, exigindo para serem saciadas. Quer essa exigência seja por uma masturbação diária, ou por uma tristeza constante que pede para alguém lhe saciar a sua vontade sexual.
A verdade é que ter uma namorada, é completamente possível de ser prescindido. Pelo menos na juventude. Basta acabarmos com a nossa insegurança, na procura de conselhos amigos. E saciar as nossas hormonas com uma curte aqui e ali, e uma masturbação por cá e por lá. Logo, é possível percebermos que as namoradas são altamente dispensáveis. Quando se é jovem. Porque quando se é adulto, as namoradas são outra coisa. Os amigos já não são aquela âncora sempre disponível, eles têm a vida deles, não estão sempre disponíveis. E as curtes começam a não ter muito sentido. A procura por mais exige a resposta óbvia: a namorada.
Dá que pensar em todos os jovens que namoram. Que agarram-se mais que super cola 3. Não querem largar. Que se beijam e passeiam de mãos dadas. Como se tudo fosse mais belo, como se não conseguissem viver sem a sua parceira. E no fundo, só precisam dela para aquela punhetinha semanal, ou aquela foda mensal. São um pouco patéticos.
E chamam-lhe amor? Sabem lá o que é amor…
03 abril 2008
Raparigas sem cu
Fico eternamente surpreendido pelas raparigas que não tem cu. Talvez ainda mais que aquelas que têm cu. Porque no fundo, é estranhíssimo. Parece que lhes roubaram o cu! E lá andam elas, ali, sem cu. Já dizia um amigo meu:
“Não tinha cu, apostou as mamas, e ficou sem elas.”
Pois, porque ainda há raparigas que não têm mamas e não têm cu! Porque ás vezes até têm umas mamitas razoáveis, mas como não têm cu para acompanhar, acabam por não ter nada que se aproveite. Como se o simples facto de não terem cu, nos faça ignorar as mamas que até são interessantes. De que vale um barco se não há Mar para navegar?
Não terem nada que se aproveite, para mim, é mais esquisito que tudo! Quer dizer, nós, se não tivermos músculos vamos ao ginásio. Agora elas, se não têm mamas, é isso pronto, lixadas para a eternidade. O que nos traz á razão pela qual escrevo este texto. Sou a favor daqueles tipos que lhes metem silicone nas mamas das pobres coitadas. Epa, sou! Coitadas, Deus não lhes deu mamas nem cu, lá vão elas encher-se de gordura nas mamas e cu, para por uma vez por todas, serem atraentes.
Eu percebo-as! Encham-se de silicone, sejam felizes!
Dica da LuSabedoria
Pergunta: Como distinguir mamas verdadeiras de falsas?
Resposta: Simples, batam nas mamas delas. Se a mama em questão abanar e voltar á posição inicial, é porque é verdadeira. Se a mama em questão abanar e abanar e for para outra posição completamente diferente, é porque é falsa. Tentem esta dica sempre que forem mexer nas mamas de uma rapariga. É giro!
Agora, falando a sério. Conheci uma rapariga que foi por silicone nas mamas. Ela já era boa, depois, ficou “muito” boa. Tudo com conta, peso e medida faz bem já dizia o meu avô!
O cu, a meu ver, é essencial. Um bom cu bate muitas razoáveis mamas! Não se esqueçam disso! Eu não sou esquisito, dêem-me um bom par de mamas, e um cu redondo que eu fico feliz. Fora disso, não quero raparigas sem cu, não quero tábuas, não quero meninas em crescimento que nada têm. E com isto, eu digo algo que nunca disse neste blog:
As pitas não são o mercado certo!
E pronto está dito! Elas que cresçam, e daqui a uns anos eu volto para ver o que a hormonas que lhes deram! Até lá, desamparem-me a loja que aqui não há lugar para miudinhas!
“Não tinha cu, apostou as mamas, e ficou sem elas.”
Pois, porque ainda há raparigas que não têm mamas e não têm cu! Porque ás vezes até têm umas mamitas razoáveis, mas como não têm cu para acompanhar, acabam por não ter nada que se aproveite. Como se o simples facto de não terem cu, nos faça ignorar as mamas que até são interessantes. De que vale um barco se não há Mar para navegar?
Não terem nada que se aproveite, para mim, é mais esquisito que tudo! Quer dizer, nós, se não tivermos músculos vamos ao ginásio. Agora elas, se não têm mamas, é isso pronto, lixadas para a eternidade. O que nos traz á razão pela qual escrevo este texto. Sou a favor daqueles tipos que lhes metem silicone nas mamas das pobres coitadas. Epa, sou! Coitadas, Deus não lhes deu mamas nem cu, lá vão elas encher-se de gordura nas mamas e cu, para por uma vez por todas, serem atraentes.
Eu percebo-as! Encham-se de silicone, sejam felizes!
Dica da LuSabedoria
Pergunta: Como distinguir mamas verdadeiras de falsas?
Resposta: Simples, batam nas mamas delas. Se a mama em questão abanar e voltar á posição inicial, é porque é verdadeira. Se a mama em questão abanar e abanar e for para outra posição completamente diferente, é porque é falsa. Tentem esta dica sempre que forem mexer nas mamas de uma rapariga. É giro!
Agora, falando a sério. Conheci uma rapariga que foi por silicone nas mamas. Ela já era boa, depois, ficou “muito” boa. Tudo com conta, peso e medida faz bem já dizia o meu avô!
O cu, a meu ver, é essencial. Um bom cu bate muitas razoáveis mamas! Não se esqueçam disso! Eu não sou esquisito, dêem-me um bom par de mamas, e um cu redondo que eu fico feliz. Fora disso, não quero raparigas sem cu, não quero tábuas, não quero meninas em crescimento que nada têm. E com isto, eu digo algo que nunca disse neste blog:
As pitas não são o mercado certo!
E pronto está dito! Elas que cresçam, e daqui a uns anos eu volto para ver o que a hormonas que lhes deram! Até lá, desamparem-me a loja que aqui não há lugar para miudinhas!
27 março 2008
Se algum dia for pai, espero não ter uma filha!
Sabendo como é que nós homens somos, enfim chego sempre á mesma conclusão: Se algum dia for pai, espero que não tenha uma filha. Se tiver um filho, tasse bem sem problemas. Ele que cresça e descubra o sexo e tudo o mais. Talvez uma conversa com ele, e espero dar-lhe a primeira cerveja para ele beber, coisa que o meu pai fez comigo. (contudo, quando ele me deu a “primeira cerveja” aos meus 16 anos, já eu tinha bebido uma data delas aos 15, mas não lhe disse nada) Agora, ter uma filha, não quero ter!
Somos de uma tamanha perversão que ter a minha filha a sair á noite com um decote, fazia logo um escândalo! E depois, a trazer namorados lá para casa, fazia logo um inquérito do caraças! Já para não falar das fantasias sexuais! Os filmes porno de “pai para filha”, eram logo apagados. Os de professores com alunas, ás tantas também iam. Os das meninas inocentes com os namorados, mais tarde ou mais cedo, também eram apagados. E no fim, já não havia pornografia politicamente correcta para ver!
Nem quero imaginar, eu a ver o hi5, e de repente aparecer-me a minha filha com biquini a sorrir, e escrito na descrição “Eu na praia (foto tirada pelo meu pai)”. Não sei o que é que me dava! Ainda tinha um ataque ali mesmo a ver o hi5 da filha! Não, não e não! Não quero deixar de ser porco se tiver uma filha!
Se alguma vez tiver filhos, e espero ter, por favor sejam rapazes! Filhas, não!
Somos de uma tamanha perversão que ter a minha filha a sair á noite com um decote, fazia logo um escândalo! E depois, a trazer namorados lá para casa, fazia logo um inquérito do caraças! Já para não falar das fantasias sexuais! Os filmes porno de “pai para filha”, eram logo apagados. Os de professores com alunas, ás tantas também iam. Os das meninas inocentes com os namorados, mais tarde ou mais cedo, também eram apagados. E no fim, já não havia pornografia politicamente correcta para ver!
Nem quero imaginar, eu a ver o hi5, e de repente aparecer-me a minha filha com biquini a sorrir, e escrito na descrição “Eu na praia (foto tirada pelo meu pai)”. Não sei o que é que me dava! Ainda tinha um ataque ali mesmo a ver o hi5 da filha! Não, não e não! Não quero deixar de ser porco se tiver uma filha!
Se alguma vez tiver filhos, e espero ter, por favor sejam rapazes! Filhas, não!
23 março 2008
Motivado para jogar na Bolsa
Do autor do BlogEstou desmotivado nas minhas relações com as miúdas, mas vocês não podem estar!
E vou, desde já dizer porque estou desmotivado: exigem muito trabalho! E quando a mão direita é bem mais fácil, então as relações parecem nos intermináveis contratos que só servem para nos desgastar por dentro. Verdade que é sempre agradável ter antes a mão direita feminina a fazer aquilo que a nossa mão já se cansa de fazer, a tantos anos. Mas sentia-me bem, até á uns dias atrás.
Não é que foi de férias, com uma data de amigos e deparei como um vício que não estava á espera. Amigos meus, que sempre foram malucos, a reterem-se das asneiras. A falarem ao telemóvel horas seguidas, dizendo pouco mais que “Desliga tu o telemóvel…não desliga tu!” Fiquei chocado, quando falamos de gajas, eles saírem-se sempre com “Eu gosto mesmo é dela.” Porra, fiquei enojado! Que raio de droga foram eles arranjar! E ainda por cima meteram-se na pior droga, aquela que não dá para partilhar com um amigo. Porque uma ganza, sempre se deixa o amigo dar uma passa. O álcool, sempre se faz um shot ou se pede uma imperial para um amigo. Agora uma GAJA!? Por amor de Deus, vê-los falarem das suas “queridas” dos seus “bebés” (nome que incrivelmente todos chamavam as suas namoradas), meteu-me impressão.
E contudo, ao regressar a casa, só pensava em arranjar uma namorada. Não sei o que me deu, parecia que tanto falaram delas que eu também fiquei com aquela “droga” no corpo. E agora sinto-me com vontade de arranjar uma! E no fim de contas, acabo por perceber o interesse de ter uma miúda. As miúdas são uma certa “garantia”. Quase se pode chamar-lhes de “acções”. Ou seja, e passo a explicar para quem não percebe muito de economia; são investimentos, que vão rendendo e aumentando os nossos lucros. Investimos pouco, e acabamos por ganhar muito. Sentimo-nos seguros, pois temos uma “acção” no mercado que está sempre a melhorar e a satisfazer-nos. Também eu quero apostar no mercado, também eu quero investir na bolsa! E vou faze-lo! Começo já hoje a procura de miúda.
Só espero que é não haja um “crash” da bolsa ou que eu invista no mercado errado, vamos lá a ver como vai correr.
E vou, desde já dizer porque estou desmotivado: exigem muito trabalho! E quando a mão direita é bem mais fácil, então as relações parecem nos intermináveis contratos que só servem para nos desgastar por dentro. Verdade que é sempre agradável ter antes a mão direita feminina a fazer aquilo que a nossa mão já se cansa de fazer, a tantos anos. Mas sentia-me bem, até á uns dias atrás.
Não é que foi de férias, com uma data de amigos e deparei como um vício que não estava á espera. Amigos meus, que sempre foram malucos, a reterem-se das asneiras. A falarem ao telemóvel horas seguidas, dizendo pouco mais que “Desliga tu o telemóvel…não desliga tu!” Fiquei chocado, quando falamos de gajas, eles saírem-se sempre com “Eu gosto mesmo é dela.” Porra, fiquei enojado! Que raio de droga foram eles arranjar! E ainda por cima meteram-se na pior droga, aquela que não dá para partilhar com um amigo. Porque uma ganza, sempre se deixa o amigo dar uma passa. O álcool, sempre se faz um shot ou se pede uma imperial para um amigo. Agora uma GAJA!? Por amor de Deus, vê-los falarem das suas “queridas” dos seus “bebés” (nome que incrivelmente todos chamavam as suas namoradas), meteu-me impressão.
E contudo, ao regressar a casa, só pensava em arranjar uma namorada. Não sei o que me deu, parecia que tanto falaram delas que eu também fiquei com aquela “droga” no corpo. E agora sinto-me com vontade de arranjar uma! E no fim de contas, acabo por perceber o interesse de ter uma miúda. As miúdas são uma certa “garantia”. Quase se pode chamar-lhes de “acções”. Ou seja, e passo a explicar para quem não percebe muito de economia; são investimentos, que vão rendendo e aumentando os nossos lucros. Investimos pouco, e acabamos por ganhar muito. Sentimo-nos seguros, pois temos uma “acção” no mercado que está sempre a melhorar e a satisfazer-nos. Também eu quero apostar no mercado, também eu quero investir na bolsa! E vou faze-lo! Começo já hoje a procura de miúda.
Só espero que é não haja um “crash” da bolsa ou que eu invista no mercado errado, vamos lá a ver como vai correr.
27 fevereiro 2008
Assunto Banido
Venho falar dos assuntos banidos. Passo a explicar. Ás vezes, quando estamos com um ou outro amigo, damos por nós a falar de uma ex, ou mesmo a mencionar uma rapariga que nos dá a volta á cabeça, apesar de estar comprometida, ou de um amor não correspondido. E sempre que falamos dessa rapariga em questão, entristecemos, e cria mau ambiente. É com prazer que vos dou a solução para este problema: assunto banido.
Vão ter com um amigo vosso de confiança e digam:
“Nunca mais falamos desta gaja, o assunto é banido.”
E nunca mais se fala dela! Acreditem que resulta, e funciona bem. A rapariga, se nunca mais falarem dela “morrer”. E consequentemente, será mais fácil esquece-la. Pode parecer violento, mas é a única solução! Quantas vezes não damos por nós a falar de como foram bons “aqueles tempos”, ou de como aquela rapariga quando passa por nós “faz o tempo parar”. Não pode ser. O assunto tem de estar banido, para nunca mais ser mencionado outra vez. Dou-vos portanto a solução para nunca mais se falar “desta” ou “daquela” rapariga.
O problema, contudo, de nunca mais se falar de uma outra rapariga, é que á certa altura não se pode falar de ninguém, porque o tema foi banido por um ou outro gajo. Mas enfim, é uma desintoxicação necessária. Para conseguir ultrapassar as raparigas que sabemos que nunca iremos namorar. Tratem de banir essas raparigas que são impossíveis da vossa cabeça, ou vão perder tempo essencial. Tempo que podiam perder com uma rapariga diferente, uma que vos respeite e goste de vocês.
Vão ter com um amigo vosso de confiança e digam:
“Nunca mais falamos desta gaja, o assunto é banido.”
E nunca mais se fala dela! Acreditem que resulta, e funciona bem. A rapariga, se nunca mais falarem dela “morrer”. E consequentemente, será mais fácil esquece-la. Pode parecer violento, mas é a única solução! Quantas vezes não damos por nós a falar de como foram bons “aqueles tempos”, ou de como aquela rapariga quando passa por nós “faz o tempo parar”. Não pode ser. O assunto tem de estar banido, para nunca mais ser mencionado outra vez. Dou-vos portanto a solução para nunca mais se falar “desta” ou “daquela” rapariga.
O problema, contudo, de nunca mais se falar de uma outra rapariga, é que á certa altura não se pode falar de ninguém, porque o tema foi banido por um ou outro gajo. Mas enfim, é uma desintoxicação necessária. Para conseguir ultrapassar as raparigas que sabemos que nunca iremos namorar. Tratem de banir essas raparigas que são impossíveis da vossa cabeça, ou vão perder tempo essencial. Tempo que podiam perder com uma rapariga diferente, uma que vos respeite e goste de vocês.
15 fevereiro 2008
O número da besta
Dizem que o número da besta é o 666. Posso vos dizer que não é!
Para mim, o número da besta é o número da minha ex-namorada. Porquê? Porque o decorei e não me sai da cabeça. E para além do número de telefone dela, decorei também o mail dela. É lixado saber de cor o número da última rapariga que nos fez sentir felizes. Por variadas razões óbvias. Primeiro porque á noite, quando me sinto sozinho, sei que lhe podia mandar uma mensagem ou telefonar. E depois porque quando estou na Messenger, apesar de ter bloqueado e excluído o mail dela, ainda o sei de cor.
Isto tudo só prova uma coisa, a frustração da tecnologia. Talvez no passado, no tempo dos nossos pais, seria diferente. Invés de se discutir sobre números de telefone e o mails, discutia-se dos sítios onde as pessoas moravam. Como os tempos mudam… Fico frustrado, e muito, quando me ponho a pensar nisto. Tenho o número dela na ponta da língua. Quanto tempo irá durar até me esquecer dele?
Ao contrário dos Da Weasel, na sua música Mundos Mudos, onde o cantor insiste na ideia “Muda o teu número que eu mudei o meu”; para mim é totalmente diferente. Eu não corro o risco de ela me ligar, portanto não preciso de mudar o meu número. Fico é totalmente frustrado com o facto de eu, ao contrário dela, sentir que o número de telefone, ou o mail dela constituam uma ameaça para a minha pessoa. Já nem sei… A verdade é que por enquanto, não me esqueço do número.
E quando digo que o número da besta é o número da ex-namorada, não falo apenas da última, falo de todas as outras que vamos encontrar na vida. As anteriores, as mais recentes e as futuras. Todas elas com um número de telefone. Um número só, que é uma falsa promessa de uma possível reconciliação e um regresso àquelas horas de prazer e loucura. Ah, merda das novas tecnologias…
Da Weasel - Mundos Mudos
Para mim, o número da besta é o número da minha ex-namorada. Porquê? Porque o decorei e não me sai da cabeça. E para além do número de telefone dela, decorei também o mail dela. É lixado saber de cor o número da última rapariga que nos fez sentir felizes. Por variadas razões óbvias. Primeiro porque á noite, quando me sinto sozinho, sei que lhe podia mandar uma mensagem ou telefonar. E depois porque quando estou na Messenger, apesar de ter bloqueado e excluído o mail dela, ainda o sei de cor.
Isto tudo só prova uma coisa, a frustração da tecnologia. Talvez no passado, no tempo dos nossos pais, seria diferente. Invés de se discutir sobre números de telefone e o mails, discutia-se dos sítios onde as pessoas moravam. Como os tempos mudam… Fico frustrado, e muito, quando me ponho a pensar nisto. Tenho o número dela na ponta da língua. Quanto tempo irá durar até me esquecer dele?
Ao contrário dos Da Weasel, na sua música Mundos Mudos, onde o cantor insiste na ideia “Muda o teu número que eu mudei o meu”; para mim é totalmente diferente. Eu não corro o risco de ela me ligar, portanto não preciso de mudar o meu número. Fico é totalmente frustrado com o facto de eu, ao contrário dela, sentir que o número de telefone, ou o mail dela constituam uma ameaça para a minha pessoa. Já nem sei… A verdade é que por enquanto, não me esqueço do número.
E quando digo que o número da besta é o número da ex-namorada, não falo apenas da última, falo de todas as outras que vamos encontrar na vida. As anteriores, as mais recentes e as futuras. Todas elas com um número de telefone. Um número só, que é uma falsa promessa de uma possível reconciliação e um regresso àquelas horas de prazer e loucura. Ah, merda das novas tecnologias…
Da Weasel - Mundos Mudos
01 fevereiro 2008
Floribela, o que é eles te fizeram?!
Não quis acreditar, é que não quis mesmo. Quando soube que tinhas mudado, Floribela, eu não quis acreditar. Disseram alto e bom som:
“Meu, ela perdeu aquela simplicidade toda, está alta porca!”
E contudo, não quis acreditar! O que poderia ter tirado aquela tua pureza, aquela carinha de criança? Aquela inocência de menina? Não sei, mas a verdade é que me fascinavas quando eras assim:

E assustei-me quando te vi assim:

PORRA! Aonde é que arranjas aquelas amigas? Estou espantado, por amor de Deus. Alias, vou tirar os emplastros e colocar de novo a pergunta:

Aonde é que arranjas-te aquelas amigas??? Que raio, aquilo não estava ali, não podia estar. Como é que eu não vi aquilo? Não sei, fico confuso, e depois vi-te no “Dança Comigo”, a seres gozada pela Catarina Furtado.
O solário? Grandes mudanças? Mas que raio te fizeram minha Luciana Abreu!?
Cá para mim, vendes-te, desavergonhada pa! Sacana do gajo que te tirou a virgindade, abriu-te os olhos e agora tas aí a render. Que raio Luciana, tu no fundo gostas mesmo das criancinhas. Antes, viam-te na Tv, cantavam as tuas canções e sorriam de felicidade. Hoje, vêm-te na Tv, desapertam a berguilha, e sorriem de felicidade, ainda maior. Realmente tu queres mesmo crescer com eles. Tou lixado contigo. De gajas com atitude “puta” temos aí aos molhos, mas de meninas puritanas e bonitas…
Enfim, lá vou eu dar uma olhada pela FHM.
“Meu, ela perdeu aquela simplicidade toda, está alta porca!”
E contudo, não quis acreditar! O que poderia ter tirado aquela tua pureza, aquela carinha de criança? Aquela inocência de menina? Não sei, mas a verdade é que me fascinavas quando eras assim:

E assustei-me quando te vi assim:
PORRA! Aonde é que arranjas aquelas amigas? Estou espantado, por amor de Deus. Alias, vou tirar os emplastros e colocar de novo a pergunta:
Aonde é que arranjas-te aquelas amigas??? Que raio, aquilo não estava ali, não podia estar. Como é que eu não vi aquilo? Não sei, fico confuso, e depois vi-te no “Dança Comigo”, a seres gozada pela Catarina Furtado.
O solário? Grandes mudanças? Mas que raio te fizeram minha Luciana Abreu!?
Cá para mim, vendes-te, desavergonhada pa! Sacana do gajo que te tirou a virgindade, abriu-te os olhos e agora tas aí a render. Que raio Luciana, tu no fundo gostas mesmo das criancinhas. Antes, viam-te na Tv, cantavam as tuas canções e sorriam de felicidade. Hoje, vêm-te na Tv, desapertam a berguilha, e sorriem de felicidade, ainda maior. Realmente tu queres mesmo crescer com eles. Tou lixado contigo. De gajas com atitude “puta” temos aí aos molhos, mas de meninas puritanas e bonitas…
Enfim, lá vou eu dar uma olhada pela FHM.
26 janeiro 2008
Gregório e Promessas
Bebemos demais, vomitamos, e mais tarde ou mais cedo, repetimos tudo mais uma vez. Pessoalmente, já estou um pouco cansado dessa rotina maldisposta. Primeiro, porque dói-me a barriga, e segundo, porque a ressaca é fodida. Acho que se nos damos ao luxo de nos gregar, numa festa com amigos, é porque sabemos que não vão gozar. Pelo menos muito!
Uma coisa é certa, gregei-me muito recentemente, e fico fodido. Porque sei que até resistia bem com a bebida, o problema foi o tabaco e charutos. Todos entusiasmados com o charuto, davam uma passa ficam logo mal dispostos. E eu, sozinho e bem disposto, mamei dois charrutos, praticamente sozinho. Alta parvoíce. E agora estou com uma dor de barriga do caraças. Dá que pensar nas minhas prioridades.
Já noto uma barriga, e só tenho abdominais quando não como há muito tempo. O que só prova que estou a ser controlado pelos meus vícios. Uma coisa é certa, um homem é um ser que tem de encontrar o seu equilíbrio mental e físico. Se ambos não estiverem em sintonia, nunca seremos felizes. Portanto, aqui e agora, vou fazer promessas. Porque depois de um grego bem forte, é tempo de pensarmos em promessas:
- Prometo que nunca mais fumo; (e contudo tenho um charruto guardado no meu quarto)
- Prometo que só volto a beber daqui a um mês e meio; (e contudo também tenho, ao lado do charruto, duas minis e um vodka)
- Prometo também voltar a praticar desporto; (não sei é quando)
- E por fim, prometo trabalhar mais, para ter algum futuro. (apesar de achar isso difícil já que trabalho consideravelmente)
Deixo-vos com as minhas promessas, e também com os meus defeitos. Será que de facto servem para alguma coisa as promessas? Não sei, mas faço-as vezes e vezes sem conta á medida que o tempo passa. O tempo passa, o corpo envelhece. Que se foda!
“Cape Diem” – Aproveita o dia
Uma coisa é certa, gregei-me muito recentemente, e fico fodido. Porque sei que até resistia bem com a bebida, o problema foi o tabaco e charutos. Todos entusiasmados com o charuto, davam uma passa ficam logo mal dispostos. E eu, sozinho e bem disposto, mamei dois charrutos, praticamente sozinho. Alta parvoíce. E agora estou com uma dor de barriga do caraças. Dá que pensar nas minhas prioridades.
Já noto uma barriga, e só tenho abdominais quando não como há muito tempo. O que só prova que estou a ser controlado pelos meus vícios. Uma coisa é certa, um homem é um ser que tem de encontrar o seu equilíbrio mental e físico. Se ambos não estiverem em sintonia, nunca seremos felizes. Portanto, aqui e agora, vou fazer promessas. Porque depois de um grego bem forte, é tempo de pensarmos em promessas:
- Prometo que nunca mais fumo; (e contudo tenho um charruto guardado no meu quarto)
- Prometo que só volto a beber daqui a um mês e meio; (e contudo também tenho, ao lado do charruto, duas minis e um vodka)
- Prometo também voltar a praticar desporto; (não sei é quando)
- E por fim, prometo trabalhar mais, para ter algum futuro. (apesar de achar isso difícil já que trabalho consideravelmente)
Deixo-vos com as minhas promessas, e também com os meus defeitos. Será que de facto servem para alguma coisa as promessas? Não sei, mas faço-as vezes e vezes sem conta á medida que o tempo passa. O tempo passa, o corpo envelhece. Que se foda!
“Cape Diem” – Aproveita o dia
16 janeiro 2008
Jenna Jameson vai desistir da pornografia
Do autor do blog
NãoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooO! Porquê? Foi alguma coisa que nós fizemos? Por favor não vás! Todos te queremos de volta! O sol já não brilha da mesma maneira agora que partiste! Volta por amor de Deus!
Ai Jenna Jameson, ai. Para quem não sabe (é possível não saberem da notícia), a Jenna Jameson, tão prestigiada actriz pornográfica vai desistir da sua carreia. Pois é, aquela que sempre que vinha para o trabalho, era para se vir. Aquela que seduzia e produzia tanto para os filmes pornográficos. Sim ELA vai desistir de fazer filmes pornográficos. Fico triste. Mesmo muito. Deixa que te diga, Jenna, contigo aprendi muito. Aliás, nem digas que não passamos bons momentos! E agora vais-te assim, ainda na flor da idade, tão bonita quanto a primeira vez que te vi. Todos sentiremos a tua falta. O PP dedica-te uns versos:
Jenna Jameson deusa
Desde a primeira vez que me vim
Venerei essa tua pureza
Hoje já não posso mais, é o fim
És um marco no meu eu
Se porventura quiseres foder
Serei para sempre teu
É duro te querer e não te poder ter
Não sei o que irei fazer sem ti Jenna Jameson! Já partiste e já sinto a tua falta. E naquelas noites frias, depois de discutir com mais uma daquelas gajas irritantes, que irei eu fazer sem ti? Como me poderei aquecer sabendo que já não te posso ter. Não te vás, por amor de Deus! Já me foi difícil despedir de outras e agora tu! Elas não significavam nada para mim, não! Não eram como tu Jenna. Ai Jenna… Não por favor não.
Fica sabendo Jenna Jameson, serás recordada hoje mesmo, e para sempre, até me fartar dos mesmos vídeos que tenho teus, onde tu bela me fazes vir e sorrir.

Jenna Jameson, volta estás perdoada.
NãoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooO! Porquê? Foi alguma coisa que nós fizemos? Por favor não vás! Todos te queremos de volta! O sol já não brilha da mesma maneira agora que partiste! Volta por amor de Deus!
Ai Jenna Jameson, ai. Para quem não sabe (é possível não saberem da notícia), a Jenna Jameson, tão prestigiada actriz pornográfica vai desistir da sua carreia. Pois é, aquela que sempre que vinha para o trabalho, era para se vir. Aquela que seduzia e produzia tanto para os filmes pornográficos. Sim ELA vai desistir de fazer filmes pornográficos. Fico triste. Mesmo muito. Deixa que te diga, Jenna, contigo aprendi muito. Aliás, nem digas que não passamos bons momentos! E agora vais-te assim, ainda na flor da idade, tão bonita quanto a primeira vez que te vi. Todos sentiremos a tua falta. O PP dedica-te uns versos:
Jenna Jameson deusa
Desde a primeira vez que me vim
Venerei essa tua pureza
Hoje já não posso mais, é o fim
És um marco no meu eu
Se porventura quiseres foder
Serei para sempre teu
É duro te querer e não te poder ter
Não sei o que irei fazer sem ti Jenna Jameson! Já partiste e já sinto a tua falta. E naquelas noites frias, depois de discutir com mais uma daquelas gajas irritantes, que irei eu fazer sem ti? Como me poderei aquecer sabendo que já não te posso ter. Não te vás, por amor de Deus! Já me foi difícil despedir de outras e agora tu! Elas não significavam nada para mim, não! Não eram como tu Jenna. Ai Jenna… Não por favor não.
Fica sabendo Jenna Jameson, serás recordada hoje mesmo, e para sempre, até me fartar dos mesmos vídeos que tenho teus, onde tu bela me fazes vir e sorrir.

Jenna Jameson, volta estás perdoada.
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